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(pt) federacion anarquista de rosario [Argentina]: Posição FAR - fevereiro de 2021 (ca, de, en, fr, it)[traduccion automatica]

Date Sun, 28 Feb 2021 09:24:42 +0200


COM A LUTA, COMBATERAMOS PRIVILÉGIOS PARA OS EM CIMA E AJUSTE PARA OS ABAIXO ---- O ano de 2021 começou fortemente marcado pela pandemia e suas consequências. Como vimos nas várias análises que realizamos ao longo do ano passado, não é tanto sobre as causas da pandemia, mas sobre seus efeitos. Isso tem sido devastador para os que estão em baixa, principalmente pelo fato de se dar em um tempo histórico marcado pela dominação capitalista em seu aspecto neoliberal, que deixa partes importantes da população mundial em total abandono. Portanto, as disputas geopolíticas e o comércio de gado, e as diferenças entre países ricos e pobres, eram esperados.
A Argentina não escapa deste panorama geral. A situação social é verdadeiramente dramática com taxas de pobreza acima de 50%, perda de empregos, queda no poder de compra dos salários (com uma redução média de 4% ano a ano), e a consolidação de esquemas de precarização e restrição de ferramentas União. Para completar este quadro de extrema desigualdade social -que tem se aprofundado continuamente-, cada vez mais pessoas vivem em bairros que não têm acesso a serviços públicos essenciais, maiores são os setores da população desempregados e com acesso cada vez mais restrito à educação (especialmente remotamente).
O governo decidiu seguir exatamente o que dita a premissa capitalista, ou seja: os interesses dos poderosos não se tocam. Embora tenha delineado patches como o IFE, não foi capaz nem mesmo de sustentá-lo ao longo do tempo. Neste ponto, devemos incluir a "Solidariedade e contribuição extraordinária para ajudar a mitigar os efeitos da pandemia" de alguns privilegiados, que pela sua inutilidade e indiferença ninguém se lembra, para além dos 15 dias que durou a operação oficial de comunicação social. Nesse sentido, o governo tem se mostrado habilidoso na execução de ameaças distributivas (como o anúncio de aumento das retenções para os agroexportadores) que, diante da resistência desse poderoso setor, tem se valido para transmitir aos seus associados o mensagem de uma "correlação de força desfavorável",procurando conter qualquer tentativa de reclamação de algum setor de sua testa.
De fato, no plano econômico e social, os únicos setores "sacrificados" pelo contexto da pandemia foram os setores populares e a classe trabalhadora, cujo ajuste de salários e condições de vida está pagando os custos da crise social e da pandemia. .
Ao nível da saúde, os números de infectados e mortos também não têm sido animadores, sendo o país muito elevado na escala mundial, com mais de 2 milhões de infectados e mais de 50.000 mortes. O que, junto com a chegada agonizante das vacinas, projeta um panorama em que mais infecções e mortes são esperadas ao longo do ano, principalmente se levarmos em conta que pouco melhorou na capacidade de resposta do sistema de saúde. Nesse sentido, o amortecedor tem sido os trabalhadores na linha de frente contra a pandemia, com sobrecarga de trabalho e em espaços onde faltam suprimentos e pessoal para suportar outra "onda" de infecções. Vale ressaltar que isso tem sido mais urgente quanto mais nos afastamos da Capital Federal.
Atualmente, parece que a política de prevenção passa, por um lado, por transferir para a população a responsabilidade absoluta da política de saúde (por meio de campanhas como a dos Cuidadores ou do discurso exacerbado contra os jovens devido à nova onda de infecções), enfocando exclusivamente nos encontros sociais como fator de contágio, excluindo os questionáveis critérios para definir a essencialidade dos empregos que de fato, implicava que grande parte da classe trabalhadora não pudesse fazer uma quarentena adequada. Por outro lado, com medidas de controle social, muitas vezes seletivas, o que tem gerado inúmeros casos de abusos policiais, confinamento e violação de direitos que contribuem para a consolidação da política repressiva do Estado.
Mais para a maior calamidade da política nacional de saúde do estado, parece claro nas últimas horas, como o aparecimento do "VIP vazio". Ou partido não podendo reclamar "traidores" e operações da imprensa. Uma oposição reacionária não consegue "enganar a nação". No entanto, este escândalo revela claramente uma política de imunidade privilegiada para a qual não é molestada, que tenta colocar as classes políticas e os empresários como os principais beneficiários da vaca, com distinção do partido político ou do crack. A esta altura, sabemos muito bem que a corrupção e o privilégio são inerentes aos anos estadual e capitalista, e foi demonstrado como tendo sido liberado pelo Ministério da Saúde (legisladores oficiais e grandes empresários da mídia) ou uma imprensa de deputados e senadores a serem priorizado.Tudo isso uma política realista de avisar que ou voltar aos espaços desatualizados trará nenhum não.
