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(pt) Anarkismo.net: Algumas reflexÃes sobre libertÃrio Chile e nÃmero de eleitores por Josà Antonio GutiÃrrez D. - Rafael Agacino (ca, en, fr, it)[traduccion automatica]

Date Sun, 16 Feb 2014 12:00:28 +0200


AnÃlise e reflexÃo sobre as consequÃncias da recente participaÃÃo eleitoral de um setor do movimento libertÃrio no Chile. ---- As recentes eleiÃÃes presidenciais no Chile, onde a abstenÃÃo - mais de 50% - foi o vencedor, era esperado para compartilhar no que diz respeito ao surgimento de uma indÃstria que pretende ser revolucionÃrio e libertÃrio esquerda dentro do cenÃrio polÃtico e eleitoral. Rede LibertÃria (Red LibertÃria - RL) com firmeza e entusiasmo juntou a plataforma "Todos a la Moneda" (Todos em La Moneda), cujo candidato era Marcel Claude. [1] Esta plataforma reuniu UniÃn Nacional Estudantil (UniÃo Nacional dos Estudantes - A), setores de trabalho, tais como SITECO (sindicato dos mineiros) e funcionÃrios do banco com correntes polÃticas, como o Partido Humanista (Partido Humanista), Izquierda Unida (A Esquerda Unida), o Movimento PatriÃtico Manuel RodrÃguez (Movimento PatriÃtico Manuel RodrÃguez) e RL.

Como vocà pode imaginar, esta decisÃo produziu uma sensaÃÃo de mal-estar, desconforto e desorientaÃÃo em setores que reconhecem como parte do movimento libertÃrio, produzindo divisÃes, recriminaÃÃes e desÃnimo. Mas nÃo à sà a prÃpria decisÃo de participar em uma eleiÃÃo que produziu a resposta sÃsmica no movimento anarquista chileno à a forma como a decisÃo foi tomada (com acusaÃÃes de sigilo fiscal slogan, a falta de transparÃncia e debate, etc), como mostrado em uma sÃrie de relatÃrios produzidos pela OrganizaciÃn Comunista scissionistes libertaria (organizaÃÃo comunista libertÃrio - OCL - Chile) (uma organizaÃÃo que sido a forÃa motriz por trÃs da RL), a Frente Anarquista Organizado (Frente Anarquista organizado - FAO), a Corriente de AcciÃn Libertaria (AÃÃo libertÃrio atual - CAL) e Red libertaria Estudantil (Libertarian Student rede - RLE) [2] . As consequÃncias deste terremoto polÃtico certamente continuarà a ser sentida por algum tempo.

Nosso objetivo aqui nÃo à questionar como essa decisÃo foi tomada (ou necessÃrio, dependendo de quem està falando) e suas implicaÃÃes para o movimento libertÃrio no Chile. NÃs acreditamos que à a responsabilidade daqueles que estÃo diretamente relacionados com expressÃes organizacionalmente polÃticos que criaram RL ou aqueles que sÃo separados.

NÃs nÃo quer lidar principalmente o impacto que esta decisÃo sobre a Ãrea especÃfica que à reconhecida como parte da tradiÃÃo anarquista. Artigos interessantes para este fim, alÃm das declaraÃÃes mencionadas acima, foram escritos por, entre outros, Arturo LÃpez e Pablo Abufom. [3] Vamos nos dedicar ainda menos para produzir uma anÃlise do programa "Todos a la Moneda", ou as forÃas polÃticas que apoiaram esta plataforma. Estamos interessados, no entanto, para avaliar o impacto que esta decisÃo tem uma populaÃÃo muito mais ampla do que aquela representada pela plataforma eleitoral e uma muito maior do que o setor libertÃrio indÃstria tradiÃÃo, irà compartilhar nossas reflexÃes para contribuir para o debate tÃtico e estratÃgico no processo de reconstruÃÃo do movimento social no Chile.
Os libertÃrios ea questÃo da participaÃÃo eleitoral

