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(pt) [França, CNT-AIT] Deixe-nos formar grupos! [fr]

Date Thu, 6 Dec 2007 21:54:45 +0100 (CET)



Deixe-nos formar grupos!
Date Meu, 3 dezembro 2007 13:56

As organizações de luta de formato piramidal, centralizado, com ou sem
controle pela base, estão vivas. Se aí permanecem entre as gerações
anteriores (e entre os jovens e românticos por revoluções passadas)
nostálgicos da organização poderosa, grande e monolítica, falando com uma
única voz, de campanhas disciplinadas onde as massas obedientes seguem ao
passo, atrás dos votos majoritários nas eleições em congressos, os
comunicado de Comitês Centrais Nacionais e as ameaças de expurgo, alguém
pode dizer - sem riscos de ser equivocado - que este tempo existiu.Mas o
tempo as vezes muda e uma análise e exposições atentas da história das
lutas sociais dos séculos XIXº e XXº mostram evidências de que estas
organizações e partidos, que se dizem revolucionárias, de esquerda,
fracassaram porque reproduziram em seu funcionamento a dominação contra a
qual ela reivindicou, um dia, lutar. A centralização das decisões, a
recusa da diversidade pela submissão ao voto de maioria, a eleição de
representantes com a delegação de força sempre criou uma classe dominante
dentro da organização, a classe dos que ?sabem?, dessas conversas sobre
esses que decidem para o ?bem de todos?.

Mesmo com os libertários, as tentativas de controle do Poder (por uma
certa transversalidade da organização, ou revogabilidade do autorizado, as
decisões por consenso executivo) não preveniu a constituição sistemática
de uma classe de líderes. Some-se que esta organização tipo ?pirâmide?,
pelo fato de oferecer um oponente compatível com o próprio método de
organização social, participa do sistema e assim o faz funcionar. O Poder
sempre negocia com os "patrões" (ou os deputados, isso dá no mesmo) por
isso se faz forte, geralmente, se faz respeitar pela sua tropa nos acordos
vindo da negociação. E é este método de funcionar e este tipo de relação
com o Poder que se completa, paralelamente, a ideologia da conquista do
Estado pelos trabalhadores.

Já não é uma questão mais de conquistar o controle dos sistemas de
produção. De agora em diante, é uma questão de autonomia dos indivíduos,
de elos sociais, de igualdade e de emancipação de vida graça. O objetivo
não é mais planejar o acesso à felicidade pela distribuição eqüitativa de
bens materiais. O objetivo é evitar a destruição acelerada do planeta, e
permitir a cada um construir a própria vida sem comprometer a de outros.
Para os anarquistas, não é uma questão de inventar ?o libertário? ou a
sociedade libertária para todos, mas permitir que o maior número de
pessoas possa tornar-se senhores de sua vida diária e inventar mil
soluções ao mesmo problema.

Os tempos estão bem mais favoráveis, não reivindicam revolucionários
usados e constrangidos em concepções de outros tempos, nem hipnotizados
pelo espetáculo constante dos meios de comunicação. A falência das
esquerdas e do embuste democrata social é um lar poderoso para novas
revoltas. Entre as gerações jovens, muitas pessoas carregam uma sede de
vida e um desejo de algo mais, cheio de promessas. E isto está claro para
eles: que é necessário que nós reinventemos a resistência à dominação, a
luta de classes, a auto-organização e a autonomia.

Do ponto de vista das práticas, nossos objetivos, como
anarkosyndicalistes, devem ser simples e acessíveis, e especialmente
devemos ser vigilantes a não reproduzir o sistema anterior. Então não nos
deixemos ter mais que uma prioridade: formar grupos! Mas não qualquer
agrupação. Os grupos de 5 a 30 pessoas não mais, num mesmo lugar
geográfico. E antes de qualquer coisa, com um projeto político claro e sem
concessões: 1) recusa deste mundo de classes na sua natureza global, 2)
luta por um novo sistema de organização da sociedade, livre da exploração,
da autoridade, da mercadoria e da tecnologia da morte. 3) Dentro de cada
grupo, nós nos organizamos de acordo com princípios antiautoritários
(nenhuma delegação de poder, rotação de tarefas, etc.), e em debate
permanente, de formação à luta, ao tomar de palavra, à ação direta. Entre
os grupos assim constituídos, permiti-nos banir as tentações do voto,
moções ao Congresso, níveis de decisões. Pratique e troque experiência, o
debate, a ajuda mútua na ação, na colocação em comum dos meios e das
competências. Nós não somos dogmáticos. Somos naturalmente intransigentes
nos princípios, mas aberto nas práticas e nos métodos de análise das
lutas. Todos estes grupos devem ser anarkosyndicalistes nas lutas sociais,
liderando ou seguindo, mas atores intransigentes de em choque contra o
Poder. Os comitês de luta ou de resistência, as assembléias populares, os
movimentos sociais largos, as revoltas, as insurreições são os lugares e
os momentos privilegiados onde nós temos, sem escondedouro que nós somos,
e sem desejo de manipulação, propomos nossa visão da dominação global do
sistema e nossa recusa, explicar que o futuro nós é que queremos
construir, advertir as tentativas de recuperação das centrais sindicais
ligadas aos partidos esquerdistas, propondo nosso método Coletivo e
antiautoritário, incitando à recusa da negociação e à prática da ação
direta.

Hoje, o anarchosyndicalisme por fim saiu do gueto do mundo do trabalho, a
fábrica ou local de trabalho. O "trabalhador" não é um estatuto social,
mas uma das categorias de submissão criadas pela dominação, pelo Poder.
Sem papeís, desempregados, estudantes universitários ou secundaristas,
temporário ou interno, todos somos explorados.

O anarkosyndicalisme deve estar presente em todos estes campos da
dominação, mas especialmente nestes campos da luta.

E a organização, indagam? Torna-se naquilo que ela sempre devia ter sido.
A atividade resultante e eficiente dos grupos, nem mais nem menos!

Mas a miragem de uma organização com um grande ?O?, erguido firmemente
pelas mãos de alguns iniciados, negociando a miséria do povo no colapso da
atividade de fazer campanhas, por fim é dissipado.

Paul (Federado de Toulouse)

Para todo contato com o CNT TENHA no nível nacional escrever a CNT TEM
Confederal Escritório 7 ruas ST Rémésy 31000 TOULOUSE

Ou por e-mail contact(a)cnt-ait.info que transmitirá.

Actualité de l'anarchosyndicalisme
http://Cnt-ait.info
Liste de diffusion de la CNT AIT
http://liste.cnt-ait.info
Forum Rouge et Noir
http://cnt.ait.caen.free.fr/forum

(Traduzido de:
http://www.ainfos.ca/ainfos06518.html)

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Tradução
O COLETIVO LIBERTÁRIO - Amigos da COB-AIT
Lembre Sempre:
ANARKIA NÃO É BAGUNÇA!

cldvulg1985(a)yahoo.com.br



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