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(pt) Brasil: Fórum do Anarquismo Organizado (FAO) Um processo em construção / CARTA DE INTENÇÕES

Date Thu, 15 Sep 2005 07:55:57 +0200 (CEST)


Ver Ficheiro pdf em:
http://www.pt.indymedia.org/ler.php?numero=64332&cidade=1

O que é o FAO?
O Fórum do Anarquismo Organizado é um espaço de debate e
articulação entre organizações, grupos e indivíduos anarquistas que
trabalham ou têm a intenção de trabalhar de forma organizada atuando
socialmente.
A primeira edição aconteceu na cidade de Belém do Pará em
2002, passando pela plenária de Porto Alegre em janeiro de 2003, o
encontro nacional de novembro de 2003 em São Paulo, a reunião em
Janeiro de 2005 em Porto Alegre e 3º encontro nacional em Julho de
2005 realizado em Goiânia.
O objetivo maior do FAO é criar as condições para a
construção de uma verdadeira organização anarquista no Brasil. Tarefa
que sabemos não ser de curto prazo, mas que precisa ser iniciada
desde já.
Compromissos do FAO
1 - Estimular e realizar o debate sobre o anarquismo organizado no
Brasil, apontando para necessidade de construir uma organização
anarquista.
2 - Apoiar a formação de grupos anarquistas organizados
3 - Trabalhar pela aproximação, articulação prática e unificação destes
grupos no âmbito estadual ou regional num primeiro momento.
4 - Trabalhar, na medida das possibilidades reais, com os diferentes
níveis da luta revolucionária anarquista: trabalho de propaganda,
trabalho teórico e o mais importante deles, a militância social, nas
frentes e áreas escolhidas (bairro, sem-teto, estudantil, sindical,
ecologia social, luta contra a ALCA, etc.).
5 - Lutar pela construção de uma organização anarquista brasileira
dotada de projeto político comum, com real peso sócio-político e
presença nacional mais ampla possível.
6 - Estabelecer relações fraternas e solidárias com organizações
anarquistas internacionais, sobretudo as latino-americanas, cuja
realidade nos é mais próxima.
Lutar para Organizar!
?Nós já o repetimos: sem organização, livre ou imposta, não pode existir
sociedade; sem organização consciente e desejada,
não pode haver nem liberdade, nem garantia de que os interesses daqueles
que vivem em sociedade sejam respeitados. E
quem não se organiza, quem não procura a cooperação dos outros e não
oferece a sua, em condições de reciprocidade e de
solidariedade, põe-se necessariamente em estado de inferioridade e
permanece uma engrenagem inconsciente no
mecanismo social que outros acionam a seu modo, e em sua vantagem.?
Errico Malatesta, 1897
A questão da organização é muito antiga no meio anarquista, há mais
de cem anos Malatesta já abordava o tema. Por mais que nos pareça
uma questão simples ainda há muita confusão a respeito e tem muita
gente que sinceramente pensa que anarquismo é contra qualquer
forma de organização, que isso seria burocracia, autoritarismo, etc.
Isso é compreensível, afinal de contas os modelos de organização
concretos que as pessoas conheceram (tipo partidos autoritários,
centralizados e eleitoreiros) não animam ninguém a pensar no tema.
Mas é necessário romper com isso, perceber que esta foi apenas
?uma? forma de organização e não ?a? forma. O anarquismo sempre
teve outras formas de organização, horizontais, participativas e
federativas; basta olharmos Bakunin, Malatesta, Makhno, a
Federação Anarquista Ibérica, a Federação Anarquista Uruguaia, os
anarquistas sindicalistas, etc. Já é hora da nossa necessidade de se
organizar superar o medo de se burocratizar.Discutir organização hoje
em dia não é somente uma questão de retomar a história do
anarquismo, mas, sobretudo uma necessidade real. Diante de um
sistema articulado, bem informado e com capacidade operativa não
podemos ficar atomizados; ?Permanecer isolado, agindo ou querendo
agir cada um por sua conta, sem se entender com os outros, sem
preparar-se, sem enfeixar as fracas forças dos isolados, significa
condenar-se à fraqueza, desperdiçar sua energia em pequenos atos
ineficazes, perder rapidamente a fé no objetivo e cair na completa
inanição.? (Malatesta, 1897).
