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(pt) Anarkismo.net: A raiva da elite brasileira ea falta de classe dominante Identificação Nacional by Dijair Brilhantes and Bruno Lima Rocha (en)

Date Sat, 12 Jul 2014 23:48:25 +0300


O presidente do Brasil sabia que isso ia acontecer, e foi provavelmente por isso ela evitou falar durante a cerimônia de abertura. ---- A Copa do Mundo é considerado um dos maiores eventos do mundo. Ela deveria vir como nenhuma surpresa então que os comandos da instituição que é dirigida por Seth Blatter deve continuar a fazer centenas de demandas contra o país que é acolher os jogos. Na prática, isso significa que os direitos fundamentais devem ser suspensas, especialmente em um país com um governo de "esquerda". Apenas mais um dia no país tropical. ---- Quando o Brasil foi escolhido para sediar os jogos de 2014, o governo brasileiro não poderia imaginar a magnitude do mal-estar social que se desdobrar. Curiosamente (ou não), a classe que é o mais insatisfeito é o verdadeiro beneficiário da competição da FIFA. As elites que vaiaram e insultaram o presidente durante inauguração dos jogos são uma presença constante em todos os estádios. Isso poderia explicar os insultos exageradas. O presidente do Brasil sabia que isso ia acontecer, e foi provavelmente por isso ela evitou falar durante a cerimônia de abertura. Como todos vocês provavelmente sabem, o chamado "bloco amarelo" (um neologismo inventado por um canal de TV em uma história de valor incalculável) deu à luz a uma reação ainda mais reacionário.

Os insultos e as vaias começaram na zona VIP do estádio. Luciano Huck , uma personalidade da TV brasileira e dono da marca de roupas " Use Huck "que criou as camisetas para a campanha" Somos todos macacos ", foi um dos primeiros a fazer seu desgosto claro. Deve também notar-se que a entrada para o estádio foi em 900 reais (cerca de 400 dólares)! Huck se defendeu em seu programa semanal, vociferando contra a atitude ofensiva do público presente. A fúria da elite brasileira - que não consegue conviver com um governo que não elegeu e, talvez, pior ainda, não pode desfrutar de um evento feito especificamente para seu benefício - continuou circulando em transmissões nacionais. As mesmas pessoas que se queixaram dos movimentos sociais que protestavam do lado de fora, agora estão "protestando" dentro dos estádios, bebendo cerveja importada. Os "coxinhas" (elite esnobe brasileira) nunca estão satisfeitos. Nelson Rodrigues (nosso grande autor de drama), explica que o pé-reduto da elite brasileira é um trauma que é especial para eles. Eles gostariam de ser europeus ou cidadãos norte-americanos, mas, para sua desgraça, eles são meramente ocidental créolle classe dominante do terceiro mundo. Enquanto isso, aqueles que vivem na base da pirâmide social fazer sofrer as conseqüências, pois eles reproduzem o estilo de vida daqueles que controlam o aparato ideológico.

A Balança de estádios

Os estádios, os tribunais e os campos são os espaços de contratos oficiais polêmicos. Todos os estádios brasileiros construídos para a Copa do Mundo foram postos à prova, e apesar de alguns problemas resultou, nada sério aconteceu.

Itaquerão (São Paulo, Brasil) - Estado de abertura do torneio. Os jornalistas reclamaram que o sinal de internet era instável no centro de comunicações de mídia e nas áreas comuns. Bares se queixou de que havia uma falta de alimentos e bebidas quentes. Durante o jogo, luzes morreu, mas não completamente, ou o suficiente para interromper o jogo.

Mané Garrincha (Brasília, Distrito Federal) - Longas filas formadas nas detecters de metal na entrada do estádio para o jogo entre a Suíça e Equador. Muitos fãs entraram enquanto o jogo estava bem no seu caminho.