Os libertÃrios sempre foram contra a participaÃÃo nas eleiÃÃes pelos revolucionÃrios. Isto à principalmente o que distingue as vÃrias correntes social-democratas na Primeira Internacional. [4] No entanto, tem havido casos raros em que os anarquistas promovidas candidatos ou participar de eleiÃÃes. O caso das eleiÃÃes na Espanha em 1936 à frequentemente citado, mas hà outros casos, alguns candidatos como "protesto" na ItÃlia e na FranÃa no final dos anos 1870 e inÃcio dos anos 1880 (a tÃtica defendida por Carlo Cafiero em seu famoso artigo "A" AÃÃo ", que tambÃm define a" propaganda pela aÃÃo "). No ambiente repressivo que havia engolido a Europa apÃs a supressÃo da Comuna de Paris, Bakunin havia recomendado alguns de seus partidÃrios na ItÃlia para participar de plataformas eleitorais com os socialistas reformistas. A FederaÃÃo comunista libertÃrio da FranÃa (FCL) tambÃm participou, em meados da dÃcada de 50, em um contexto de repressÃo esmagadora FranÃa resultante da guerra contra os separatistas da ArgÃlia nas eleiÃÃes locais (que Fontenis Georges ele mesmo, principal lÃder este grupo mais tarde reconhecido como um erro). [5]

No entanto, o fato à que na grande maioria dos casos, os anarquistas (tradiÃÃo polÃtica que deu origem à palavra "libertÃrio") eram hostis à participaÃÃo e com razÃo.

Um deles escreveu para nÃs no passado que:
"Os anarquistas nÃo sÃo eles / eles, por definiÃÃo, contra as" eleiÃÃes "como um mecanismo, se durante uma campanha eleitoral, que chamamos por nenhum voto ou abstenÃÃo, isto à devido ao contexto em que o voto à exercido. no interior do Estado, que, assim, valida a sua dominaÃÃo sobre aqueles de nÃs que sÃo excluÃdos do processo de tomada de decisÃo (...) NÃs dispositivo nos opomos menos voto em si, que o aparelho do Estado em todas as suas dimensÃes ". [6]
NÃo à de surpreender que a decisÃo de participar da campanha jà causou sensaÃÃo e foi a fonte de muito debate, especialmente quando parecia que nÃo era algo que se aplicaria sà que desta vez um, mas era uma nova tÃtica no arsenal de mÃtodos que se aplicam RL ritualmente em todas as eleiÃÃes futuras. [7]
O ritual eleitoral e recomposiÃÃo do bloco revolucionÃrio

A excepÃÃo, nÃo pode ser considerada a norma. à por isso que as razÃes para a participaÃÃo deste setor da tradiÃÃo libertÃria nÃo deve ser procurada em ideologia, mas a leitura à feita do perÃodo histÃrico, entendendo, porÃm, que a situaÃÃo no Chile 2013 nÃo à comparÃvel com a repressÃo que se seguiu à Comuna de Paris (que limitou severamente as possibilidades de aÃÃo e intervenÃÃo de um movimento sindical emergente), ou o contexto do plebiscito nacional chilena, em 1988, chamado de ditadura ou as condiÃÃes de terror impostas pela guerra suja no CurdistÃo, e muito menos as eleiÃÃes de 1994 no pÃs-apartheid da Ãfrica do Sul, nem que este à o resultado de uma estratÃgia de luta armada falharam.

O perÃodo que se iniciou em 2006, à caracterizada por um aumento da mobilizaÃÃo popular e da fragmentaÃÃo de um consenso em torno do modelo neoliberal que foi imposta nas Ãltimas quatro dÃcadas. Neste contexto, as idÃias libertÃrias comeÃou a tornar-se cada vez mais influente, especialmente entre os estudantes (prova disso à a vitÃria recente eleiÃÃo de Melissa SepÃlveda como presidente da FederaÃÃo de Estudantes da Universidade do Chile - o HMEF) mas tambÃm dentro das uniÃes, e em menor extensÃo, em Ãreas urbanas pobres. A esquerda tradicional, reformista ou revolucionÃrio, e muitos setores organizados da populaÃÃo, nÃo sÃo indiferentes a esta linha e sÃo um pouco preocupado com isso.

