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(pt) FederaÃÃo Anarquista Uruguaia - Entre a criminalizaÃÃo do protesto social eo gatilho (ca)[traduccion automatica]

Date Wed, 13 Nov 2013 14:16:43 +0200


A "segunda-feira negra" foi o tÃtulo de um artigo na imprensa local referindo-se ao que aconteceu em MontevidÃu, processando quatro militantes e trÃs outros destacaram inquÃrito na segunda-feira 4 de novembro. Eles sÃo companheiros que compareceram para expressar sua indignaÃÃo contra atacando tanto a memÃria histÃrica deste paÃs. A memÃria histÃrica tem grande popular e mantÃm incomodando canalizado, continua a ser uma pedra no sapato para o acima. ---- Na parte da tarde, por outro lado, no Bairro de Santa Catalina, no montevideano oeste, a Guarda Republicana custou a vida de Sergio Lemos, um jovem morador do bairro. Tudo o que um manto de impunidade cobriu a questÃo, mas a forÃa do bairro foi decisiva. ---- repressÃo criminosa ocorrer St. Catherine, ao mesmo tempo em que sÃo processados ââpara os companheiros que participaram do protesto contra a medida, o juiz atravÃs de Motta, para proteger a impunidade, para evitar, tanto quanto possÃvel para investigar os crimes, estupro, "desaparecimentos" da Ãpoca da ditadura.

De continuar o enredo vendo mais cÃmplices que estÃo envolvidos na infÃmia : polÃticos, empresÃrios, militares, plano condor, Yankee impÃrio . O sistema sempre ativo e seus cuidadores.

