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(pt) Spaine: Jornal CNT nº 430 - janeiro a março de 2022 - Dossiê: Contra toda repressão - CULTURA NA CAPA (ca, de, en, it, tr)[traduccion automatica]

Date Wed, 13 Apr 2022 07:14:17 +0300


Estar ciente de como somos reprimidos, como reprimimos os que nos rodeiam e como nos reprimimos é um passo fundamental para ansiar por uma transformação do mundo e modelar alternativas, que necessariamente terão que seguir movimentos antiautoritários, antimilitaristas. , e caminhos antipatriarcais.
Neste número:
EDITORIAL
Contra o medo e a repressão
UNIÃO
A luta da ajuda domiciliar
Cabe aos limpadores limpar as más práticas
Saúde e Mútuo: letras incompatíveis
Para aqueles que nos precederam na luta e nos sucederão
Discriminação no Hotel Avenida de Canárias
DOSSIÊ
A Guarda Civil. A repressão perpetrada na Galiza
Autocensura: hoje a repressão mais eficaz
De Rositas: Não desista, resista!
Projeto educacional gratuito da Paideia
Não-Canon: modelos internos
Prisão: Injustiça, violência e repressão
Quando o silêncio é repressão
CULTURA:
Inauguração da Biblioteca de Iruña
Homenagem a Durruti
HISTÓRIA:
De Garcia Oliver e sua história
PALAVRAS
Divagações torcidas de um confuso
ESPECIAL:
A realidade da CNT... e sua alternativa política
Anarco-sindicalismo, justiça econômica e social
MEMÓRIA HISTÓRICA:
Lembrando Neira
CONTRA
Propriedade privada no banco
Zona Lombar: Deixe o ar correr

EDITORIAL
Contra o medo e a repressão
Medo e repressão, repressão e
medo, eles andam de mãos dadas. As vezes
um é pai e o outro é filha, outro
muitas, uma é mãe e a outra
seu filho. Mas eles sempre se alimentam um do outro e são acompanhados por
formas diversas e intrincadas.
Eles são a substância e a essência do Estado e seus poderes: a ameaça
é seu modus operandi mais ilustre e o uso da violência institucional, legitimada em exércitos, juízes, forças de segurança e prisões, é seu recurso. É
o medo dos detentores do poder e dos privilégios alimenta a máquina repressiva do Estado e do capitalismo. As
As Europas e Espanhas do século XX sofreram sangrentamente com a
Nazismo, fascismo, stalinismo e franquismo. As dezenas de milhares de pessoas que migram para os Estados Unidos e Europa sofrem diariamente e morrem em suas fronteiras marítimas
e terrestre. As mulheres sofreram séculos de violência e
repressão do patriarcado arraigado na forma do Estado e sua
poderes. Seu objetivo é sempre o mesmo: vencer a luta de classes contra as massas exploradas e oprimidas, que as maiorias
desapossado para acomodar e normalizar a ordem existente: o
injustiças, desigualdades e privilégios de poucos.
Mas a repressão e seus medos são insidiosos, fluidos, psicológicos e labirínticos. A ameaça que representa é internalizada
socialmente e se transforma em autocontrole, autocensura e modulação medida da rebelião. Está presente transversalmente
toda a complexidade social: nas relações pessoais, afetivas e sexuais, nos grupos de amizade, nas interações
vida social cotidiana, em organizações informais e em qualquer outra organização estruturada. A economia capitalista é
se sustenta precisamente em duas molas repressivas básicas: na
salarização e monetização de suas relações de troca
de bens e serviços, resultando em uma classe trabalhadora
escravo de um mercado de trabalho sempre regulado e regulado
em favor do empregador e interesses financeiros. exploração é
definitivamente repressão.
Toda repressão, sutil ou aberta, algorítmica ou violenta, cultural ou mercantil, nunca quer ser chamada como tal, finge
sempre se apresentam sob outras palavras e andaimes: segurança, pátria, bem comum, estado de direito, propriedade privada,
constitucional, legal, legítimo, até mesmo liberdade. A retórica de
elites políticas está cheia de grandes contradições, quando
reprime e não se diz que são repressivos.
Esteja ciente de como somos reprimidos, como reprimimos
quem nos cerca, e como nos reprimimos é
um passo fundamental para ansiar por uma transformação do mundo, e alternativas modelares, que necessariamente terão que seguir caminhos antiautoritários, antimilitaristas e antipatriarcais.
Ou seja: caminhos que não podem ser outros que libertários. Nós vamos
o que é sempre reprimido por causa da segurança dos ricos e
seus benefícios é a liberdade individual, material e coletiva de
as maiorias. O libertário nada mais é do que a autonomia de cada um
que, das capacidades de decidir a partir de baixo, da autogestão individual e coletiva da vida e do cuidado. Não há
outro: diante do autoritarismo de qualquer repressão, cada vez mais
auto Gerenciamento.
A autogestão, porém, não se constrói apenas com ideias;
senão, principalmente, através de pessoas que se organizam
confrontar a ordem vigente. E, eles se organizam e se movimentam; e, organizam e decidem em conjunto; e, eles organizam e
eles se apoiam; eles organizam e aprendem com seus sucessos
e de seus erros; e, eles se organizam e pensam como transformar a atual
mundo que consumimos e degradamos, e que consome e
nos degrada.
A CNT tenta construir uma autogestão com a qual
transformação social a partir de baixo, de mulheres e homens
que trabalhamos, que sofremos e sofremos salários de pobreza,
com direitos sociais, culturais, ambientais e de saúde reduzidos. Essa é a coisa mais importante que a CNT oferece contra todos
repressão: solidariedade na auto-organização.

https://www.cnt.es/noticias/periodico-cnt-no-430-enero-a-marzo-2022-dosier-contra-toda-represion
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