Um setor do movimento libertÃrio tem sugerido que os movimentos sociais atingiram o seu pico-a tese de que em nossa opiniÃo està errado - e precisamos passar de uma estratÃgia de construÃÃo de desafiar a hegemonia do bloco de poder, teses - em nossa opiniÃo - correto, mas um pouco apressada e insuficientemente diferenciada. Essas teorias foram formuladas em um slogan confuso e elÃstico, "ruptura democrÃtica", o que basicamente significa que "nÃs podemos conquistar e fortalecer atravÃs do voto programÃtico seja qual for a luta popular nos sindicatos, bairros, nas comunidades e no movimento estudantil nÃo chegou ". [8] NÃs acreditamos que à necessÃrio discutir as premissas bÃsicas em que este slogan, porque eles sÃo nada mais do que a expressÃo uma leitura errada e precipitada da realidade por meio de elementos de projeto mecÃnico de outros contextos e outras experiÃncias, revelando a falta de maturidade polÃtica em que ainda nos encontramos.

Quanto ao primeiro ponto, a mobilizaÃÃo social nÃo chegou, seja em termos objetivos ou termo subjetivo, o seu mÃximo. Possibilidades de mobilizaÃÃo ainda sÃo largas, ea necessidade de mobilizar os setores sociais para alÃm de certos enclaves de estudantes ou trabalhadores / artistas (minorias, seja ela qual for "estratÃgica") ainda està na agenda . Esta mobilizaÃÃo, que deve ser estendido, unificada pela base, reforÃada em termos de ativismo e militÃncia, à o ponto focal para a reconstruÃÃo de um movimento popular caracterizada pela independÃncia de classe com a capacidade de desafiar a hegemonia do bloco poder, mesmo emprego. No contexto da actual fraqueza do movimento operÃrio e popular, o nÃmero de eleitores (e derrota), em vez de abrir um espaÃo para contribuir para a unidade ea luta do povo, como era a intenÃÃo daqueles e aqueles que promoveram a candidatura de Claude, tem contribuÃdo para o enfraquecimento dos esforÃos para construir as forÃas de fora. Essa tÃtica, para ser significativo, nÃo pode ser usado quando existe um estado de acumulaÃÃo de forÃas, independentemente do resultado, o aumento mÃdio da luta moral, fortalecimento da organizaÃÃo Povos e trabalhadores / trabalhadores, e nÃo envolve a mobilizaÃÃo reformista iniciativa de transferÃncia, ou hesitantes em claramente reacionÃria. Em outras palavras, para encontrar os reformadores de reboque.

Nas condiÃÃes atuais, essa ameaÃa "aventura eleitoral", na melhor das hipÃteses, para interromper o processo de construÃÃo e mobilizaÃÃo polÃtica e social durante meses e, na pior das hipÃteses, para apresentar as Ãreas de influÃncia da esquerda e conflito independente as divisÃes, que como sabemos està pagando um preÃo muito alto para o processo de construÃÃo ea convergÃncia dos revolucionÃrios. Como afirmado em uma contribuiÃÃo sobre a linha adotada por escrito por Arturo LÃpez RL ", no contexto da formaÃÃo social do Estado capitalista no Chile (...) qualquer reforma para a transformaÃÃo parcial, mas substancial da tendÃncia atual . acumulaÃÃo e sua armadura institucional exige uma organizaÃÃo contÃnua e permanente das forÃas sociais de mudanÃa. Consequentemente, as eleiÃÃes, neste caso, nÃo deixe de criar a consciÃncia, criam confusÃo. eles nÃo promovem a luta pelo contrÃrio, eles paralisa depois de uma miragem NÃo està directamente relacionada com a realizaÃÃo de conquista, mas desvia substitui a mobilizaÃÃo popular por um jogo parlamentar obscuro ". [9].

No que diz respeito à necessidade de se deslocar de construÃÃo para a luta, esta à uma teoria correta, mas um pouco apressada e insuficientemente diferenciada. Embora o processo de construÃÃo / controle deve ser considerado como uma unidade dialÃtica, pode-se aumentar um ou outro, dependendo do perÃodo e do Chile hoje ainda carrega cicatrizes profundas derrotas estratÃgicas encontradas na 1973-1990. NÃo podemos errar muito muito otimismo sobre a situaÃÃo da construÃÃo ou a militÃncia do movimento popular e da presenÃa em algumas posiÃÃes de representaÃÃo em um sindicato ou sindicatos de estudantes nÃo à um critÃrio para medir o estado de todo o povo. As raÃzes em movimentos sociais à extremamente baixa e nÃo pode wishful uma leitura objetiva da realidade, mesmo que uma Ãrea do movimento libertÃrio exagera sua prÃpria importÃncia e popularidade.

