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(pt) Portugal, Acção Directa #2 - p6 - Outros modos de viver - Vegetarianismo libertário: muito para além da alimentação + (en)

Date Mon, 04 Feb 2013 12:33:19 +0200


O que leva um indivíduo a adotar uma dieta vegetariana? Preocupação estética? Saúde? Paladar exigente? ---- Obviamente cada vegetariano carrega o seu motivo individual, mas o que poucos compreendem é que o vegetarianismo vai muito além de uma questão alimentar. ---- Falaremos do vegetarianismo sob uma visão libertária para compartilhar os motivos pelos quais adoptamos essa escolha. ---- Ser libertário é, em principio, defender a liberdade de cada ser. Não nos limitamos em apoiar apenas a liberdade do ser humano, posto que todo aquele que anda sobre a terra é munido de sentimentos. Defendemos a libertação animal e o fim de sua exploração pelo homem, já que os animais não são capazes de se defender sem o nosso apoio. O vegetarianismo é uma maneira de impactar as indústrias responsáveis por tal exploração, além de ser uma dieta saudável e variada.


Mas isso não é tudo. O simples fato de não comer carne é por
si um cuidado com o meio ambiente, já que a indústria da
carne é responsável por grande parcela da poluição de rios e da
atmosfera, despejando toneladas de resíduos e agentes tóxicos
que contribuem inclusive para a deterioração da camada de
ozono.

Além disso, a criação de gado exige mais recursos do que o
cultivo de vegetais, desperdiçando água e cereais.

80% da soja produzida no mundo é usada como alimentação de gado
para a indústria da carne, sendo que esses cereais poderiam ser
usados para alimentar populações famintas; mais da metade da água
consumida no mundo é destinada a criação de gado, quando seria mais
produtivo utilizar essa água para o cultivo de cereais para o nosso
próprio consumo. E isso são apenas alguns exemplos do impacto
causado pelo consumo de carne.

Entre tantos pontos económicos, éticos, ambientais e até mesmo
em cuidado à vida, adoptamos o vegetarianismo como
atuação pelo respeito aos animais, pela preservação do meio
ambiente, por questões económicas e por uma refeição
seguramente saudável e saborosa.

Por isso entendemos que o vegetarianismo é também uma postura
libertária. Sugerimos que busque mais informações sobre
o vegetarianismo. Garantimos que é fácil e agradável adotar
essa dieta e estilo de vida.

adaptado de http://tapaativismo.blogspot.pt

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Cerca de quatro dezenas de pessoas na apresentação do Colectivo Libertário de Évora

Cerca de 40 pessoas assistiram no passado
dia 13 de Novembro, na Associação
“é neste país”, à exibição do filme “Terra
e Liberdade” – que retrata o confronto
entre os anarquistas e os stalinistas pró-
Moscovo em plena guerra civil espanhola,
com a posterior militarização das
milícias populares – , a que se seguiu a
apresentação do Colectivo Libertário de Évora.

Presentes na sala pessoas de diversas
sensibilidades, mas todas elas curiosas
relativamente ao anarquismo e às
possibilidades de construção de um espaço
alternativo aos aparelhos partidários. Os
membros do Colectivo Libertário disseram
que, numa primeira fase, pretendiam
dar visibilidade às ideias anarquistas e
acolher no seu seio todos os que quisessem
trabalhar em prol das ideias libertárias,
nomeadamente na organização de
experiências de democracia directa,
como um projecto de trocas; espaços
autogestionados; assembleias de base
local, etc..

Durante a discussão alguns dos presentes
relataram as suas experiências de vida:
um jovem trouxe a sua experiência de
desemprego já de há vários anos, sem
qualquer apoio, ainda à espera do RSI, e
tendo que se alimentar num refeitório
social de uma das paróquias da cidade.
Foram assinalados ainda os cortes na
saúde e destacada a importância da greve
geral do dia seguinte (14 de Novembro),
sobretudo por ela ter uma dimensão
supra-nacional.

Com a aproximação das eleições locaise
embora os anarquistas estejam afastados
das lutas políticas pelo poder autárquico,
que não nos interessam minimamente –
foi defendido que seria útil a
elaboração de uma espécie de agenda
local alternativa às promessas partidárias,
mas assente na cidadania e na proximidade
(a necessidade de espaços de lazer ou
comunitários; os edifícios em ruínas que
é urgente recuperar ; aspectos ecológicos
de fundo; etc.).

Na sessão estiveram também presentes
elementos do Grupo Anarquista Gonçalves
Correia, de Castro Verde, que edita a
revista Alambique e que trouxeram a
notícia de que está para breve (dentro de
duas semanas) a edição por diversos
grupos de várias zonas do país de um jornal
anarquista, impresso, a ser distribuído a
nível nacional e que pretende ter uma
cobertura também nacional. Na altura far
-se-á a apresentação deste jornal aqui em
Évora, sendo natural que, independentemente
do Colectivo Libertário de Évora
continuar a editar o Boletim Acção
Directa, possamos também integrar este
projecto de media alternativa que tanta
falta tem feito na articulação dos vários
segmentos do movimento libertário em
Portugal.

Em Janeiro, o Colectivo Libertário de
Évora irá dar início a um ciclo de filmes
alternativos e de debates (um por mês)
até Maio/Junho, altura em que está
prevista a realização de uma Semana
Anarquista em Évora (com debates,
exposições, música, documentários, feira do
livro, comidas vegetarianas e alternativas,
etc.), para a qual vai ser necessário o
envolvimento do maior número de pessoas
possível. Tentaremos também publicar
mensalmente o boletim “Acção Directa”.
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