Além disso, a organização multiplica nossas forças, nos permite a
prevenção e defesa diante da repressão - por sinal cada vez mais forte
e torna real a solidariedade tantas vezes apenas escrita e falada.
Sabemos que existem vários/as anarquistas contrários à idéia de
organização, em sua maioria anarquistas individualistas. Não são
mais ou menos anarquistas do que nós por isso, apenas anarquistas
de outro tipo, de outra concepção. Que eles sigam seu caminho. Nós
seguiremos o nosso com todo direito de fazê-lo.
Porque pensamos que para enfrentar este sistema capitalista é
preciso estar organizado.
Construindo um Grupo Anarquista Organizado (gao)
No Brasil todo existem centenas e talvez milhares de pessoas que
se identificam e são simpáticas ao anarquismo. Uma força potencial
que muitas vezes não é efetiva devido à dispersão em que os
anarquistas se encontram. Não fundaremos uma organização
anarquista num passe de mágica, antes disso é preciso que existam
grupos anarquistas organizados (gao) e coordenados entre si.
O grupo anarquista organizado é a semente da organização
anarquista. O FAO se dispõe a apoiar os indivíduos anarquistas que
sentem o sangue ferver diante das injustiças e que estão cansados de
nada ou pouco poder fazer ou permanecerem isolados. Propomos um
caminho para iniciar um grupo anarquista organizado (gao):
1) número de pessoas: identifique pessoas que você conhece, que
podem ser afins ao projeto. Chame uma reunião para debater a
construção de um grupo, apoiada na leitura do material. Quanto mais
gente melhor, mas não é preciso esperar para se formar um grupo, com
3 pessoas é possível começá-lo, sempre trabalhando para mais gente
ingressar.
2) identidade do gao: com a proposta prosperando o gao já pode ter
nome, bandeira e simbologia, para que seja reconhecido por outras
pessoas.
3) divisão de tarefas básicas: os trabalhos internos regulares podem ser
divididos entre os militantes. Isso evita que alguns fiquem
sobrecarregados e outros com poucas tarefas, tornando a participação
mais horizontal. Sugerimos algumas funções para um grupo a partir de
5 pessoas (grupos menores ou maiores se adaptam a sua realidade).
a) companheiro de organização: encarregado de relatar os acordos e
decisões das reuniões, repassá-los aos demais, montar um calendário,
convocar as reuniões, organizar os materiais internos do grupo;
b) companheiro de propaganda: encarregado de pensar e propor
políticas de comunicação e materiais de propaganda do gupo. Ex:
boletim, site, panfletos;
c) companheiro de finanças: faz a tesouraria do grupo, arrecadar as
contribuições periódicas dos militantes, pensar formas de arrecadar
grana e estrutura para o grupo.
D) companheiro de relações: cuida das cartas, caixa postal, e-mails,
conversas com outros grupos anarquistas, de esquerda e/ou
movimentos populares;
e) companheiro de formação política: encarregado do debate de
formação interno do grupo, levanta temas, pesquisa e separa
materiais, procura cursos, ajuda os demais em sua formação política,
etc;
Esta divisão não é rígida. O companheiro de propaganda coordena o
boletim por exemplo, mas nada impede que os demais dêem idéias,
escrevam, ajudem, etc. O mesmo vale para as demais funções.
4) reunião: é fundamental que sejam regulares, pois é a única forma do
grupo debater e planejar suas ações coletivamente. Pode ser semanal
ou quinzenal, de preferência em local fixo, onde o grupo esteja
tranqüilo e sem interferências de fora.
5) comunicação do grupo: abrir uma caixa postal para
correspondência, um e-mail para internet e publicar um boletim,
mesmo que seja uma modesta folha frente e verso xerocada é um
ótimo começo e permite que o grupo seja conhecido pelas pessoas.
Outro material importante é escrever uma declaração de princípios do
grupo.
