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(pt) Chilenos Tarefas Anarquismo Social. O " libertÃrio " como uma Ãrea de disputa. por CAL (ca) [traduccion automatica]

Date Tue, 15 Oct 2013 12:11:47 +0300


" Foi assim que atà poucos meses atrÃs, tivemos um movimento libertÃrio que viveu em diferentes expressÃes ideolÃgicas do movimento popular, mas tiveram alguns elementos comuns, tais como a construÃÃo de organizaÃÃes de base e fora do estado , promovendo em todos os momentos do papel dos indivÃduos e da democracia interna , tendo a clareza nÃvel estratÃgico que a tarefa foi a construÃÃo de autonomia popular, classe de potÃncia e incentivando a aÃÃo direta como a principal ferramenta polÃtica para a transformaÃÃo social. Contudo, o aparecimento de Red libertÃrio como parte o movimento " todo o dinheiro " elevar a candidatura presidencial de Marcel Claude ea recente wink " desmarcado " libertÃrios Frente estudantes esta iniciativa nÃo sà deu inÃcio a uma fratura dentro dos libertÃrios , onde , aparentemente, posiÃÃes reformistas e autoritÃrias tÃm conseguido a hegemonia da militÃncia , para que os anarquistas nÃo ter feito mais para participar como espectadores passivos " .

TRABALHO SOCIAL DE CHILENO Anarquismo . LO disputa " LIBERTÃRIO " NO ESPAÃO

Estamos longe de negar a importÃncia das liberdades polÃticas. Mas a liberdade polÃtica, mas nÃo obteve quando o povo està determinado a ganhÃ-los e, uma vez obtido , duradoura e sà tÃm valor quando os governos acham que o povo nÃo suporta a remoÃÃo do mesmo . Habituar as pessoas a delegar a outros a conquista e defesa de seus direitos , à o caminho certo para dar lugar ao critÃrio do governante
( Malatesta )

Mas a alternativa socialista real à là , e nÃo um desenvolvimento fora das experiÃncias histÃricas e os seus erros e acertos , à o produto autÃntico que compreende o desejo de justiÃa e liberdade dos povos . Seria importante comeÃar a repensar uma anÃlise mais rigorosa sobre as coisas que tÃm naufragado a alternativa para estruturar uma sociedade em que nÃo o miserÃvel que apÃiam este sistema bases.
( FederaÃÃo Anarquista Uruguaia )


Atà algum tempo atrÃs, e depois de 14 anos de construÃÃo de anarquismo social na regiÃo chilena, muito feliz olhou grande simpatia que eles estavam tendo idÃias libertÃrias em setores do movimento popular, e pode realmente falar sobre o existÃncia de um campo de movimento libertÃrio composta de uniÃo militantes , estudantes e populaÃÃo , que tinha uma certa maneira de elementos estratÃgicos e tÃticos mais menos comuns , aos quais podemos acrescentar matriz polÃtico- cultural comum. As mobilizaÃÃes de 2011 contribuÃram para o projeto subjetiva nÃvel libertÃrio permear muito mais profundo do que muitos dos jogadores naqueles dias de luta.

Ao mesmo tempo esta se desenvolvendo rapidamente movimento libertÃrio de bem compreendido que era necessÃria contribuiÃÃo para a construÃÃo de um pÃlo revolucionÃrio dentro da esquerda , o que se refletiu na atuaÃÃo conjunta com outras experiÃncias polÃticas dentro das organizaÃÃes , tais como federaÃÃes aluno eo Congresso CONFECH para um novo sindicalismo no embrionÃrio e, em alguns conjuntos territoriais e coordenadores que conseguiram sobreviver a situaÃÃo depois de 2011 . Nos Ãltimos anos , este foi um avanÃo significativo para os anarquistas , pois permitiu um acÃmulo de forÃas favorÃveis ââ, deixando o status de " organizaÃÃes satÃlites " e assumir a responsabilidade para o depÃsito para o movimento popular, uma sÃrie de experiÃncias e reflexÃes prÃprio programa libertÃrio que tinha sido edifÃcio. Essa clareza tem feito a nossa prÃtica e nÃo se voltar contra a rejeiÃÃo extrema de qualquer iniciativa que nÃo se origina de nÃs e ao mesmo tempo nÃo nos permitiu permanecer ninguÃm movimento, especialmente a esquerda autoritÃria .

