|
A - I n f o s
|
|
a multi-lingual news service by, for, and about anarchists
**
News in all languages
Last 30 posts (Homepage)
Last two
weeks' posts
Our
archives of old posts
The last 100 posts, according
to language
Greek_
中文 Chinese_
Castellano_
Catalan_
Deutsch_
Nederlands_
English_
Français_
Italiano_
Polski_
Português_
Russkyi_
Suomi_
Svenska_
Türkçe_
The.Supplement
The First Few Lines of The Last 10 posts in:
Castellano_
Deutsch_
Nederlands_
English_
Français_
Italiano_
Polski_
Português_
Russkyi_
Suomi_
Svenska_
Türkçe_
First few lines of all posts of last 24 hours
Links to indexes of first few lines of all posts
of past 30 days |
of 2002 |
of 2003 |
of 2004 |
of 2005 |
of 2006 |
of 2007 |
of 2008 |
of 2009 |
of 2010 |
of 2011 |
of 2012 |
of 2013
Syndication Of A-Infos - including
RDF - How to Syndicate A-Infos
Subscribe to the a-infos newsgroups
(pt) Apoio Mútuo - Revista anarcosindicalista #2 - A contestação pelos monitores
Date
Fri, 22 Feb 2013 18:29:25 +0200
Pelos monitores de televisão (e afins), é possível ver imagens que aparentemente denunciam
o descontentamento com a classe política, uma luta contra as medidas de austeridade
impostas pelos representantes das multinacionais. ---- Político vaiado é político
integrado num círculo próprio para ilustres representantes do povo. O político vaiado é um
político reconhecido, com imagem famosa, não passa despercebido, entra na caderneta. ----
Pelos livros e pelo contacto com as pessoas, aprendese que ao longo da história sempre
existiram uns fulanos que sempre quiseram impor medidas de austeridade e de controlo da
população, medidas que segundo os implantadores foram empregues para o bem de povos,
viuse os resultados: a segunda guerra mundial e os crimes contra a humanidade
perpetrados pelos Estados nazi e soviético entre outros, seus parceiros.
No caso português a estu-
pidez da ditadura durou tanto (a
mais longa da Europa) que ficou
mesmo enraizada no sistema políti-
co e social (o filho do pide hoje é di-
retor de escola, ministro, secretário
de estado, etc.; o bufo da secretaria
hoje é chefe, por exemplo), mesmo
depois de um cenário de revolução
militar.
Cenário é a palavra que descreve
bem a farsa que se vive na atualida
de, pois o território dito português
tem cerca de dez milhões de habi
tantes que fazem um milhão de en-
dividados, consumidores da tecno-
logia, de centros comerciais e afins,
a reclamarem dos governantes que
lhes garantiram uma vida a crédito.
A televisão, a comunicação soci-
al, quer o direto, o acontecimento, o
ato performativo, a morte em direto,
qual sociedade barroca, agora é que
é: a imagem comove e vale milhões
de euros ou de dólares; quanto custa
uma imagem às agências noticiosas?
(Quanto ganha um jornalista?)
Se as manifestações não fossem
dos endividados e dos clientes das
lojas da moda, ainda se fossem um
milhão de pessoas a arremessar com
a tecnologia aos bancos, a não ver
televisão, mais os milhões de pesso-
as que não elegeram nenhum dos
politiqueiros que dizem governo
(foi abstenção que ganhou as elei-
ções), mais os milhões que não têm
ordenado algum, mais os que têm
pensões de miséria e trabalharam a
vida toda, mais os milhões que não
têm qualquer qualidade de vida,
nessa condição talvez qualquer go-
verno fique abalado. Assim, isto não
passa de fazer imagens e notícias
para difundir na tecnologia e nos
meios que sustentam o capitalismo.
Na Idade Média as cidades pa-
gavam para não serem atacadas,
contratavam mercenários para as
proteger, assim se fizeram os nobres
heróis e senhores do passado (e
presente), assim se defenderam os
burgueses, pois uma espécie de
burguesia mercantilista continua na
atualidade a manter a casta em ci-
ma, não deixa que o poder caia na
rua. Assim temos as manifestações
convocadas via internet, telemóvel,
manifestações do andar à volta co-
mo carneiros, sim, um centro e an-
dase à volta tudo muito contido,
muito politicamente correto, o car-
taz com a frase que vai mudar o
mundo, a faixa do sindicato impres-
sa em alta tecnologia, os brindes da
manifestação não devem faltar a
aparecer, assim como o kit manifes-
tação. Enquanto a manifestação
ocorre, os bancos continuam a rou-
bar, os politiqueiros de carreira a
governaremse, milhares de pessoas
morrem vítimas da guerra paga pe-
los Estados democráticos para ani-
quilarem e subjugarem outros povos
ao capitalismo.
Como diz alguém "nesta latrina
há muito que cheira mal", mesmo
sendo um jardim à beiramar, chei-
ra a morto!
A crise é mundial, para onde
formos lá está um Estado sujo, poli-
tiqueiros corruptos e amigos para se
governarem.
O Planeta Terra não é proprie-
dade de nenhum grupo de pessoas,
é de todos/as: pessoas, animais e
vegetais, é um organismo vivo, nin-
guém tem de se subjugar a um go-
verno nem a um Estado.
Até quando isto vai ser assim?
HM
Setembro 2012
_________________________________________
A - I n f o s Uma Agencia De Noticias
De, Por e Para Anarquistas
Send news reports to A-infos-pt mailing list
A-infos-pt@ainfos.ca
Subscribe/Unsubscribe http://ainfos.ca/cgi-bin/mailman/listinfo/a-infos-pt
Archive http://ainfos.ca/pt
A-Infos Information Center