6) método decisório: é busca do consenso, com todos participando de
forma igualitária do debate. Quando não se chegar ao consenso e a
questão exigir decisão, vota-se o ponto e o grupo todo acata o que foi
decidido. A posição minoritária e sua argumentação deverá constar em
ata para avaliação posterior.
7) tarefas básicas de cada militante: uma função interna (organização,
finanças, propaganda, relações e formação política); uma militância
externa, social em alguma frente (falaremos disso mais adiante);
participar das reuniões e contribuir com o grupo.
Avançando de Grupo para Organização
Este salto de qualidade pode se dar de duas maneiras:
I) com o crescimento do gao
5
Nos estados e regiões onde não existem outros grupos
anarquistas ou então quando os demais grupos anarquistas forem
avessos à proposta de organização e atuação social, a única forma de
se constituir uma organização é através do crescimento do gao, cujo
objetivo é sempre avançar.
Alguns elementos servem para averiguar a maturidade:
crescimento numérico (mais ou menos 20 militantes regulares),
regularidade, afinidade e confiança desenvolvida na militância,
expansão das frentes de inserção social, melhoria da formação
política, etc. Com isso tudo o gao pode dar um salto qualitativo,
subdividindo-se em núcleos, criando um conselho que reúna
delegados destes núcleos e ampliando sua esfera de ação.
É fundamental que a passagem de gao para organização reflita um
avanço real e não apenas os desejos da militância. Ser um grupo de
fato, apenas com nome ou sigla de organização ou federação é
propaganda enganosa, um voluntarismo sem base real, que
facilmente cai no ridículo.
A transição de grupo para organização anarquista é um processo,
entretanto, os grupos se definem autonomamente. A transição implica
uma diferença qualitativa no processo de construção, mas não
hierárquica.
II) pela aproximação, articulação prática e unificação entre diferentes
grupos anarquistas organizados
Nos estados e regiões onde existem dois ou mais grupos
anarquistas a proposta é que se trave contato com os demais
indivíduos e grupos anarquistas conversando sobre a proposta do
FAO. Falamos aqui de regiões próximas, que não necessariamente
precisam ser no mesmo Estado, apenas próximas. Ex: Goiás e Distrito
Federal, grupos situados nas fronteiras entre 2 estados, etc.
Este contatos e conversas podem avançar mais ou menos. Alguns
podem rejeitar categoricamente nosso projeto, outros mostrarem
interesse e ao mesmo tempo dúvidas e críticas parciais. Com estes
últimos deve-se avançar no diálogo e se possível criar um FAO
estadual ou regional que reúna estes grupos, tire tarefas práticas
conjuntas, debata o projeto e trabalhe pela unificação.
Organizar para lutar!
Inserção e militância social
?(...) favorecer as organizações populares de todo tipo é a
conseqüência lógica de nossas idéias fundamentais e, assim, deveria
fazer parte integrante de nosso programa.?
Malatesta
O anarquismo é composto por uma diversidade de correntes, isso é uma
verdade. Mas também é verdade que nem todas elas se dispõe a
trabalhar junto a nossa classe, nosso povo.
Historicamente tivemos momentos de presença anarquista muito forte na
Ucrânia com a Makhnovitschina, na Revolução Espanhola, Revolução
Mexicana, com o sindicalismo revolucionário por toda a América Latina,
isso para não falar de inúmeras outras experiências. Em todos estes
casos, que são referência ao menos teórica - para todos os anarquistas,
existiram anarquistas organizados, com postura classista e com atuação
social decidida. Pode-se afirmar que em todos os casos onde o
anarquismo foi expressivo havia inserção e militância social.
Vivemos uma época em que a miséria se aprofunda cada vez mais, o
abismo entre as classes é maior hoje do que a cem anos atrás. 85% da
população mundial é pobre ou miserável. Somente no Brasil existem 40
milhões de pessoas que vivem abaixo da linha da miséria.
As manifestações desta miséria são brutais e estão aí para quem quiser
ver. Não perdemos a capacidade de se indignar, de se revoltar diante
destas agressões permanentes, ?não ficaremos na nossa? ou ?cada um
na sua?, até porque sofremos diretamente com tudo isso.