Foi assim que atà poucos meses atrÃs, tivemos um movimento libertÃrio que viveu em diferentes expressÃes ideolÃgicas do movimento popular, mas tiveram alguns elementos comuns, tais como a construÃÃo de organizaÃÃes de base e fora do estado em todos os momentos que reforcem o papel de temas e democracia interna, tendo nÃvel estratÃgico clareza que a tarefa era construir poder popular, autonomia de classe e incentivar a aÃÃo direta como a principal ferramenta polÃtica para a transformaÃÃo social. No entanto , o aparecimento de Red libertÃrio como parte do movimento de " todo o dinheiro " elevar a candidatura presidencial de Marcel Claude e os recentes piscadela libertÃrios "desmarcado " Frente a esta iniciativa os alunos tÃm nÃo sà iniciou uma fratura libertÃrios dentro , onde as posiÃÃes aparentemente reformistas e autoritÃrias tÃm conseguido a hegemonia da militÃncia , para o qual os anarquistas ter feito, mas nÃo como espectadores passivos participar. Serà , talvez, o movimento anarquista chileno ao mesmo tempo foi profundamente marcado pela linha histÃrica do crioulo e da AmÃrica Latina anarquismo , o pragmatismo tenha optado de tal modo que à aceito como a idÃia de implementar uma linha polÃtica que complementa a luta institucional sobre e aÃÃo direta de massas abaixo. Sera que o compromisso de " ruptura democrÃtica " como uma maneira de se mover em direÃÃo a um popular maiorias projeto prÃpria lÃgica do projeto bolivariano ea esquerda nacionalista , à o desafio dos libertÃrios de longo prazo. Podemos dizer , entÃo, que ainda existe um projeto histÃrico dentro do movimento libertÃrio ou à que parece que estamos diante de uma separaÃÃo da Ãgua, onde dois projetos comeÃam a viver bastante distintos , pelo menos neste momento em seus aspectos tÃticos , mas tambÃm comeÃam a mostrar caracterÃsticas de diferenÃas estratÃgicas profundas.

Perante este diagnÃstico anarquistas tem duas opÃÃes : em primeiro lugar desmarcarnos de " libertÃrio " , assumindo que o progresso da reforma posiÃÃes à muito profundo para suportar, ou entender o escopo de " libertÃrio " como uma Ãrea de disputa, tentando recuperar a carga histÃrica do conceito associado indiscutivelmente prÃticas anarquistas e idÃias. Para minha mente , à hora de encontrar e construir uma escola de pensamento que esta disputa de construÃÃo mais de uma dÃcada em que os anarco- comunistas foram , talvez, mais importante do que outros setores dentro dos libertÃrios .

Mais imediatamente , o nosso silÃncio dà , mas ir e ficar sozinho na crÃtica que tambÃm à um erro. A primeira grande tarefa à superar as fragilidades polÃticas do anarquismo , e disse que o grupo " Delo Truda " apÃs a RevoluÃÃo Russa :

" NÃs adquirimos o hÃbito de culpar o fracasso do movimento anarquista na RÃssia entre 1917-1919 , a repressÃo estatal do Partido Bolchevique . Que à um grande erro. RepressÃo bolchevique impediu a expansÃo do movimento anarquista durante a revoluÃÃo , mas foi sà um dos obstÃculos . pelo contrÃrio, foi o movimento anarquista ineficÃcia interna em si uma das principais causas deste fracasso, ineficÃcia emitido pela indefiniÃÃo e indecisÃo que caracterizou as suas principais posiÃÃes polÃticas sobre a organizaÃÃo e tÃticas. "

Devemos ser capazes de reconhecer que a primeira responsabilidade à nossa. Temos de ser capazes de aprender as liÃÃes que tocam -nos a seguir em frente. à necessÃrio posicionar as nossas organizaÃÃes a idÃia de que o mais importante à o papel das fundaÃÃes, construÃÃo de baixo, mas acima de tudo, a autonomia da escola e da aÃÃo direta de massas. Para neutralizar a ala reformista deve comeÃar por clarificar nosso prÃprio programa , as nossas propostas construtivas e promover a democracia em nossas estruturas organizacionais. QuestÃes para as quais nÃo existem fÃrmulas mÃgicas , mas podemos inspirar e encontrar guias sobre a experiÃncia e reflexÃo teÃrica de nossa construÃÃo passado .