Mas o que à certo à que devemos reconhecer a limitaÃÃo de que nÃo era o objetivo no desenvolvimento de uma estratÃgia revolucionÃria no Chile. Ir slogan "construÃÃo do poder popular" ("Poder popular"), na sua construÃÃo, de fato, e para isso a entrar em conflito aberto com o status quo nÃo era muito o que fazer. Devemos identificar os limites, quebrar pontos, pontos fortes sobre a qual construir. Refletir sobre oportunidades estratÃgicas nesse perÃodo requer nÃo apenas realista, mas tambÃm uma boa dose de criatividade polÃtica, se nÃo podemos reproduzir um sistema polÃtico (ou seja, o ritual eleitoral) que, enquanto posando como " mais uma vez, "à na verdade uma lua de idade e nÃo consegue capturar a imaginaÃÃo daqueles que permanecem indiferentes, ao enviar um sinal ambÃguo para aqueles que jà estÃo lutando.
O comparecimento Ãs urnas parece ser uma boa prova de que o que realmente atingiu o seu limite era a imaginaÃÃo da esquerda revolucionÃria e libertÃria.
Boicote eleitoral e construÃÃo de poder popular abaixo

A paciÃncia, como jà dissemos, à o vencedor da Ãltima eleiÃÃo. Isso por si sà nÃo significa nada, numa perspectiva de acumulaÃÃo de forÃas para o nosso bloco. Pessoa, e certamente nÃo à revolucionÃrio ou anarquista esquerda pode afirmar que a abstenÃÃo à um sinal de apoio polÃtico. De fato, no primeiro turno, as chamadas solicitando organizaÃÃes populares e revolucionÃrias indulgÃncia eram raros, em grande parte devido a alguma confusÃo e desÃnimo produzido pelo lanÃamento da candidatura de Claude.

Era difÃcil de recuperar esse impacto porque, em um paÃs como o Chile, entende-se que ele sà està envolvido na polÃtica quando eles votam ou propor candidatos, caso contrÃrio, nÃs deverÃamos ficar de fora da situaÃÃo .. . Uma visÃo estreita da polÃtica por um lado e mà prÃtica e capacidade organizacional para nÃs lanÃar um boicote ativo destas eleiÃÃes fizeram o resto.

A decisÃo de participar nas eleiÃÃes, se torna ainda mais difÃcil de compreender (a partir de uma lÃgica ou racionalidade libertÃria), pois, como jà dissemos, o fato de que as idÃias libertÃrias sÃo um eco cada vez mais importante em cada vez mais amplos setores da populaÃÃo ea deslegitimaÃÃo da coalizÃo de governo e instituiÃÃes pÃblicas chegou a um ponto histÃrico. Em vez de contribuir para ajudar com as ferramentas para construir uma alternativa polÃtica fora da arena polÃtica inteligentemente concebido pelo bloco de poder (a fim de confundir e paralisar a terra real sobre o que leva a luta de classes ), ele ajudou a legitimar as instituiÃÃes na pequena, mas significativa cÃrculo de influÃncia (o movimento libertÃrio) tinha, e assim fortalecer a separaÃÃo entre o "polÃtico" [10] e do "social", embora o oposto foi originalmente planejado. [11] Atà mesmo o nome da plataforma eleitoral em si, "Todo mundo em La Moneda", expressa em certa medida esse fetichismo do "poder polÃtico", este "statolÃtrie" que Poulantzas descrita como endÃmica nas classes mÃdias, que vÃem o Estado como um Ãrbitro neutro, cumpridores da lei, o resultado de um contrato social que vai alÃm da luta de classes, a fonte de todo o poder [12], ao passo que, de fato, a competiÃÃo poder pela hegemonia, està nas mÃos da burguesia em todos os aspectos da vida, em espaÃos cotidianos muito.