Maracanã (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro) - Houve uma grande quantidade de descontentamento para as arquibancadas do Estádio Mario Filho, a escassez de alimentos e as filas enormes para comprar bebidas deixou os fãs impacientes durante o jogo entre Argentina e na Bósnia. O incidente mais grave ocorreu durante a matemática entre Chile e Espanha, em que os fãs chilenos que não tinham passes invadiram o centro de imprensa, na tentativa de torná-lo para as varandas. A polícia do Rio precisou da ajuda de seguranças da FIFA para apreender os fãs chilenos.

Mineirão (Belo Horizonte, Minas Gerais) - Houve muitos problemas fora devido ao tráfego. No interior, reclama girava em torno do serviço ineficiente das barras. As queixas de longas filas para entrar banheiros também eram comuns.

Arena Pantanal (Cuiabá, Mato Grosso) - Stands tinha longas filas e as pessoas revendidos itens dentro. Um incidente ocorrido durante o jogo entre a Austrália eo Chile, quando os fãs entraram com fogos de artifício. O Comitê Organizador Local (COL) marcou o episódio como inaceitável.

Arena Pernambuco (São Lourenço da Mata Grande Recife, Pernambuco) - Houve uma falta de comida nas arquibancadas, bem como violações de segurança. Apoios de Costa de Marfil foram capazes de trazer instrumentos musicais (um item proibido pelo manual FIFA), algo que desencadeou uma festa, fazendo os africanos feliz.

Arena Fonte Nova (Salvador, Bahia) - O problema era as longas filas na entrada eo atraso nas arquibancadas no início do jogo. No segundo jogo, os problemas melhorado.

Arena das Dunas (Natal, Rio Grande do Norte) - As queixas foram baseadas na falta de recepção do telefone celular, como havia momentos em que a comunicação era impossível.

Castelão (Fortaleza, Ceará) - O problema era a rede 3G, o sinal do telefone celular instável era um obstáculo para o trabalho dos jornalistas e as queixas mais criados do público.

Arena da Baizada (Curitiba, Paraná) - Houve um grande atraso na entrada, os fãs também reclamaram do tempo de espera nas arquibancadas e os banheiros.

Beira - Rio (Porto Alegre, Rio Grande do Sul) - Problemas com sinal de internet e telefones, algumas catracas não funcionou, produzindo linhas na entrada. O maior problema foi o som do estádio, que impediu o canto de hinos e da transmissão de informações do jogo entre França e Honduras.

Arena Amazônia (Manaus, Amazonas) - As queixas foram baseados em longas filas nos estandes ea desinformação dos voluntários, como a falta de familiaridade com as línguas estrangeiras. Pessoas sentadas nas escadas ou no final de corredores perturbar aqueles que queriam assistir ao jogo. Recepção Cellular teve espaço para melhorias.

Neste país, o direito de protestar é suspeito

A onda de protestos que as melhorias da demanda continuar no Brasil durante a Copa do Mundo, embora não tão grande como no ano passado. Como não existe demanda no sentido de reivindicações concretas, os objetivos são semelhantes, mas não exatamente o mesmo. É difícil para os protestos a aumentar de tamanho em 2014, devido às forças eleitorais (PSOL e PSTU), aproveitando os dividendos da campanha, antes deles, tomando as ruas e multiplicando eventos públicos.

Mais de uma semana atrás, no início dos jogos houve protestos em todas as cidades que receber partidas. Alguns dizem que os manifestantes são oportunistas e que eles estão tirando proveito dos meios de comunicação de que a Copa do Mundo oferece. Em São Paulo, um confronto entre a polícia e manifestantes deixaram pessoas feridas, entre elas dois repórteres da CNN. Na verdade, a oportunidade de protestar é dado pela percepção de que a Copa deixou uma dívida social que será paga pelos pobres. Nós experimentamos remoções maciças geográficas, aumentos de preços em solo urbano, programas de construção em lugares sem clube de futebol profissional relevante (como em Cuiabá e Brasília), ou a construção de estádios onde já existem três clubes profissionais, cada um com seus próprios campos (como em Recife ). Houve abusos policiais óbvias e excessos.