A segunda tarefa passa novamente redefinir a nossa polÃtica de alianÃas , nÃo do ponto de vista de como as organizaÃÃes pretendem construir uma alternativa revolucionÃria , mas sim , para definir o que cargos polÃticos irà prevalecer em nossas relaÃÃes e de que a Ãrea deveria ser. à por isso que a nossa unidade com os setores revolucionÃrios à "de baixo e na luta ", qualquer desligÃndonos alianÃa acima finalidades institucionais , o que aparentemente à a opÃÃo tomada por alguns libertÃrios convergir em " All The Money" . Este posicionamento abaixo , prioriza a coordenaÃÃo em Ãreas especÃficas , onde de fato convergem nossos respectivos membros ( espaÃos sociais e socio- polÃticos) e , desde que certas metas quota mÃnima . à na luta, porque acreditamos que à a prÃtica que serve para clarificar os objectivos e as posiÃÃes corretas , ao invÃs de apenas debater aparato polÃtico . Desta forma, à possÃvel construir um pÃlo libertÃrio em setores populares que promove um projeto social por baixo, com democracia de base , libertÃrio quanto possÃvel , para ser capaz de abolir o Estado de uma maneira revolucionÃria .

A terceira tarefa relacionada com o acima à definir uma posiÃÃo clara sobre por que opor-se à participaÃÃo dos libertÃrios no processo eleitoral em curso e isso està totalmente relacionado com a nossa estratÃgia de construir a partir do fundo e fora do estado. Nas palavras de Felipe Correa :

"Qualquer transformaÃÃo social do capitalismo, como à o caso do que defendido por Bakunin , que defendia o socialismo sà poderia ser realizada fora das autoridades do Estado , ( ... ) Seria uma organizaÃÃo de todas as classes dominadas que , a partir de seus prÃprios movimentos sociais, econÃmicas e nos ÃrgÃos de sindicatos polÃticos, etc - deve realizar tanto a luta pela transformaÃÃo como a estruturaÃÃo de uma nova sociedade nÃo pautase um poder dominante , se o poder autogestionario , terminando com uma regra geral. ao mesmo tempo, devemos deixar bem claro que, apesar de vitÃrias de curto prazo poderia ser ganha , tanto na esfera econÃmica ( salÃrios, horÃrios de trabalho mais curtos ) e polÃtica ( maiores liberdades e direitos civis ) , eles devem ser apenas um meio para um processo maior de transformaÃÃo , capaz de forjar um poder autogestionario eliminaria o capitalismo eo estado forjar uma nova estrutura de poder territorial e da comunidade. "

Este à o local onde os anarquistas deviam ser comparados para proporcionar clareza no processo de transformaÃÃo social revolucionÃria. SÃo os nossos objetivos polÃticos que temos para depurar , alÃm de dizer a doutrina . Esta anÃlise fornece insights sobre diferentes estratÃgias de mudanÃa ou transformaÃÃo social. Em qualquer estratÃgia, sÃo os objetivos que determinam as aÃÃes , ou seja, objetivos estratÃgicos , implica uma estratÃgia coerente com ele, o que està se desenrolando na tÃtica , a tÃtica deve ser voltada para a estratÃgia e este objectivo estratÃgico . Esta questÃo à fundamental, porque se o objetivo estratÃgico à o de fazer ajustes dentro do mesmo modelo de poder , algumas formas de participaÃÃo polÃtica que trabalhar mais do que os outros, se o objetivo à a transformaÃÃo das relaÃÃes de poder no macro -social, outras formas de participaÃÃo polÃtica serà mais apropriado. à neste ponto em que hà grandes diferenÃas entre os dois projetos que coexistem dentro do movimento libertÃrio . Pensamos em um nÃvel estratÃgico dentro das aÃÃes do Estado pode promover a mudanÃa social, mas a transformaÃÃo social implicaria mudanÃas no sistema e nÃo no atual modelo de poder. Isso nÃo significa que todas as medidas de curto prazo que favorecem o atual sistema de dominaÃÃo e tendem a fortalecer o modelo de poder de controle . Por exemplo, nÃs concordamos que, no cenÃrio atual , o Chile precisa de uma sÃrie de reformas democrÃticas que deve ser impulsionado pelo movimento popular como um todo, com o objetivo de minar as bases do modelo neoliberal.