Sobre este ponto, a crÃtica anarquista continua a ser poderoso e relevante para criticar a lÃgica do "representante DemocrÃtica," estado que se reflete no processo eleitoral por meio da criaÃÃo:
"Um ad hoc e espaÃo ficcional artificial em que a polÃtica deve ser apoiada, em que a administraÃÃo do poder se dà (...) este à o coraÃÃo da crÃtica anarquista esta forma de exercÃcio da polÃtica deve ser: porque, na nossa opiniÃo, o poder deve ser exercido pelos interessados âânos espaÃos da vida cotidiana, em todas as Ãreas de nossas vidas (...) à por isso que o As pessoas devem ser capazes de enfrentÃ-lo, da mesma forma, tomando o controle de nossas prÃprias vidas totalmente. (...) a nÃo-participaÃÃo nas eleiÃÃes burguesas nÃo pode ser considerado um bases revolucionÃrias ativismo anarquista polÃtico, mas sim deve fluir naturalmente a partir de nossa estratÃgia de construÃÃo dentro da classe trabalhadora ". [13]
à por isso que defendemos que, tendo em vista a reestruturaÃÃo do bloco estratÃgico e revolucionÃrio da construÃÃo do poder popular de baixo, o mais eficaz, mas nÃo à de forma alguma uma tarefa fÃcil, tÃtico no presente e à luz do que acontece com o novo governo de coalizÃo de Bachelet, era um boicote eleitoral. Teria servido uma polÃtica de abstenÃÃo ativa na situaÃÃo atual?
denunciar o canto da sereia da "nova maioria" [*] que nos empurra para participar como "cidadÃos" responsÃveis ââe, segundo, o ilusionismo desses setores da esquerda radical (e libertÃria) tentando Conosco convencido de que, embora ele nÃo ligou para votar no segundo turno, o caminho da participaÃÃo eleitoral em instituiÃÃes existentes continuam vÃlidos para o perÃodo;

chamar a organizaÃÃo em todos os nÃveis: escolas, faculdades, universidades, locais de trabalho, bairros e comunidades ao redor demandas locais da populaÃÃo e dos trabalhadores, propondo em vez ritmos polÃtica nossa prÃpria alternativa burguesa para a construÃÃo do fundo;

chamar para acelerar o processo de convergÃncia polÃtica e social no sentido de um ponto de referÃncia unificadora, mantendo a vitalidade e especificidade das organizaÃÃes de base, ajudando a unificar e amplificar as vozes e os de opiniÃo polÃtica e os de Somos nÃs que optar pela construÃÃo do poder popular, em suas vÃrias expressÃes, coordenar horizontalmente vÃrias iniciativas populares na base. Uma tarefa difÃcil, mas deve ser assumida sem soluÃÃes fÃceis, com a perspectiva de que a tarefa de reconstruir o movimento popular e revolucionÃrio à uma tarefa lenta, estendida, para o qual nÃo hà atalhos possÃveis, o que requer estabelecer bases sÃlidas para desenvolver nÃveis de confrontaÃÃo e de organizaÃÃo que podem corroer a hegemonia neoliberal atual.
PrevisÃes polÃticas para o perÃodo pÃs-eleitoral

RL argumentou que "Todos na La Moneda" nÃo à um espaÃo puramente eleitoral, mas uma construÃÃo do pÃlo (ou seja, de cima) para o controle daqueles a ba. O fato à que, apÃs as eleiÃÃes, o cenÃrio polÃtico da esquerda revolucionÃria, em relaÃÃo ao que era suposto fazer em termos da unidade e da organizaÃÃo nÃo se alterou significativamente ao longo do perÃodo antes da eleiÃÃo - os mesmos setores ainda estÃo trabalhando nas mesmas Ãreas como antes. De fato, o setor libertÃrio e seu cÃrculo de influÃncia, bem como a esquerda radical que indicou Claude tentou apelar, à agora presa mais fragmentada a novas suspeitas e uma nova desconfianÃa. Na mesma plataforma eleitoral, as discussÃes e argumentos esgotaram os objectivos estratÃgicos da regiÃo, um fato sem dÃvida exacerbado pelo gosto amargo da derrota.

