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(pt) France, Alternative Libertaire AL #235 - Anjo Bosqued (CGT Espanha): "Vemos a chegada de uma nova geraÃÃo de ativistas" (en, fr) [traduccion automatica]

Date Fri, 07 Mar 2014 20:53:09 +0200


Anjo Bosqued à o secretÃrio de RelaÃÃes Internacionais do anarco-sindicalista Central IbÃrica, a ConfederaciÃn General del Trabajo (CGT [ 2 ]). Segurando-Congresso Confederal em outubro de 2013 foi uma oportunidade para fazer um balanÃo do que Ã, de longe, a organizaÃÃo alegando que os ideais libertÃrios internacionais mais significativos. ---- Alternativa LibertÃria: O que à o desenvolvimento da CGT? ---- Anjo Bosqued: Desde 1989, a CGT està progredindo lentamente, mas de forma constante, nÃo sà na adesÃo, mas tambÃm escritÃrios territoriais e sectoriais. Temos mais de 60.000 es filiadas estÃvel e voar cerca de 10.000 que contribuem de forma muito irregular, devido ao contexto econÃmico. Metalurgia e transporte à a espinha dorsal da CGT, mas sabemos que um desenvolvimento claro nas Ãreas de administraÃÃo pÃblica e saÃde e manter a nossa presenÃa no sector bancÃrio. Na educaÃÃo, mas tambÃm computadores, ComÃrcio e limpeza, notamos uma tendÃncia clara. Em quÃmica e agricultura nossa implementaÃÃo permanece limitada.

Importante, vemos a chegada de uma nova geraÃÃo de ativistas, de trinta e es de movimentos sociais, que traz com ele o entusiasmo de diferentes perspectivas e mÃtodos de controle inovadoras.

Como caracterizar a situaÃÃo social e polÃtica vigente no Estado espanhol?

O Partido Popular (PP) do governo e uma maioria no Parlamento. Durante seus primeiros anos no poder, ele colocou todo o seu peso para impor todas as medidas econÃmicas e jurÃdicas para aumentar os cortes nos salÃrios e perda de direitos sociais. O PP tem todos os joelhos-empregado es com direitos mÃnimos. Isso criou um monte de medo e resignaÃÃo, especialmente entre aqueles com mais de 50 anos, que temem mais do que qualquer uma perda de emprego ou em menores de 25 anos que vivem em extrema pobreza.

Uma vez que esta ofensiva do capital realizado, alÃm de pensÃes que, actualmente, ainda nÃo foram afetadas, somos confrontados-es para uma nova fase: a supressÃo do movimento, o questionamento dos direitos sociais ( aborto, greves, manifestaÃÃes, liberdade de expressÃo). Como tudo jà foi destruÃdo, os anos marcados por novas eleiÃÃes serÃo substituÃdos por "presentes" para a classe mÃdia: impostos mais baixos, o levantamento do congelamento dos salÃrios, de volta aos funcionÃrios mÃs 13.

Quais sÃo as respostas do movimento sindical espanhol?

Os sindicatos majoritÃrios [ 1 ] acompanhado, de sentar-se em torno das mesas de negociaÃÃo, estas medidas anti-sociais, recusando-se a criar a base para um confronto direto. Por conseguinte, à difÃcil trabalhar com elas, mesmo localmente podem ser feitas para fazer as coisas. Muitas pessoas jà percebem os efeitos nocivos desses sindicatos tÃm, de fato, perderam sua centralidade dentro do movimento operÃrio. Mas eles continuam a ser considerados como essenciais "parceiros sociais".

Com o sindicalismo basco, as coisas se acalmaram um pouco desde a trÃgua declarada por armas da ETA. No entanto, a nosso ver, o nacionalismo basco continua a priorizar a questÃo nacional para os direitos sociais, o que, por vezes, faz com que a unidade complicado de aÃÃo. Com outras organizaÃÃes e movimentos sociais, convergÃncias tÃm sido freqÃentes nos Ãltimos anos, e apesar de nÃs nÃo sÃo capazes de criar uma estrutura unitÃria permanente e estÃvel, realizamos nÃvel local e nacional muitas campanhas juntos.

Fora da CGT, o que à a realidade do movimento libertÃrio no Estado espanhol hoje?