abuso, sangue e dor, no bairro de Santa Catalina teatro

abuso policial no gatilho, acusando e hoje veio a raiva e tristeza ao longo dos muros de Santa Catarina e oeste de MontevidÃu. Ã uma visÃo geral das favelas, um aparato repressivo ostensivamente marcando presenÃa e arrogÃncia. A partir das mega- operaÃÃes para ataques de chutes ao clube.
dois meses foi particularmente polÃcia prendeu trÃs jovens locais, que estavam sentados em um canto . Nenhuma razÃo foi posta em vigor de chutes e socos para o 19 ramo que continuou a ser espancado e levado para as cÃlulas. A notÃcia fez um monte de tinta nos jornais e na televisÃo e rÃdio minutos. O caso foi o ministro da bonomi interior que nÃo podia deixar de reconhecer o incidente como um "erro " e disse que a polÃcia estava à procura de outros jovens em outra rua . Em outra vizinhanÃa jovens em Ãltima instÃncia, e certamente com os mesmos mÃtodos que para o tratamento de qualquer objecÃÃo bestiality relevante.
as paredes do bairro imediatamente disse "nÃo abuso policial ", e no mesmo dia em que foram pintados na mesma hora da Ãltima pintura acabada, policiais em motocicletas, vans e patrulha tentou montar um cenÃrio intimidador rapidamente presenÃa atraiu uma multidÃo de vizinhos cansados ââde lidar com o abuso e expressou seu repÃdio .
ao mesmo tempo tambÃm foi morto na prisÃo, e manteve a repressÃo sistemÃtica de cada dia, vocà quer ser usado para separar o "bom" do "ruim". Certamente eles devem ter pensado que, com o simples argumento de que "nÃo à um grupo de policiais que conspira contra o ministro do Interior e da polÃcia reforma " iria conseguir . Que isso iria esconder a ligaÃÃo polÃtica com a repressÃo em curso. Reproduzir em menino novamente o conceito de dois males . A nÃvel de forÃa repressiva tambÃm seria "bom" e "ruim", que enfatiza tanto o sindicato da polÃcia .
mas entre "bom" e "ruim" bairro sem ninguÃm notar a diferenÃa, a polÃcia alegou a vida de um vizinho, um jovem de St. Catherine . SÃrgio Lemos à o seu nome e foi vil, frio, traiÃoeiramente um tiro nas costas por um membro da guarda metropolitana colisÃo polÃcia, o mais pesado que eles estÃo enviando mais vezes para as ruas desses bairros .
para os vizinhos nÃo se importava desculpas da polÃcia ou do MinistÃrio do Interior, nem o presidente a fazer-se sentir na rua. ExperiÃncia cotidiana disse que eles estavam enfrentando . A indignaÃÃo correu de ponta a ponta no bairro. TrÃs piquetes realizados dois dias de combate à impunidade e justiÃa demanda por sergio . Que raiva, que raiva nÃo foi patrocinado pela " extrema esquerda " nÃo pessoas " duvidoso " e continuou a mostrar do governo. Essa resistÃncia travada pelo distrito foi motivado por ideias e noÃÃes que a manipulaÃÃo ea arrogÃncia produzida, bem abaixo dignidade. NÃo venha aqui !, Basta!, Eles se foram ! . Esse foi um sentimento forte .
E como nÃo haverà raiva ?, Se mesmo um de funcionÃrios do MinistÃrio do Interior, finalmente, teve de reconhecer que o sergio foi baleado nas costas e plantou uma arma. PolÃcia anteriores haviam relatado a partir do adolescente assassinado tinha atirado nela e tentou fugir.
ministro, o governo e outros ensaiou algumas justificativas e explicaÃÃes. Dupla e cÃlculos como passado de acordo com a situaÃÃo e que nÃo podia ser escondido . Foi um desprezÃvel antes de manusear a morte de um jovem trabalhador e querido vizinho . A primeira reaÃÃo foi pegar um manto de impunidade sobre o assunto ... mas nÃo durou muito. ResistÃncia constante, atenÃÃo ao novo depoimento prestado, mas antes de todos contra todos pueblada voz que disse, notando a grande mentira de que estava sendo realizada teve que aceitar algumas das Ãbvio. O povo do bairro nÃo iria voltar para aquela mentira sinistro e hipÃcrita mudou nada seu rosto. Neste contexto, houve vÃrias reuniÃes acaloradas e silÃncios profundos no terminal de Ãnibus. Faces correu profunda tristeza pela perda, respeito por um lado e, simultaneamente, mobilizaÃÃo e organizaÃÃo do outro .
e "justiÃa" manteve-se fiel a si mesma e do papel que atende essencialmente. O juiz entendeu o caso, argumentando que ele nÃo poderia convocar as testemunhas para os eventos a ser Distrito Policial inacessÃveis indiciado assassino a 24 meses de prisÃo. Vizinhos imediatamente foi à imprensa para afirmar que eles sÃo testemunhas e quero declarar, no momento que eles sÃo chamados . Os outros trÃs policiais que estavam diretamente envolvidos foram imediatamente liberados. Mas, vocà sabe, à aqui que se trata de cobrir e nÃo remova o incentivo aparato repressivo para continuar seu trabalho e cuidar antipueblo a ordem das opÃÃes acima. " Isso sempre aconteceu", disse o presidente Mujica, como se a situaÃÃo trÃgica vivida nenhuma importÃncia .
