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(pt) Notas a notícia: Anarquistas Contra o Muro solicita ajuda [es , en , it]

Date Thu, 26 Jul 2007 13:15:32 +0200 (CEST)


http://www.ainfos.ca/pt/ainfos03748.html

http://www.ainfos.ca/en/ainfos19702.html

Notas de I. S. Membro de AATW e editor do colectivo de A-Infos:
* O nome Anarquistas Contra o Muro ( Anarchists Against the Wall - AATW)
foi adoptado embora o espectro de activistas mais envolvido nele seja um
pouco mais amplo (nem todos se chegam a definem como anticapitalistas
antiautoritários...) Este nome surgiu como designação da acção directa
contra o muro de separação em Mas'ha há cerca de 4 anos e que obteve uma
vasta publicidade mediática e daí adoptarmos como nome permanente.

*1* Ao longo dos anos, tem havido apoios de várias maneiras: Pessoas com
as mesmas ideias e outras que apenas simpatizam com a nossa luta
realizaram campanhas em todo o mundo e além da distribuição da informação
recolheram fundos para nós. Sempre que possível, activistas de AATW
viajaram e participaram nessas acções.

*2* Após uma oficina na Conferência da AGP (verão de 2002) em Leiden sobre
a luta na nossa região, onde a ideia de um acampamento conjunto foi
encarada, tal acampamento materializou-se (Primavera de 2003) em Mas'ha ?
junto do traçado do muro de separação. Neste acampamento participaram
anarquistas e outros simpatizantes da ideia de luta conjunta e
palestinianos dessa localidade. Gradualmente as acções conjuntas começaram
e a iniciativa ganhou impulso e cobertura da média.

*3* Trata-se mais de aderir a uma luta conjunta do que de apoio externo?
Embora enquanto cidadãos de Israel com ?privilégios democráticos de
Israelitas? possamos fazer algumas coisas que os nossos companheiros
palestinianos não podem.

*4* A nossa política é de vir quando convidados pelas iniciativas das
aldeias locais, para nos encontrarmos e coordenarmos e participarmos
quando pudemos. Assim como a nossa celebridade aumentou, começámos a ser
convidados para nos juntarmos a lutes no interior das fronteiras de Israel
também ? tanto por cidadãos israelitas palestinianos e por lutas sociais
dos mais acossados (vítimas dos projectos de separação étnica e os sem
casa).
Ultimamente, até uma iniciativa No Border em apoio aos refugiados do
Darfur está a começar.

*5* Devido a conflitos internos do sistema israelita, a existência de uma
advogada a tempo inteiro, para pressionar os vários burocratas
permitiu-lhe bloquear muitos aspectos da repressão policial. Assim, ao
longodos anos, muita gente simpatizante e mesmo pessoas curiosas da
esquerda israelita sentiram-se suficientemente imunes da repressão
policial e atreveram-se a participar nas nossas acções que têm sido quase
sempre declaradas ilegais.
Devido aos seus esforços apenas uns poucos de nós passoumais do que
algumas horas detido pela polícia ou exército. Muito poucos passaram mais
de um dia antes de serem trazidos diante dum juíz, que sempre os soltava.
Alguns tiveram que fazer «trabalho comunitário». Apenas dois ompanheiros
que preferiram a prisão a um serviço ou multa cumpriram um breve período
de prisão.
(Devido aos seus serviços, mesmo os cidadãos palestinianos presos nas
manifestações conjuntas tiveram um tratamento menos brutal do que os
palestinianos usualmente recebem)

*6* Visto que a maioria dos participantes são estudantes universitários e
do ensino secundário com mais vontade de se juntarem À luta do que
dinheiro para as despesas directas com os transportes para as
manifestações regulares das Sextas contra o muro de separação.

*7* Visto que há muito mais pessoas do que apenas os nossos camaradas
interessadas em Israel em unir-se à luta conjunta de judeus e
palestinianos, contra o muro de separação e a ocupação, recrutar o seu
apoio por actividades de recolha de fundos é possível, mesmo que os
companheiros com as mesmas ideias sejam pobres também?


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