Enquanto a bola rolou no Castelão, em Fortaleza, durante o jogo entre Brasil e México, houve um forte confronto contra a polícia militar no estádio do Ceará eo mesmo ocorreu no estádio de Pernambuco. Em Recife, o occupantsof o movimento Occupy Estelita sofreu um despejo no centro da cidade. A razão é a construção do conjunto habitacional "Nuevo Recife", cujo objetivo é construir as maiores torres na cidade, no meio de um processo de atos ilegais, de acordo com o Ministério Público Federal. A ocupação foi pacífica comprometida e criaram um cronograma de atividades recreativas. Como sempre, o governo do estado de Pernambuco enviou a tropa de choque para o local, a implantação de gás lacrimogêneo e balas de borracha contra os ocupantes. Eles aproveitaram o fervor em torno da equipe nacional, para executar um ato que seria completamente impopular. Quem foi oportunista nesta situação?

Dilma vaiado e sem identidade compartilhada entre o atual governo e as elites que vão para o campo

As vaias contra Dilma, que veio acompanhado com xingamentos e ameaças eram sensacionais no início da Copa do Mundo. Naquele momento, depois de uma festa stereotypified de inauguração, lulismo encontrou-se face a face com seu pior inimigo.

Quanto mais eles tentam, Lula e seus seguidores não são capazes de criar uma identificação com a classe dominante brasileira, aqueles que gostaria de falar uma língua estrangeira e olha surpreso e sem palavras no centro do capitalismo como a quintessência da civilização. A maior festa de ex-esquerdista no continente é tolerado - e sem amor - por aqueles que dominam o país na esfera ideológica, econômica e política.

É uma questão de lealdade dupla que nunca é resolvido pelo PT, em seu governo de coalizão oligárquico. A idade de Lula (e Dilma) foi marcado pelo "ganha-ganha", onde os de cima facturado através de uma "Tropical Bismarkism" e políticas sociais melhorar a vida das pessoas abaixo.

O problema está na ponta da pirâmide social. Como muitas vezes acontece, houve uma interpretação medíocre pela tendência materialista. Ex-militantes associados lealdade de classe para os benefícios materiais realizados pelo governo. O raciocínio i corrigir, especialmente quando se trata de ganhar uma enorme reserva eleitoral.

Tal como no resto da América Latina, a maioria dos governos só agem em benefício próprio e de sua classe. Qualquer ação distributiva é visto como algo excepcional, conquistando a lealdade (o voto e carinho) daqueles que obtiveram o mínimo do que se deve esperar de um sistema democrático.

A lógica desta funções do governo para reforçar as estruturas do capitalismo e da projeção resultante do Brasil no cenário internacional, entendendo como necessário o aumento do poder de empresas nacionais ou associados.

O PT e seus aliados fizeram um governo de um país capitalista, cuja estrutura é o estado patrimonial. Seria a opção "menos pior" para qualquer pessoa lúcida direita. Mas se esqueceram de combinar isso com a classe dominante e sua facção auxiliar, a classe média alta, que serve como reprodutor de controles de materiais e simbólicos da nação.

Dilma foi vaiado porque não há identidade compartilhada com ela, muito menos para a maior parte do público presente no Itaquerão. O ex-guerrilheiro faz tudo o que pode para construir um país orientado para o desenvolvimento do capitalismo brasileiro, mas falta a classe dominante predispostos a tal audácia. By the way, o que diabos a convenceu a governar tentando satisfazer uma elite que mal se reconhecem como sendo os brasileiros?



Dijair Brilhantes é estudante de jornalismo, especializada na relação entre o futebol ea política

De Bruno Lima Rocha é um estudioso e professor, ensina ciência política (Doutor e Mestre), estudos internacionais (com foco em geopolítica, estratégia geo, economia política internacional e movimentos sociais transatlânticos) e também é professor jornalista (BSC). Ele escreve uma coluna semanal para o mais popular blog de política brasileira e está constantemente presente na mídia alternativa (escrito em Português e Espanhol, esporadicamente em Inglês) mídia regional e nacional e brasileira.

E-mail e Facebook: blimarocha@gmail.com / site: www.estrategiaeanalise.com.br
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