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(pt) France, Coordination des Groupes Anarchistes - O circo perto de vocà (en, fr) [traduccion automatica]

Date Tue, 14 Jan 2014 21:21:18 +0200


NÃo vai ter escapado qualquer um, as eleiÃÃes municipais estÃo de volta. Eles vÃo ter lugar no final de marÃo de 2014 e como uma desgraÃa nunca vem sà eleitoral, as eleiÃÃes para o Parlamento Europeu serà realizada no final de maio do mesmo ano. O caso à ouvido: vamos sofrer campanha permanente atà o prÃximo verÃo, que promete. Na verdade, ele faz que vocà nÃo vai escapar, a campanha jà comeÃou hà muito tempo, as equipes indo para là todo o seu balanÃo... obviamente positivo. Os polÃticos e os partidos de todos os matizes pensar apenas isto: ser reeleito, nÃo perder uma polegada de terra, fazendo com que os conselhos, fazer uma pontuaÃÃo melhor do que o tempo antes... Discursos, os projetos estÃo suspensos nas prÃximas eleiÃÃes. à urgente fazer nada se nÃo comeÃar e terminar, se fizermos isso muito arrastado.

O sistema à tal que acaba de completar um jogo de eleiÃÃo, outros teares no horizonte, mergulhando os cidadÃos em um circo permanente procura assentos ou bancos rebatÃveis leva a todas as palhaÃadas e tudo que se possa imaginar mesquinhez.

Campanha, a decepÃÃo garantida

Para aqueles que tÃm os riscos sÃo enormes. Manter o poder ou recuperada à para os partidos que se alternam no comando do paÃs um grande desafio. A alternÃncia à dito DemocrÃtico à o resultado do fracasso ou o sucesso das equipes estratÃgicas de campanha. Para outros, à para ser colocada em posiÃÃo de fazer um dia da primeira parte do jogo, ou adquirir uma reputaÃÃo que dà a sensaÃÃo de existÃncia e contando.

Para atingir os seus fins, e alguns outros vendem sua sopa. RetÃrica, slogans trovejante, fumando fora, a demagogia, tudo à bom para agradar um eleitorado que deleita-se com a delegaÃÃo total de aÃÃo polÃtica. Aqueles que terceirizar a gestÃo da coisa pÃblica ( res publica ) tem para o seu envolvimento. Sem mandato claro, entÃo nÃo hà controle, estÃo reunidas todas as condiÃÃes para ser enganado : esse à o engano fornecido.

EleiÃÃes, amortecedor movimento social

Quando o governo Fillon apresentou sua Ãltima reforma das pensÃes, milhÃes de empregado  e  s expressaram sua rejeiÃÃo esmagadora deste grande declÃnio social, que ainda nÃo terminou as conseqÃÃncias. Todos rejeitaram uma reforma profundamente injusta e anti-social. O governo se recusa a ceder à pressÃo popular, tinha o direito de esperar que o movimento endureÃa. ApÃs rapidamente mostrou que ele nÃo o faria.

A grande maioria das pessoas que tÃm uma participaÃÃo no que à chamado o movimento social, escolheu mais uma vez contar com a prÃxima eleiÃÃo. Foi " clara Sarkozy ", eles iriam ver o que eles veriam nas eleiÃÃes presidenciais. Este movimento nÃo foi, portanto, parado à espera do prÃximo presidente. O resto à histÃria, uma nova reforma aprovado anteriormente, os empregadores receberam presentes como ele nÃo tinha desde as passagens anteriores da esquerda no poder. O movimento social nÃo vacilou como sufocada por promessas eleitorais que ele tinha feito a si mesmo.

Propaganda eleitoral caixÃo ilusÃes democrÃticas

O sistema representativo à apresentado por seus defensores como a forma acabada da democracia. GeraÃÃes de social-democratas se revezaram martelando incessantemente o mesmo dogma : nÃo hà progresso possÃvel sem recorrer à representaÃÃo parlamentar. Por mais de um sÃculo, os partidos comunistas e socialistas de todos os paÃses tÃm levado o movimento operÃrio no impasse do parlamentarismo. O resultado, à conhecido : delÃrios, depressÃo, resignaÃÃo, o desespero, a ascensÃo da extrema direita e do fundamentalismo religioso. As experiÃncias comunistas autoritÃrios trÃgicos fizeram a cama do capitalismo triunfante. Os balanÃos lamentÃveis ââda ex-URSS e na China de Mao estÃo lÃ: a prÃpria idÃia de revoluÃÃo social tem sido desacreditada por muito tempo. Saia os comunistas, o que nos resta partidos que sepultaram todas as esperanÃas de transformaÃÃo social radical : a estratÃgia de conquista do poder pelas eleiÃÃes implica de fato renunciar a tudo que possa irritar ou assustar o eleitorado. A alternÃncia cria uma cumplicidade que definitivamente enterrar qualquer possibilidade de mudanÃa em profundidade. Propaganda eleitoral à verdadeiramente o caixÃo de ilusÃes democrÃticas...

Agir em vez eleger

Para nÃs, os anarquistas, à claro que, como o movimento social vai continuar a contar com o sistema eleitoral, a porta para a construÃÃo de um outro futuro permanecerà fechado. Desde que haja um bom motivo para esperar por melhores dias. Diante da adversidade, em face de austeridade, muitos sÃo aqueles que organizam diferente submeter à lei do mercado.

Mais do que nunca a necessidade de revoluÃÃo social permanece vÃlida para acabar com a barbÃrie capitalista, o Estado e os seus agentes nÃo podem e nÃo querem ser os instrumentos de emancipaÃÃo individual e social.

Em todos os lugares lutas emergir e desenvolver para habitaÃÃo, alimentaÃÃo, vestuÃrio, movendo-se, defendendo as liberdades individuais e coletivas, para crescer, para amar livremente... Esta à a base sobre a qual podemos desenvolver lutas populares e autÃnomos contra o poder do Estado de acolhimento, o servo de uma minoria rica que nÃs velo de là na parte de trÃs.

Estas sÃo as lutas diÃrias que podem ajudar a construir a resistÃncia forte e duradoura contra a dominaÃÃo exploradores ilimitadas de todos os tipos e de todas as nacionalidades.

Para atender Ãs necessidades da populaÃÃo e enfrentar a crise econÃmica e social, propomos uma sociedade sem classes e sem Estado, pondo fim à propriedade privada dos meios de produÃÃo e troca, para se livrar das desigualdades e operaÃÃes. NÃs oferecemos uma organizaÃÃo social baseada na auto-gestÃo da sociedade e federalismo libertÃrio para atender Ãs crises polÃticas e ecolÃgicas.

Assim, Ã garantir a igualdade polÃtica eficaz e colocar um fim definitivo para econÃmicos e sociais, bem como todos os sistemas de desigualdade de dominaÃÃo.

JV, grupo Albert Camus, Toulouse novembro 2013
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