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(pt) [Portugal] ACInterpro*Os professores portugueses mais uma vez traídos; seu Estatuto da Carreira Docente (ECD) sob grave ameaça.

Date Sun, 4 Jun 2006 20:38:34 +0200 (CEST)


O ataque ao ECD começou logo no início deste governo.
Vulnerar o nosso ECD e transformá-lo em mais um papel sem valor ou uma
coisa ainda pior ... uma canga que obriga os professores a arrastarem-se
miseravelmente por um percurso de obstáculos e minas para alcançar a tão
almejada reforma, mas na realidade, uma miragem, pois quando lá chegarem
não haverá senão uma esmolinha, o que quer dizer que andamos a ser
roubados HOJE, mas só sentiremos na pele as consequências quando nos
reformarmos.... tudo isto está dentro desta lógica neoliberal.

Governo e ?maioria? do P?S? querem escravizar-nos AINDA MAIS

Apenas uma greve geral aos exames com todo o vigor e com toda a coragem e
com a MOBILIZAÇÃO UNITÁRIA, ISTO É TODOS OS SINDICATOS EXISTENTES ESTÃO
CONVIDADOS A ADERIR E APOIAR, PARTICIPANDO DE FORMA ACTIVA NA CAMPANHA,
além claro, de todos os militantes sociais, desde que compreendam que isto
é uma LUTA SINDICAL, NÃO É UMA LUTA PARTIDÁRIA.
Para nos unirmos, é preciso definir quais os pontos do ECD que
consideramos NÃO SUSCEPTÍVEIS DE ALTERAÇÃO, QUAIS OS PONTOS NEGOCIÁVEIS, e
destes, QUAL O SENTIDO PRECISO E OS LIMITES PRECISOS NOS QUAIS DEVE
MOVER-SE A COMISSÃO NEGOCIADORA.
Deve ser uma frente negociadora única, COM DELEGAÇÕES CONJUNTAS, com todos
os representantes de todos os sindicatos que queiram aderir.
SE NÃO AGIREM ASSIM, SÃO CRIMINOSOS POR CONIVÊNCIA, MAIS UMA VEZ. Passarão
a ter ainda mais responsabilidades pela PRECARIEDADE instaurada e
agravada.

É legítimo e saudável que os professores, mormente os que têm experiência
de luta e de cargos sindicais, exponham o seu ponto de vista, em público,
acerca das tomadas de posição e os comportamentos, tácticos e estratégicos,
das forças sociais e sindicais em presença.
Ora, acontece que, mau grado a fragmentação em numerosos sindicatos,
em concorrência uns com os outros, porém todos eles possuem uma orientação
corporativista (sindicatos ?de professores?
e não de ?ramo de ensino?, estes agrupariam várias ?classes profissionais?
numa estrutura única).

A FENPROF(1) diz ser o sindicato mais representativo. Será mais
representativo em termos de sócios inscritos, mas não há ninguém que nos
possa representar ?A PRIORI?, que possa falar em nosso nome, a não ser que
seja uma entidade, não apenas que nos ausculte constantemente mas,
sobretudo, que promova no nosso seio a discussão e tomada de decisão em
assembleias de base, núcleos de escola ou de agrupamento, que deveriam
reunir-se regularmente e deveriam dar indicações ou mandatos, precisos e
temporalmente definidos, para delegados e dirigentes os terem na devida
conta. Além disso, deveria haver mecanismos de funcionamento interno dos
sindicatos que impedissem que eles jamais pudessem produzir propostas
negociais e um caderno reivindicativo, nem sequer propostas de luta, sem
a aprovação concreta e explícita dos seus conteúdos pelos interessados.
Infelizmente, nada disto acontece na generalidade dos sindicatos da CGTP e
da FENPROF, tendo somente alguns núcleos isolados dos sindicatos um
comportamento mais ou menos correcto. Tais núcleos contam-se pelos dedos
de uma mão, na região de Lisboa, no caso dos professores, sendo estes
sistematicamente marginalizados e tratados com arrogância por uma direcção
e um executivo composto pelas mesmas pessoas desde há décadas (como se
fosse profissão ser membro da direcção de um sindicato!).
Não admira assim que estejamos impossibilitados de lutar e de vencer.
Estamos amarrados pés e mãos, porque não expulsamos das direcções esses
burocratas e não damos ? nós - as indicações vinculativas às direcções.

Deixarmos que se perpetue esse desrespeito pela nossa voz, pois somos
teoricamente "donos" dos sindicatos, não é aceitável.
É dificilmente compreensível, numa categoria profissional como a dos
professores: estes são, quase todos, possuidores de licenciatura, têm pois
uma cultura muito superior à média, mas infelizmente não apresentam
cultura nestes assuntos !!!

Adere ao Sindicato de base! ACInterpro* (2)!

Adere à Federação Europeia de Sindicalismo Alternativo, FESAL-E (3)!

(1) Federação Nacional de Professores, integrada na CGTP-IN (Confederação
de influência ?comunista? e membro da CES, Confederação Europeia de
Sindicatos)

(2) Associação de Classe Interprofissional*, sindicato de base em
organização,
ver em
http://luta-social.blogspot.com/2006/05/fundao-de-sindicato-de-base-e.html
http://www.anarkismo.net/newswire.php?story_id=3051

(3) FESAL-E, Federação Europeia de Sindicalismo Alternativo - Educação,
ver em http://www.anarkismo.net/newswire.php?story_id=2553
http://www.fesal.it/coststatutoloca2006port.htm




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2775-Parede, Portugal
Tel.: 00351 214531137

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