RL-se inequivocamente reconhece que o muito fraco desempenho eleitoral da plataforma à um fracasso. "Voto de 2,8% està bem abaixo das expectativas atà dos mais pessimistas" [14] A derrota, no entanto, nÃo à apenas a eleiÃÃo, como parece RL considerar à estratÃgico, profundamente polÃtica, a expressÃo da incapacidade de criar um projeto que foram adaptados Ãs condiÃÃes atuais no Chile, fora e em oposiÃÃo aos rituais auto-legitimaÃÃo da democracia representativa e do Estado instituiÃÃes (Estado burguÃs, para que o assunto). Embora nÃo possamos superestimar o tamanho da populaÃÃo crÃtica em funÃÃo da magnitude das mobilizaÃÃes sociais recentes, nÃo devemos confundir a necessidade de construir uma alternativa polÃtica para a intervenÃÃo em instituiÃÃes (neo-liberal) do Estado: a lÃgica da recomposiÃÃo do movimento popular tende a procurar alternativas em aÃÃo direta, na organizaÃÃo horizontal na base. Isso, mais do que qualquer coisa, que à a real contribuiÃÃo que os libertÃrios podem dar para a luta do povo de hoje. Ironicamente, as vozes aparecem no espaÃo "libertÃrio" pedindo o comparecimento dos eleitores nas instituiÃÃes de Ãguas residuais, desacreditado, que Ã, sem dÃvida, um retrocesso.

PolÃtica perÃodo a partir de Chile pressagia grandes complexidades para as classes dominantes e do movimento popular. O bloco de poder deve reorganizar um sistema polÃtico cada vez mais desgastado e vai funcionar - e as pessoas sabem - com cenoura e da vara. Ele vai tentar cooptar o movimento e os trabalhadores popular, a fim de legitimar os ajustes que serÃo necessÃrios para esta reorganizaÃÃo, dinheiro agora explicitamente sobre o consentimento da lideranÃa polÃtica subserviente do Partido Comunista. Sabemos tambÃm que aqueles que nÃo cumprem as regras da "repÃblica" serà submetido a qualquer forÃa que as reservas estatais de repressÃo para aqueles que se recusam a se contentar com reproduÃÃo acomodar existente e exploraÃÃo, a discriminaÃÃo, a desigualdade, a injustiÃa, a corrupÃÃo ea destruiÃÃo das bases sÃcio-ambientais da vida coletiva. As franjas da esquerda independente, quer da comunidade, marxistas, anarquistas e socialistas, nÃo pode continuar a ser egoÃsta: devem aumentar as suas ligaÃÃes com o movimento operÃrio e popular, multiplicar os seus esforÃos para acelerar o processo de convergÃncia polÃtica e criar condiÃÃes sociais e polÃticas para recuperar a iniciativa e liderar o caminho atravÃs das rachaduras que afetam a dominaÃÃo polÃtica imposta pelo capital da revoluÃÃo neo-liberal contra em 1973.

Estes nÃo sÃo tarefas fÃceis. A unidade em que os libertÃrios tanta Ãnfase hoje nÃo à apenas necessÃrio, estratÃgico, mas urgente. O debate nunca se concentrou na unidade - isto à o que se entende por unidade, como ele se desenvolve, como ele à construÃdo. Este à o lugar onde o comunismo anarquista chileno fez uma grande contribuiÃÃo quando o Congreso de UnificaciÃn Anarco - Comunista (Anarquista Comunista Congresso unificaton - CUAC) em 2002 levantou um slogan que à agora mais do que nunca: unidade de baixo e na luta. Por isso se entende que "a construÃÃo programÃtica a partir de experiÃncias organizacionais e experiÃncias de lutas reais existentes", o que ajuda a "fortalecer as organizaÃÃes de pessoas, os problemas reais da luta revolucionÃria (...) com foco na papel polÃtico em primeira mÃo as mesmas pessoas organizadas na tarefa de maturaÃÃo da sua posiÃÃo e melhorar as suas capacidades de combate "[15], como Paulo aponta Abufom eloquentemente.

