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(pt) Colective Apoyo Mutuo: O desejo de rebelião por Capi Vidal (en, ca, it) [traduccion automatica]

Date Wed, 18 Mar 2020 08:41:50 +0200


Pode-se dizer que a rebelião anárquica rejeita uma concepção de vida baseada no conservadorismo, no medo, na estreiteza, na mera sobrevivência, nos caminhos já percorridos, e aposta no desenvolvimento de forças e na criação de seu próprio caminho. A vontade de viver não pode ser bloqueada por certas condições materiais ou espirituais, dá origem a essa rebelião, a uma luta que causa a transformação ou vê a vida de uma pessoa esmagada. ---- Há quem diga que a primeira expressão da anarquia é esse choque de um impulso vital contra as estruturas que se opõem à sua implantação, contra qualquer autoridade ou poder constituído contrário ao desenvolvimento que virá após esse impulso. A rebelião pode ter uma sensação de desespero, que às vezes leva a uma explosão de violência (que nunca é boa ou resolve algo por si só, na minha opinião, embora seja necessário considerar a concentração de forças que o poder político sempre realiza e os males da hierarquia social), embora não deva ser negado que alguns anarquistas o tenham considerado em face de uma ordem inadmissível. Somente assim a frase de Bakunin "A alegria de destruir é uma alegria criativa" pode ser entendida, mas eu recomendo fortemente, para a saúde mental e para a preservação da inteligência, para não levar à carta o que qualquer autor poderia dizer e sim tentar se aprofundar nas razões que levaram a afirmar tal coisa. Não acredito na transcendência de nenhum conceito, nem mesmo, nem menos, falando em revolução ou anarquia, então apostar cegamente nele pode ser contrário à rebelião libertária. Diante do poder avassalador e totalizador, a busca por uma desordem que faça surgir novamente o desejo de liberdade, mas apenas como um recurso desesperado que promove a vida popular e possibilita seu desenvolvimento, pode ser uma opção. apostar tão cegamente pode ser contrário à rebelião libertária. Diante do poder avassalador e totalizador, a busca por uma desordem que faça surgir novamente o desejo de liberdade, mas apenas como um recurso desesperado que promove a vida popular e possibilita seu desenvolvimento, pode ser uma opção. apostar tão cegamente pode ser contrário à rebelião libertária. Diante do poder avassalador e totalizador, a busca por uma desordem que faça surgir novamente o desejo de liberdade, mas apenas como um recurso desesperado que promove a vida popular e possibilita seu desenvolvimento, pode ser uma opção.

Não é necessário esclarecer que o ideal anárquico nada tem a ver com desordem e caos, mas sim com a aspiração a uma nova ordem na qual a igualdade social é um fato e a liberdade individual constitui um valor supremo que não é confrontado. com a organização coletiva. O poder político tende a ser mais sutil nos regimes democráticos liberais, sem subestimar outros modos de dominação que dificultam o desenvolvimento do pensamento e da consciência; portanto, as razões da falta de proliferação de uma rebelião anárquica são dignas de estudo. (A vitimização queixosa de uma sociedade que não é o que gostaríamos, as queixas constantes que buscam razões externas, a legitimação de outros meios além do anarquismo não valem mais). Eu acho, uma crença que finge não ser cega, que em todo ser humano existe um desejo legítimo de rebelião e um desejo de uma vida melhor para si e para os outros, mas despertar os mecanismos que despertam essa consciência não parece uma tarefa fácil (propaganda honesta é uma gota no oceano antes da guerra). maremoto de informações inconsistentes). Essa rebelião tão esperada seria a explosão de uma energia vital comprimida, um primeiro movimento que afirmará certos valores.

Albert Camus disse que a consciência nasce com a rebelião, na qual o ser humano percebe que não pode ser reificado, que o desumano não é tolerável. Assim, o rebelde não admite mais que suas possibilidades de desenvolvimento, escolha ou rejeição, sua própria autodeterminação, já estejam diminuídas ou negadas. Já seria o começo de uma luta em nome da integridade; uma demanda por liberdade, que seria a tensão essencial de seu ser. Camus considerou que essa rebelião pode ser confusa a princípio, mas acaba despertando um sentimento comum em todos os homens, motivo para agir apoiado na solidariedade dos oprimidos. É por isso que a rebelião, despertando a consciência de si e dos outros, afirmando a ruptura com o que é instituído em nome de valores humanos superiores, dá origem a uma nova comunidade na qual o opressor não tem mais lugar devido à sua falta de humanidade. Essa nova sociedade pode e deve ser libertária (embora, obviamente, toda rebelião não leve ao anarquismo), pois seria a única que não trai suas fontes originais e que não nega a possibilidade de um horizonte melhor. O anarquismo baseia-se na rebelião que conclui que a existência humana não tem sentido sem liberdade, mas deve continuar a contribuir para afirmar a realidade (social e individual, nutrida mutuamente) com base nessa liberdade. É toda uma filosofia prática da vida: a liberdade não é real se não for sustentada pelo comportamento e ação diários. A grande questão é perguntar às pessoas se nossa consciência, a ausência ou não de rebelião,

Capi Vidal

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