A - I n f o s

uma agência de notícias multilínguas de, por e para anarquistas **
Notícias em todos os idiomas
Últimas 30 mensagens (Portal) Mensagens das últimas duas semanas Nossos arquivos de mensagens antigas

As últimas cem mensagens, por idiomas em
Greek_ 中文 Chinese_ Castellano_ Català_ Chinês_ Deutsch_ Nederlands_ English_ Français_ Grego_ Italiano_ Português_ Russkyi_ Suomi_ Svenska_ Türkçe_ The.Supplement

Primeiras Linhas Das Dez últimas Mensagens
Castellano_ Català_ Deutsch_ Nederlands_ English_ Français_ Italiano_ Polski_ Português_ Russkyi_ Suomi_ Svenska_ Türkçe


Primeiras linhas de todas as mensagens das últimas 24 horas
Indices das primeiras linhas de todas as mensagens dos últimos 30 dias | de 2002 | de 2003
| de 2004 | de 2005 | de 2006 | de 2007 | de 2008 | de 2009 | of 2010 | of 2011 | of 2012 | of 2013 | of 2014 | of 2015 | of 2016 | of 2017 | of 2018 | of 2019 | of 2020

(pt) Federação Autônoma dos Trabalhadores FAT: ATAQUE CONTRA OS FUNCIONÁRIOS DO COMÉRCIO: SECHSEG e SINDBARES negociam direitos em meio à crise na saúde pública.

Date Mon, 23 Mar 2020 09:15:10 +0200


No dia 17 de março, o Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro e Similares no Estado de Goiás (SECHSEG) e o Sindicato de Bares e Restaurantes de Goiás (SINDBARES), firmaram acordos sobre orientações e procedimentos para o período de "quarentena" estabelecido pelo estado, motivado pelo aumento dos casos de coronavírus (COVID-19) no país. ---- Uma das medidas é o termo de suspensão do contrato de trabalho - licença não remunerada, obrigando os funcionários a assinarem documentos "abrindo mão" do vínculo empregatício durante a "quarentena", exonerando os patrões de responsabilidades em momento de prevenção e cuidados com a saúde dos trabalhadores. ---- Os procedimentos adotados por donos de bares, hotéis, restaurantes e outros setores do comércio fragilizam ainda mais trabalhadores que lidam com cargas excessivas de trabalho, baixos salários, ambientes insalubres, poucos direitos e que em muitos casos atuam na informalidade. Isso tudo num cenário de vulnerabilidade social com problemas de saúde pública.

As paralisações das atividades de estudo, trabalho e outras, seguem orientações médicas e são fundamentais na prevenção e cuidados com a saúde da população, assim sendo devem ser reivindicadas por trabalhadores de diversos setores. No entanto, o período de "quarentena" não está dissociado dos direitos sociais e trabalhistas, são estes que dão garantias para as camadas mais pobres. Como se alimentar, procurar auxílio médico e adquirir medicamentos sem condições para isso?

As ações de patrões e do sindicalismo oficial no comércio ilustram que "não estamos no mesmo barco". Realizam negociatas e retiram direitos dos trabalhadores num momento de crise na saúde pública.

Dessa maneira, é preciso defender:

Paralisação imediata das atividades de estudo e trabalho, observando o período de "quarentena", como forma de prevenção e respeito a saúde dos trabalhadores;
Licença trabalhista para trabalhadores formais e informais, sem redução salarial e de direitos;
Fiscalização dos regimes de trabalho precário/informais, cobrando registro imediato e dando garantias legais aos trabalhadores;
Denúncia das empresas e comércios que praticam assédio moral e estão obrigando trabalhadores a assinarem a desistência do contrato de trabalho;
Construção de ações reivindicativas e de boicote contra os estabelecimentos que descumprirem e desrespeitarem direitos trabalhistas, com possibilidades de greve geral no setor do comércio, em Goiânia e nas cidades do interior.
PELOS DIREITOS DOS TRABALHADORES DO COMÉRCIO!

https://federacaoautonoma.wordpress.com/2020/03/17/ataque-contra-os-funcionarios-do-comercio-sechseg-e-sindbares-negociam-direitos-em-meio-a-crise-na-saude-publica/
_________________________________________
A - I n f o s Uma Agencia De Noticias
De, Por e Para Anarquistas
Send news reports to A-infos-pt mailing list
A-infos-pt@ainfos.ca
Subscribe/Unsubscribe http://ainfos.ca/mailman/listinfo/a-infos-pt
Archive http://ainfos.ca/pt