Pensamos que o anarquismo tem algo a dizer sobre esta realidade.
Pensamos que o anarquismo tem propostas e que ele vive nesta
realidade e não fechado em ambientes seguros e distantes do mundo
concreto.
Os anarquistas tem exercido diversas formas de atuação. Muitos
mantém relações entre si, publicam boletins, promovem encontros
libertários, colocam páginas na internet, editam livros, criam canais de
informação alternativos, etc.
Tudo isso é importante e necessário. Mas será que temos dado a devida
atenção a um tipo de militância que é a fundamental: a atuação social
junto aos movimentos populares, nos bairros, escolas, universidades,
espaços de trabalhos, etc?
Felizmente existem anarquistas que já fazem isso de várias formas,
mas sinceramente pensamos que é pouco, e não falamos isso sobre os
outros anarquistas, nos incluímos entre aqueles que precisam melhorar
e aprofundar a inserção e militância social. Pensamos que todas as
atividades de contatos, publicações, encontros, livros se enriqueceriam
muito se estivessem articuladas com uma atuação social por parte dos
anarquistas.
Há diversos grupos e organizações anarquistas que têm buscado
se inserir socialmente há vários anos. Existem diversas experiências de
atuação social acumuladas nos últimos anos, do movimento sem-teto
ao movimento estudantil, dos bairros de periferia ao trabalho sindical,
nas lutas contra a ALCA e as áreas de livre comércio, anarquistas têm
estado presente e isso nos permite discutir melhor o tema.
Por isso tudo pensamos que é fundamental discutir como os
anarquistas podem atuar socialmente, que relações se estabelecem
entre os anarquistas e os movimentos sociais, que tipos de atuação
seriam mais ou menos interessantes, etc. Sobretudo pensamos que os
anarquistas não farão a revolução sozinhos, e que se não tivermos uma
militância nas lutas de nossa classe não teremos chance alguma.
Para se inserir e militar socialmente
Todos os militantes do gao devem ter sua militância junto aos
movimentos sociais. As tarefas internas já mencionadas são
importantes, mas não bastam e não podem servir de desculpa para o
militante ?fugir? da militância social. Queremos com isso evitar que
alguns fiquem apenas com questões internas ou mais ?agradáveis? e
outros com a militância social, o que pode dar origem a ?burocratas
informais?.
É importante que o grupo avalie e concentre suas forças para que o
trabalho social dê resultados e se evite assumir mais tarefas de inserção
do que aquelas que pode sustentar. Isso torna necessária a escolha de
algum(ns) segmento(s) prioritários para a inserção social. Quando
dizemos prioritários não se trata de imaginar este ou aquele segmento é
por excelência destinado a realizar a revolução social, mas sim
concentrar forças em algum trabalho que avaliamos ter mais potencial
de transformação.
No entanto, com crescimento e amadurecimento devemos buscar
incidir nos mais amplos segmentos. A intenção é que o gao discuta o
tipo de trabalho a ser realizado, verificando o que é mais viável (no
bairro, numa escola, universidade, fábrica, ocupação, etc.) em função
da realidade de cada um. É sempre recomendável iniciar um trabalho
de inserção em bases onde os militantes estejam naturalmente dentro
ou seja mais fácil de se inserirem.
Também levar em conta a necessidade deste trabalho ser contínuo e
num local geográfico fixo. É importante que esteja claro desde o
primeiro momento, qual frente de atuação é mais importante e mais se
adapta as características das pessoas que compõe o grupo.
Alguns exemplos de frentes e áreas onde atuar
As frentes são espaços de atuação onde a nossa militância se realiza.
Por exemplo: movimento estudantil, movimento sindical ou de
trabalhadores, movimentos sem-teto, rádios comunitárias, bairros de
periferia em associações, comitês de luta, etc.
Na frente comunitária podemos trabalhar com questões como
moradia, saúde, alimentação, água, luz, saneamento básico,
transporte, ecologia social, comunicação, cultura, educação, direitos
humanos, racismo, gênero, etc. Tudo dependerá da demanda
específica de cada local e do nosso projeto político.