Essas discussÃes dizem respeito a todo o povo, especialmente a franja e luta organizada. Como projetar as demandas do movimento popular para uma alternativa que oferece uma clara ruptura com o sistema atual? à uma tarefa urgente, que sà pode ser alcanÃado atravÃs de um debate aprofundado e pÃblico, coletivo, democrÃtico e informado, em que as diferenÃas sÃo respeitadas e discutidas em busca de um terreno comum de entendimento e de conhecer e respeitar diferenÃas, construir um consenso e nÃo impÃ-la. Muitas questÃes ainda precisam ser resolvidas nesta fase de revolucionÃrio: como lidar com a luta por reformas alÃm do reformismo, como articular essas lutas em um projeto socialista completo e libertadora, ou como construir o processo de unidade sem sacrificar independÃncia de classe, como avanÃar na construÃÃo do poder popular, mas evitar cooptaÃÃo, o quÃo rico dessas lutas mais debate polÃtico e nÃo esconder nossas identidades polÃticas como se estivÃssemos envergonhados, como construir movimentos de massa sem de crainte si nos positions ne sont pas toujours majoritaires .Tudo isso, à claro, vai alÃm do escopo deste artigo. Neste debate teÃrico e prÃtico coletivo em que toda a esquerda revolucionÃria deve envolver, no entanto, acreditamos que os anarquistas comunistas tÃm um papel fundamental a desempenhar e uma Ãnica contribuiÃÃo muito especial para fazer. Josà Antonio GutiÃrrez D. Rafael Agacino 23 de dezembro de 2013 Traduzido por grupos internacionais de CoordenaÃÃo de RelaÃÃes Naturalmente, esta nÃo foi a Ãnica coisa que distingue os "bakuninistas" de "marxistas" ea diferenÃa tÃtica nÃo deve ser considerada de forma independente de outros fatores de dissensÃo. O debate que levou ao colapso da AssociaÃÃo da Primeira Internacional dos Trabalhadores foi um pouco mais complicado do que "a favor ou contra a eleiÃÃo." Havia tambÃm questÃes de mÃtodo, a autonomia das partes para desenvolver tÃticas, perguntas que surgiram, por isso nÃo à toda a Ãrea que mais tarde iria formar o setor "anti-autoritÃria" (em oposiÃÃo a uma liderada por Marx) que evoluir para o anarquismo. (5). Deixando de lado discussÃo das idÃias do municipalismo libertÃrio desenvolvidas pelo anarquismo social ecologista Murray Bookchin americano na dÃcada de 80, que tÃm sido particularmente influente no movimento de libertaÃÃo curdo, uma vez que seu desenvolvimento responde a elementos totalmente diferentes daqueles conjunto . antes RL Em um artigo muito sutil e pesadas, sem dogmatismo, Ulises Castillo discute o municipalismo libertÃrio: "Eu acredito que nÃo à necessÃrio rejeitar, no futuro, que poderia agora ser considerado uma ficÃÃo, isto Ã, as instituiÃÃes intermediÃrias, tais como municÃpios, que poderiam ajudar a dispersar o poder do Estado, e pode, ao mesmo tempo, fortalecer as comunidades polÃticas organizadas em um processo de transiÃÃo para um novo estilo de vida e organizaÃÃo socialista da sociedade. Tal possibilidade nÃo deve ser descartada. Mas à precisamente o autismo institucional atual, alÃm da natureza do Estado no Chile, que nega a possibilidade de que isso poderia levar a fortalecer as instituiÃÃes, mesmo dando legitimidade à ficÃÃo representativa. . http://www.perspectivadiagonal.org/una-izquierda-libert...aria/ O artigo em que a tese da ruptura democrÃtica foi desenvolvido com maior clareza conceitual à que Felipe RamÃrez http://www . perspectivadiagonal.org / una - apuesta - RevolucionÃria-de-la-izquierda - libertaria / (9). http://www.perspectivadiagonal.org/una-izquierda-libert...aria/ (Ãnfase no original) ( 10). Equiparado "Estado". (11). http://www.elciudadano.cl/2013/07/01/72475/declaracion-...aria/ (12). Nicos Poulantzas, "o fascismo vai dictadura", ed. XIX XXI, 2005, pp.282 -284. (13). http://www.anarkismo.net/newswire.php?story_id=8565 (14). http://www.sicnoticias.cl/movimiento-social/ 2013/12/10/...neda / (15). http://www.perspectivadiagonal.org/los-horizontes-del-m...ario/ * Nueva mayorÃa, a coalizÃo de apoio Bachelet e composta pelo Partido Socialista (PS), o Partido Democrata CristÃo (PDC), o Partido pela Democracia (PPD), Partido Radical Social Democrata (PRSD), o Partido Comunista do Chile (CPC), o cidadÃo Esquerda (IC) e o amplo movimento social (MAS).
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