a verdade à que nas paredes e no sentimento das pessoas . As paredes de Santa Catarina, e outros Ocidente continuam a denunciar os abusos policiais e gatilho . As paredes continuam conversando por um longo tempo e esse fato nÃo pode ser apagado da memÃria coletiva desses bairros . Ele vai se juntar a outros, indicando, em uma longa histÃria, que à a ordem em que estamos vivendo .
Claro que o que acontece em Santa Catarina tambÃm acontece em outros bairros, quem nÃo se lembra abusos em outras Ãreas ou o assassinato de outro jovem no marconi . Portanto pedras brancas vizinhos que fugir a sua solidariedade sincera. Vocà nÃo pode deixar de ser no padrÃo repressivo comum para as favelas todos os dias, jovens e ativistas sociais . Mas, como hà uma constante repressÃo desprezÃvel e hà tambÃm uma resistÃncia que à expressa de diferentes maneiras, e ela assistir nossas motivaÃÃes, o desejo de dizer suficiente . Serà que isso realmente significa para aqueles abaixo que incubadas e continuar a incubaÃÃo ?
està "em cima da linha ", diz o presidente pepe, problema humano à implÃcito. Qual à a linha ?, Qual à o limite tolerÃvel para intimidar, controlar e suprimir os dois bairros, os manifestantes ?, Ou o fio que à importante à o mecanismo geral montado e aplicado. à a amarelinha atual. Dispositivo global està coberta com seguranÃa armadilhas ideolÃgicas. Momento, enquanto estrutura de seguranÃa para o acima . Massa semeou misÃria, angÃstia, falta de perspectiva e as pessoas nÃo estÃo aceitando como nunca aceitou e nÃo vai aceitar. Se vocà quer ser correto com o poder efetivo para o sistema, temos de aceitar essa demanda realmente sentia por eles.
sÃo vÃrios e casualmente impunidade estÃo todos relacionados . Por um lado, os "pobres velhas pessoas" carrascos sanguinÃrios, que pouco a pouco tirar os pecados e apresenta quase um pouco fora da linha. EntÃo leva -los suavemente para o estado e sÃo mantidos em prisÃes vip, com comodidades de todos os tipos . Eles tentam esquecer que as pessoas sÃo torturadores, assassinos, estupradores .
à uma longa cadeia de impunidade, para a defesa de horror, de tratar as pessoas esquecem . Direitos humanos e outros ficam, por vezes, para a galeria. Nos Ãltimos tempos, por exemplo, espancamentos e assassinatos nas prisÃes sÃo uma constante. Temos nessa cadeia tambÃm foi denunciando tudo famÃlia e Ãs organizaÃÃes internacionais. Ele veio, mas foi colocado à venda, aplica-se : Clube de gatilho, surras, chutes, pontapÃs, prisÃes preventivas, insultar moradores do bairro, os processos de manifestantes, a criminalizaÃÃo de rebeliÃes . A novidade à que nesta fase do capitalismo comunica o "progressista" . NÃs reconhecemos .
e estamos em Ãpoca de eleiÃÃo, veremos coisas vistas . Vocà sempre chegando conhecidos. O " Cuquito " candidato nacionalista, agora, chegou ao cruzamento com a mesma demagogia que o direito està usando a "preocupaÃÃo" da pobreza. Eles sabem que nÃo se pode esperar nada. Eles sÃo os Ãnicos com desculpas, ou ligue diretamente para a criaÃÃo da polÃcia militar . Eles sÃo irmÃos e filhos de pacotes neoliberais estÃo com a oportunidade, e que melhor do que o amigo candidato a legalizaÃÃo da maconha, e os jovens ( Aleppo, à claro) deixar a travessia. O mesmo governo que defende o seu pai, quando o abate do filtro e as mortes de Morroni e Facal .
da loja coloradas quero ser capaz de aprisionar ainda nÃo jovens de 18 anos, com 16 e se pode chegar com menos. AlÃm de todos esses jovens que querem ser carne na prisÃo veio da pobreza e se por acaso algum de sua classe està bem ciente dos meandros da lei para dar-lhes abrigo. SÃo as suas leis.
mas, finalmente, o sentimento popular nÃo tem lugar para a impunidade, e outro para a memÃria e um senso de justiÃa, que nÃo tem nada a ver com o que ele funciona para um sistema de opressÃo. Ontem, hoje e sempre estarà presente . Existe hoje um episÃdio trÃgico com um assassino fÃsica miserÃvel, ele tem todo o espectro de cumplicidade nojento. Ele e muitos outros vÃo " atiÃar " a situaÃÃo . Sempre tem . Para o melhor do nosso povo, nÃo hà lugar para tais esforÃos como um pretexto para o assassinato, cumplicidade e impunidade, nenhum lugar .

sim, hà espaÃo para a solidariedade e resistÃncia.

ou o esquecimento, ou o perdÃo .

acima da luta ! .

FederaÃÃo Anarquista Uruguaia http://federacionanarquistauruguaya.com.uy/2013/11/13/entre-la-criminalizacion-de-la-protesta-social-y-el-gatillo-facil/

fotos de jornais anarquia: https://periodicoanarquia.wordpress.com/2013/11/06/asesinato-a-manos-a-de-la-policia-en-santa-catalina-termina-en-cortes-de-calle-protestas-y-enfrentamientos-con-la-policia/
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