Nesta carta de intenções do FAO nos limitamos a discutir de forma
geral a inserção e militância social, pois seria impossível descrever,
mesmo em linhas gerais, uma proposta de atuação para a cada uma
delas. Há muito material produzido pelos membros do FAO sobre
estas várias frentes, experiências a compartilhar e apoio para quem
está se envolvendo. Materiais e informações sobre a atuação de cada
frente específica pode ser obtido entrando em contato com os
membros do FAO.
Quer conhecer mais? Quer participar?
Se você leu este material e se interessou, não importa que você
seja apenas um indivíduo ou pertença a algum grupo ou organização;
não importa se você já é um anarquista declarado ou alguém que se
interessou por anarquismo apenas recentemente; entre em contato
conosco. Você com certeza pode ser importante para luta e tem muito
a contribuir!
Os 6 compromissos do FAO representam o nível de acordo a que
chegamos no momento. Porém, reconhecemos que dentro do FAO
existem diferenças e podem existir desacordos pontuais entre seus
grupos, indivíduos e organizações. Este fato é muito compreensível e
não deve ser encarado como um problema, mas sim como ponto de
partida para nosso diálogo e construção. Seria absurdo imaginar que
distantes geograficamente, com poucas oportunidades de travar contato
direto e atuar conjuntamente, os membros do FAO estivessem
totalmente afinados.
Fazemos questão de ressaltar estes aspectos das nossas relações
porque se trata de uma construção coletiva, onde até o momento os
membros respondem pelos acordos firmados no FAO e não pelas ações
e propostas de cada um dos membros e indivíduos. O projeto anarquista
para nós está acima de questões pontuais ou pessoais.
O FAO já está caminhando, mas não está pronto e acabado, e jamais
fechado a quem possa se interessar. Sabemos e somos os maiores
interessados em corrigir erros, aprimorar o projeto e incorporar novas
contribuições, mais gente na discussão. Se você tem dúvidas, discorda
em parte do que foi exposto até aqui, te convidamos a dialogar, a nos
conhecer melhor.
Em síntese, a postura do FAO é construtiva, aberta ao diálogo e contra o
sectarismo. Acreditamos que somente nestas bases poderemos criar
condições para a construção de uma verdadeira organização
anarquista, que não seja uma mera sigla ou um gueto.
Assinam esta carta de intenções:
Coletivo Anarquista Organizado (MA)
coletivoanarquista@hotmail.com
São Luís MA Cx. Postal 306 CEP: 65001 970
Coletivo Amazônida de Estudos Anarquistas (PA)
caeabelem@yahoo.com.br
Belém PA Cx. Postal 643 CEP: 66017
Coletivo Anarquista Zumbi dos Palmares (AL)
cazpalmares@hotmail.com
Cx. Postal Cep: 57020-970 Maceió - AL
Grupo de Estudos Libertários Babilônia (AP)
babiloniaap@yahoo.com.br
Cx. Postal 32 Cep: 68906-970 Macapá - AP
Pró Grupo Anarquista Organizado Vermelho e Negro (Feira de
Santana, BA)
vermelhoenegro@hotmail.com
Cx. Postal 280 Cep.: 44001-970 - Feira de Santana - Bahia
Coletivo Pró Organização Anarquista em Goiás (GO)
proorganarquista_go@riseup.net
Cx. Postal 92 Goiânia-Goiás CEP: 74003-901
Federação Anarquista Gaúcha (RS)
www.fag.rg3.net
fag.poa@terra.com.br
Cx. Postal 5036 CEP: 90041-970 Porto Alegre - RS
Fórum do Anarquismo Organizado Estadual de São Paulo (SP)
fao_sp@yahoo.com.br
Luta Libertária (SP)
www.lutalibertaria.cjb.net
lutalibertaria@hotmail.com
Cx. Pt. 11639 São Paulo, SP CEP: 05049-970
Rede Libertária da Baixada Santista (Santos, SP)
www.redelibertariabs.cjb.net
redelibertaria_bs@yahoo.com.br
Cx. Pt. 99 Santos, SP CEP: 11010-010
CONTATO DA SECRETARIA DO FAO:
secretariafao@riseup.net
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