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(pt) Canada, Collectif Emma Goldman -[Greve estudantil de 2012]Há 10 anos, a ocupação da reitoria da UQAC (ca, de, en, fr, it)[traduccion automatica]

Date Sun, 3 Apr 2022 07:56:36 +0300


Muitos livros foram publicados nos meses seguintes à greve estudantil de 2012. No entanto, do nosso lado, nada foi escrito além das poucas entradas de blog publicadas no calor do momento e uma brochura. Nós, o coletivo Emma Goldman, achamos importante traçar e manter viva a memória de nossas lutas. Produzimos, portanto, uma série de entrevistas que publicaremos no blog nos próximos dias e semanas. ---- Lembro-me, o resultado desta greve e da tensão que se fez na UQAC, é possivelmente a ocupação do andar da reitoria da universidade. Não foi um evento organizado há muito tempo, mas uma resposta espontânea dos alunos à repressão, diz Steven.

Pela manhã (29 de março de 2012), a reitoria da UQAC enviou um comunicado aos alunos:

"Temos a firme intenção de garantir que os alunos que desejam fazer seus cursos possam fazê-lo sem restrições. Para outros que decidam o contrário, terão que assumir as consequências acadêmicas relacionadas à sua escolha. (Rádio-Canadá)

Na UQAC, foi uma loucura. Através de todas as ações que aconteceram e dos piquetes, havia realmente muito Garda por metro quadrado naquela época, diz Steeve, um dos participantes com quem conversamos. Foi como a resposta da reitoria e da estrutura autoritária da UQAC. Vamos lá com repressão. A polícia podia entrar e sair do campus sem nenhum problema. Havia muitos carros da polícia no estacionamento e várias intervenções policiais nos piquetes.

Havia todo esse clima de repressão. Era ridículo, não se podia andar 20 metros sem encontrar um Garda...

Quando voltamos do jantar, lembra Steve, tínhamos acabado de ser levados pela polícia. Várias linhas de piquete foram quebradas pela polícia. A tensão estava no auge, foi depois disso que o MAGE-UQAC chegou ao nosso encontro. Lembro que ele ainda tinha gente tentando temperar e contemporizar. Foi quando usei a palavra para dizer que não precisávamos ser apanhados pela associação estudantil, que já tínhamos os policiais no campus.

(Steeve) São propostas ideias, alguns bons debates e fica decidido ir e ocupar o plenário da reitoria e a partir daí, quem quiser seguir. Obviamente, há alguns que não seguirão. Na espontaneidade do momento, as coisas têm que acontecer, não estávamos lá para reclamar por 7 horas.

Atacando a Reitoria!

(Steeve) As pessoas sobem de escada, outras de elevador. Há oficiais da Garda tentando bloquear algumas saídas, então há um camarada de nado peito.

Steven continua: Eu, lembro que estava no elevador com um camarada e nesse momento este me olha e me diz: Você sabe que vamos ter que fazer o trabalho. Acho que disse algo como: sim, eu sei. Quando as portas se abriram, apenas esbarramos nos gardas, os empurramos e conseguimos tirar as outras pessoas do elevador e assim assumir o controle do andar.

Foto: Radio-Canadá
Depois, como estava em um andar, ficou um pouco fragmentado, lembra Steeve. Não estávamos todos no mesmo lugar, pois o piso é grande. De minha parte, estávamos neste andar, mas não sabíamos realmente o que íamos fazer, estamos ocupados, há uma pessoa que liga a declaração da ONU lembra-se dela com um sorriso. Os gardas eram engraçados. Alguém pegou meu boné e jogou no elevador... mas o que você acha que vou fazer? Eu não sou um cachorro (risos)! Vou me juntar à ocupação... eles pareciam tão privados dos pobres.

A intervenção policial

(Steeve) Houve prisões na área onde eu estava. Eu me perguntava se eu estava sendo preso ou não. Naquele momento no meu entendimento, eu disse a mim mesmo que não valia a pena comer um "bilhete" por isso. Descemos e lá vimos os camaradas no ônibus.

Durante a ocupação, muitas pessoas são apanhadas pela polícia. Eles (a polícia) pegaram um ônibus da cidade para colocar as pessoas. Lá, estava começando a inclinar um pouco. Veja os camaradas no ônibus e os policiais ao redor. Começamos a gritar slogans anti-policiais na cara deles, como: "Foda-se a polícia! a uma polegada do rosto do policial, sem medidas de COVID naquele momento (sorriso). Hoje, dizemos a nós mesmos que é preciso esse contexto para estar totalmente em tabarnak e estar a cinco centímetros do rosto de um policial e mandá-lo para a merda. As janelas do ônibus estavam

http://ucl-saguenay.blogspot.com/2022/03/greve-etudiante-de-2012-il-y-10-ans.html
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