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(sup) (pt) Proudhon Da Análise dos Conflitos à Teoria da Justiça

From "Francisco Trindade" <ft@franciscotrindade.com>
Date Tue, 25 Nov 2003 01:21:03 +0100 (CET)


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http://www.ainfos.ca/
http://ainfos.ca/index24.html
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Apresentamos a Actualização de Novembro do site
http://www.franciscotrindade.com
Com a introdução de um novo texto intitulado
Proudhon: Da Análise dos Conflitos à Teoria da Justiça

Procurar pelo link Novidades
Segue-se excerto do texto que pode ser lido na íntegra em
http://www.franciscotrindade.com.
Responsável técnico máximo, como de costume
José Carlos Fortuna.

A partir desta aproximação entre os dois conceitos de conflito e de
justiça, queria colocar um problema inerente à obra de Proudhon: Como é
que Proudhon explicou, justificou, a passagem dum mundo de conflitos, de
antagonismos generalizados para um mundo de Justiça? Como é que esta
"transmutação", como ele escreve, poderia realizar-se concretamente e
porquê? E quais os instrumentos intelectuais que permitem justificar esta
transmutação? Proudhon não agravou este paradoxo sublinhando a
importância do conflito, afirmando a perenidade dos conflitos através da
história, multiplicando as suas formas, evocando a violência dos
conflitos no período que lhe era contemporâneo? Todavia é bem uma tese
constante nele que esta "transição", esta "transmutação" é possível. Para
responder a este problema, devemos colocar três questões:
Antes de tudo, que análise fez Proudhon dos conflitos e o que é preciso
entender por isso? Os textos consagrados a este aspecto são, como o
sabemos, bastante numerosos e muitas vezes embaraçosos pelas suas nuances
e a sua subtilidade. Sobre este aspecto, parece-me que é preciso mostrar
que não há em Proudhon uma teoria unilateral do conflito, mas, pelo
contrário uma série de distinções entre diferentes tipos de conflitos que
é preciso distinguir e diferenciar. A história passada, do mesmo modo que
a sociedade do XIX século, são atravessadas por múltiplos conflitos,
económicos, políticos, ideológicos, de natureza diferente, de intensidade
variável, desde a violência das guerras até às formas atenuadas das
relações de antinomias.

Saudações proudhonianas
Até breve
Francisco Trindade




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