HÃ uma grande riqueza de pequenos grupos e organizaÃÃes que pretendem ser libertÃrio, movimento muito ativo e se espalhou por todo o territÃrio. Fraqueza resultados, no entanto, o fato de que a sua actividade com base em afinidades ideolÃgicas e alguma forma de purismo, eles tÃm dificuldades persistem e, sobretudo, para criar raÃzes. Por outro lado, Ã inegÃvel que o pensamento libertÃrio, em geral, Ã muito comum na vida cotidiana, nas relaÃÃes entre as pessoas, bem como as propostas e prÃticas de muitas organizaÃÃes.

Quais sÃo as prioridades da CGT em nÃvel internacional?

CGT suporta qualquer luta de um povo lutando por sua independÃncia. Apelamos ao espÃrito de nossos antepassados ââque lutaram por uma federaÃÃo livre de indivÃduos e comunidades. Neste, o nosso apoio ao povo palestino, mas tambÃm saharauis ou curdos, enfrentou a repressÃo constante de um estado colonizador, à natural. Muito diferente à o tema dos zapatistas que baseou sua luta no desejo dos povos originais a serem tratados com dignidade, mas tambÃm um claro desejo de construir uma sociedade em bases horizontais com uma exigÃncia igualitÃria.

O congresso da CGT tambÃm confirmou a participaÃÃo em vÃrias redes sindicais internacionais?

A CGT foi sempre ligaÃÃes com o anarco-sindicalista e prioridade do movimento libertÃrio. Neste sentido, os nossos parceiros preferenciais permanecem os IWW, SAC (SuÃcia), SEA (GrÃcia), IP (PolÃnia), o f-CNT e CNT-SO (FranÃa), FAG (Brasil), FAU (Uruguai) , UTI e Unicobas (ItÃlia). Criamos hà vÃrios anos uma CoordenaÃÃo vermelho e preto com o SAC, o CNT e CGT-f-e. Juntou-se por outras organizaÃÃes, e estamos otimistas em relaÃÃo ao futuro. No entanto, devemos reconhecer Ãltimos anos, um declÃnio no componente de trabalho por causa de nossas preocupaÃÃes locais, o que afetou o fortalecimento do nosso trabalho comum. Acho que estamos alÃm desta digressÃo interior em nossas respectivas realidades e que 2014 serà um novo passo para o relanÃamento. Na esperanÃa de que somos capazes ...

AlÃm disso, tem sido hà muitos anos que estamos a trabalhar com os sindicatos alternativos. Entre estes, parceiros com os quais as relaÃÃes sÃo particularmente satisfatÃria e contÃnua, ea uniÃo dos Cubs italianos bÃsicos, e muitos sindicatos que rompem com as prÃticas filiadas à ConfederaÃÃo Sindical Internacional e da FederaÃÃo Sindical Mundial. As redes internacionais, garantindo a especificidade de cada organizaÃÃo membro, permitir sindicatos que compÃem juntos para encontrar um terreno comum e lutar juntos lÃgica anti-social.

Qual à a relaÃÃo da CGT francesa com organizaÃÃes?

Falei anteriormente sobre a nossa relaÃÃo com o f-CNT e CNT-SO, com quem partilhamos um projecto de sociedade anti-autoritÃria e libertÃria. Temos tambÃm muitos pontos de convergÃncia com muitas estruturas do Sindicato Solidariedade.

Entre AL e CGT-e, hà uma relaÃÃo constante durante anos, mas principalmente atravÃs de compromissos sindicais ativistas AL, devemos fortalecer o trabalho conjunto entre as duas organizaÃÃes como nossos pontos Ãbvios sÃo nÃo suficientemente explorado. ComissÃes com sindicalistas revolucionÃrios com a FederaÃÃo Anarquista, ou algumas estruturas da CGT francesa, à tambÃm, ocasionalmente, fazer as coisas na base de lutas concretas.

Entrevistado e traduzido por C. Mouldi (AL Transcom) e Jeremias (AL Gard)

[ 1 ] das ComissÃes e dos trabalhadores dos trabalhadores da UniÃo, a maioria dos colaboradores, por exemplo, as prÃticas CFDT.

[ 2 ] www.cgt.org.es . Veja tambÃm a ConfederaÃÃo mensal www.rojoynegro.info e revisÃo teÃrica e debater www.librepensamiento.org .
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