A - I n f o s

a multi-lingual news service by, for, and about anarchists **
News in all languages
Last 30 posts (Homepage) Last two weeks' posts Our archives of old posts

The last 100 posts, according to language
Greek_ 中文 Chinese_ Castellano_ Catalan_ Deutsch_ Nederlands_ English_ Français_ Italiano_ Polski_ Português_ Russkyi_ Suomi_ Svenska_ Türkçe_ The.Supplement

The First Few Lines of The Last 10 posts in:
Castellano_ Deutsch_ Nederlands_ English_ Français_ Italiano_ Polski_ Português_ Russkyi_ Suomi_ Svenska_ Türkçe_
First few lines of all posts of last 24 hours

Links to indexes of first few lines of all posts of past 30 days | of 2002 | of 2003 | of 2004 | of 2005 | of 2006 | of 2007 | of 2008 | of 2009 | of 2010 | of 2011 | of 2012 | of 2013 | of 2014 | of 2015 | of 2016 | of 2017 | of 2018

Syndication Of A-Infos - including RDF - How to Syndicate A-Infos
Subscribe to the a-infos newsgroups

(pt) Uma história oral do anarcopunk em São Paulo - parte 3 por Eduardo Ribeiro (By A.N.A.)

Date Fri, 3 Aug 2018 07:38:27 +0300


Começa efetivamente o convívio em comunas, as bandas, publicações, as primeiras coletâneas e o punk expande-se para além da música. ---- Depois que nomearam as suas bandeiras, os anarcopunks se sentiram incomodados com a falta de uma prática da ação direta nos meios tradicionais anarquistas e sindicais. Foi aí que expandiram as ações e o discurso para a defesa de causas específicas. Feminismo, ambientalismo, diversidade de gênero, direitos indígenas... Eram muitas as frentes. ---- As primeiras reuniões do MAP (Movimento Anarco-Punk) rolavam na Estação da Luz. Por volta das 19h começavam a chegar os punks, agrupando-se nos bancos ou nas escadas com acesso fechado. Nas reuniões rolava troca e distribuição de materiais libertários - fanzines, livros, revistas, panfletos, jornais - e apresentação das correspondências que chegavam na caixa postal do movimento. Os encontros aconteciam ali porque os punks não tinham sede e moravam próximos às estações ferroviárias. Os punks se juntavam, falavam de política, de som, faziam brincadeiras, bebiam goró e compartilhavam alimentos.

Essas reuniões deram início às manifestações e aos ciclos de ações onde foram criados os coletivos e as comunas. Essa atividades incluíam panfletagens no centro da cidade, visitas a órgãos da imprensa para entregar "cartas-abertas" ou protestar, invasão de eventos "do sistema" ou burgueses. Acima de tudo, acreditava-se que isso era a verdadeira identidade do punk.

Na terceira parte desta história oral do anarcopunk em São Paulo, os depoimentos revelam as primeiras preocupações dos coletivos. Nessa época, o convívio anárquico é buscado pela primeira vez em experiências de comunas: as bandas começam a amadurecer, a galera consegue prensar os primeiros vinis na forma de coletâneas e split EPs, descola lugares pra tocar, e ainda se proliferam os zines e publicações anarcopunks, grupos de punkapoeira, teatro, poesia, artesanato e tudo mais. Com a palavra, aqueles que estiveram lá.

Para ler a reportagem na íntegra, clique aqui:

https://www.vice.com/pt_br/article/pakpj7/historia-oral-anarcopunk-sao-paulo-parte-3

Conteúdos relacionados:

https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2018/07/21/uma-historia-oral-do-anarcopunk-em-sao-paulo-parte-2/

https://noticiasanarquistas.noblogs.org/post/2018/07/15/uma-historia-oral-do-anarcopunk-em-sao-paulo-parte-1/

agência de notícias anarquistas-ana
_________________________________________
A - I n f o s Uma Agencia De Noticias
De, Por e Para Anarquistas
Send news reports to A-infos-pt mailing list
A-infos-pt@ainfos.ca
Subscribe/Unsubscribe http://ainfos.ca/mailman/listinfo/a-infos-pt
Archive http://ainfos.ca/pt
A-Infos Information Center