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(sup) (pt) Proudhon e a definição de Justiça

From "Francisco Trindade" <ft@franciscotrindade.com>
Date Sun, 15 Feb 2004 15:51:46 +0100 (CET)


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A - I N F O S N E W S S E R V I C E
http://www.ainfos.ca/
http://ainfos.ca/index24.html
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Apresentamos a Actualização de Fevereiro do site
http://www.franciscotrindade.com
Com a introdução de um novo texto intitulado
Proudhon e a definição de Justiça
Procurar pelo link Novidades
Segue-se excerto do texto que pode ser lido na íntegra em
http://www.franciscotrindade.com.
Responsável técnico máximo, como de costume
José Carlos Fortuna.

A Justiça esta " Ideia princesa" que está tanto no coração de Proudhon,
no que é que consiste? O momento chegou para a investigação, apesar desta
ideia não ser simples.
É antes de tudo uma ideia moral, " a regra dos nossos direitos e dos
nossos deveres", o respeito que devemos a todos os homens porque são
pessoas morais iguais em dignidade, sejam quais foram as desigualdades
aparentes ou reais que podem diferenciá-las. Todas as concepções
económicas e políticas de Proudhon residem sobre a reciprocidade e a
troca, e esta reciprocidade justifica-se pela igual dignidade dos
contratantes. A moral de Proudhon encontra-se por inteiro nestas
proposições, herdeiras de Descartes e de Kant.
O homem em virtude da razão de que está dotado, tem a faculdade de sentir
a dignidade na pessoa do seu semelhante como na sua própria pessoa, de
afirmar-se ao mesmo tempo como indivíduo e como espécie.
" A Justiça é o produto desta faculdade: é o respeito, espontaneamente
experimentado e reciprocamente garantido, da dignidade humana, em
qualquer pessoa e em qualquer circunstância que se encontre comprometida,
e a qualquer risco que nos exponha a sua defesa."
A Justiça é portanto em primeiro lugar uma ideia, uma regra moral, mas
não é só isso. Se fosse uma simples noção, uma relação concebida pelo
entendimento e admitida pela vontade, o cepticismo poderia negá-la. Para
preencher o seu ofício de razão suprema das coisas, a Justiça deve ser
uma realidade. Proudhon insiste várias vezes com grande energia, sobre o
realismo da Justiça. É uma realidade interior e exterior, que rege a
natureza como o homem, que é por sua vez faculdade do espírito, função
orgânica e lei das coisas.


Saudações proudhonianas
Até breve
Francisco Trindade




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