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(sup) (pt) A Problemática Anarquista

From "Francisco Trindade" <ft@franciscotrindade.com>
Date Mon, 23 Aug 2004 08:26:13 +0200 (CEST)


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A - I N F O S N E W S S E R V I C E
http://www.ainfos.ca/
http://ainfos.ca/index24.html
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Apresentamos a Actualização de Agosto do site
http://www.franciscotrindade.com
Com a introdução de um novo texto intitulado
A Problemática Anarquista
Procurar pelo link Novidades
Segue-se excerto do texto que pode ser lido na íntegra em
http://www.franciscotrindade.com.
Responsável técnico máximo, como de costume
José Carlos Fortuna.
A primeira grande pergunta a fazer será pelo porquê da obra de Proudhon
ter dado lugar a tantas polémicas, releituras e reinterpretações. Há
certamente respostas a esta pergunta, mas é necessário sublinhar a enorme
quantidade de escritos e tomadas de posição propícias a estes debates e a
este considerável trabalho de reflexão crítica.
Há, poderemos dizer, textos fechados no seu dogmatismo que se prestam à
repetição e preparam a submissão, e outros que abrem a discussão e
estimulam o pensar crítico. A obra de Proudhon pertence a estes últimos.
É nossa intenção procurar aqui o porquê e as dimensões pelas quais esta
obra foi e continua a ser essencialmente uma obra aberta, e igualmente,
provocante no sentido de propiciadora de reflexões, de críticas e de
acções. Relembremos, antes de tudo, que Proudhon não se proclama
anarquista em 1840 quando ele escreve a sua Primeira Memória; não se
apresenta como o mensageiro duma doutrina já constituída que seria o
anarquismo. Em 1840, não há, com efeito, doutrina anarquista definida,
não há escola anarquista, mesmo se temas anarquistas foram anteriormente
delineados. Proudhon empenha-se num trabalho de elaboração que vai durar
de 1840 a 1865: face às transformações económicas, sociais, políticas,
irá construir a sua reflexão, hesitar por vezes, corrigir-se, evoluir mas
nunca desenvolver uma fórmula simples ou uma utopia à maneira de Fourier,
por exemplo.
Nesta obra em evolução, obra comprometida mas também empenhada num
trabalho permanente, quais serão os eixos essenciais que os anarquistas
irão descortinar? É o que iremos fazer,de seguida, de um modo breve;
podemos reter três: a crítica económica, a crítica política e, por fim, a
crítica ideológica.

Saudações proudhonianas
Até breve
Francisco Trindade




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