Como esboÃo de um objectivo estratÃgico para os anarquistas e aqueles dentro do movimento libertÃrio identificado com esta linha de construÃÃo , seria fortalecer o movimento social popular nascente que està desenvolvendo com o inÃcio do ciclo de 2006-2011 lutas a tarefa realizar . Os movimentos sociais sÃo , historicamente , os espaÃos entre as classes dominadas a agir em seu prÃprio nome. Se , por um lado, as medidas de curto prazo que deixam o estado tendem a reforÃar a sua legitimidade e , portanto, o sistema, que à uma parte essencial , os ganhos de curto prazo a partir da luta de classes conduzida por movimentos sociais podem servir para fortalecer um projecto para outro , que se opÃe ao modelo atual. Mudar o modelo de sociedade que conduz ao eixo de limitar a participaÃÃo de si mesmo à um objectivo estratÃgico ambicioso. Substituir o sistema de dominaÃÃo por um auto requer , em consonÃncia com este objectivo estratÃgico , estratÃgias e tÃticas que visam a esse caminho. TÃticas e estratÃgias para fortalecer as relaÃÃes de dominaÃÃo nÃo pode apontar para os objetivos de auto- declarados. Os movimentos sociais podem ser espaÃos privilegiados para a transformaÃÃo social ( revolucionÃrio ) , mas as suas estratÃgias e tÃticas devem ser ajustados para esses fins. ( Correa, 2007)

TransformaÃÃes sociais sà pode ocorrer a partir de construÃÃes cotidianas dos nÃveis mais bÃsicos da sociedade , razÃo pela qual uma boa perspectiva à o controle da comunidade. A organizaÃÃo dos movimentos sociais populares autogeridas , sob a perspectiva dos principais problemas para a vida da organizaÃÃo e controle do territÃrio a gestÃo torna-se , portanto, um meio fundamental para vocà construir um modelo autogestionario . As vitÃrias de curto prazo como a reforma democrÃtica sentia pelo paÃs sÃo essenciais para a forÃa das classes dominadas acumulando . Mas vocà nÃo pode perder o objetivo estratÃgico de construÃÃo do poder popular , independentemente das classes, que podem estabelecer a base de auto-gestÃo e promover um processo mais amplo de transformaÃÃo social por meio de realizaÃÃes concretas em diversas esferas (condiÃÃes econÃmicas melhorarem , uma maior participaÃÃo polÃtica , etc ) e construÃÃo subjetiva de um novo molde ideolÃgicas setores populares culturais

Este projeto de longo prazo requer melhorias dentro dos movimentos sociais , as posiÃÃes demandas essencialmente de curto prazo e empresarial de seu prÃprio setor. Assim, para superar os objetivos de curto prazo e promover a integraÃÃo dos movimentos sociais em favor de um objetivo mais amplo de transformaÃÃo torna-se peÃa-chave neste processo , sendo necessÃrio para isso, uma estrutura organizacional mais ampla, articulada em uma organizaÃÃo intersetorial popular, ou em um tipo de " classes dominadas frente" , o que pode representar as sementes da transformaÃÃo social no sentido de um modelo de poder de auto- gestÃo de pessoas.

ORGANIZAÃÃO POPULAR PARA CONSTRUÃÃO DE BAIXO E PARA FORA DO ESTADO
LUTA , construir o povo contra o Estado eo Capital
BEAST LUTA CONTRA CAPITALISTA anarquista comunista

C.A.L
Outubro de 2013.
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