Aumentando a posição demagógica do Ministério da Educação para viabilizar a abertura de salas de aula, você vai presenciar o planejamento, as medidas preventivas ou de infraestrutura adequadas a este contexto, nenhuma abordagem que exija resistência firme a dois sindicatos de professores genuinamente preocupados com a situação de saúde o apoio educacional e social da comunidade educacional. Por enquanto, parece que o governo nacional vai usar a crise do coronavírus como pretexto para aprovar o programa do FMI, que inclui reforma trabalhista e fiscal, congelamento de salários e pensões, dolarização de taxas de serviço público, entre outros. Algumas das peças ainda não foram executadas, tal como lhe foi atribuído ou um contrato. A inflação não desiste do ano com um grande aumento em dois serviços públicos, obras sociais,Alimentação e serviços são como a gasolina, que acumulará pequenos aumentos nos meses de janeiro e fevereiro. Um exemplo claro do deslocamento da posição do Ministério do Trabalho de adiar a aprovação de acordos salariais - com recomendações acima da media - de produtores de petróleo e bancos.
Assim, com retórica mourisca e como fantasma do possível volta do macrismo, em Frente de Todos encontra um terreno mais fértil para se ajustar ao que governava um governo descaradamente neoliberal. Isso apoiado nas lideranças dos sindicatos burocráticos e das organizações sociais oficiais, que não vão mexer um dedo para lidar com essa situação.
Em ano eleitoral, são esperadas recomposições e disputas dentro do campo político do sistema. Estão surgindo distinções dentro da coalizão governamental como uma intenção de separar Cristina de possíveis cenários de falhas de modelo exuberantes. Ao mesmo tempo, assistimos ao crescimento de uma diretriz ultraliberal que aproveita as contradições do progressismo para criar um discurso de ódio contra ou popular.
Também é de se esperar que este governo continue a procurar qualquer transbordo que possa ser promovido de baixo para alto devido às condições devastadoras em que vive. Da mesma forma, como há um ano, ele apareceu como meta de um grande acordo social, ou seja, o presidente se reuniu com empresários e dirigentes sindicais burocráticos na mesma lógica. Que uma irregularidade crescente de sangue silenciosamente, como foi demonstrado, aumentou a violência social que em nossa cidade tem causado mais mortes diárias, incluindo crianças, desmembramento de cadáveres e fósseis por toda parte.
Nesse contexto de incerteza sanitária, fragmentação social, desmobilização promovida de cima para baixo, maior controle social e violência; Temos que ir além das margens de ação que ano passado você nos deixou para quem está abaixo. A ação comunitária, sindical e estudantil deve ser fortalecida, redobrando nossos esforços para terminar como o ajuste atual.
É imprescindível que continuemos a promover e apoiar medidas não sindicais de luta, pois assim poderão distorcer alguns avanços patronais, nomeadamente em termos de demissões, suspensões e reajustes brutos de salários. Destacamos aqui exemplos como o de um greve histórico liderado pela Federação do Petróleo e pelos Grain Receivers, não o final de 2020 -que culminou numa merecida recomposição salarial-. Também será estratégico para a nossa militância continuar lutando por condições seguras de trabalho e uma vacinação em massa que alcance todos os bairros populares, rejeitando qualquer privilégio de saúde que os setores dominantes considerem importante para o topo. Portanto, uma estratégia de anarquismo organizado neste contexto deve apostar na construção de um Povo Forte,direcionando a nossa militância para o trabalho diário dos sindicatos de base, bairros e centros estudantis, com uma metodologia que responda à lógica estatizante e burocrática, e que possa colocar o programa de resistência da classe oprimida em primeiro plano no jantar político de um protagonismo coletivo.

Socialismo de cabelo e pela liberdade!
Federação Rosário Anarquista

http://federacionanarquistaderosario.blogspot.com/2021/02/posicion-far-febrero-2021.html
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