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(pt) Polónia, Varsóvia: Declarações para a imprensa a propósito do wa29 (en)

From Worker <a-infos-pt@ainfos.ca>
Date Sat, 17 Apr 2004 23:54:06 +0200 (CEST)


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Notícias sobre e de interesse para anarquistas
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De: Laure <cube-A-zigzag.pl> Para: alter-ee@lists.most.org.pl

O "Meio Polaco Libertário, Organizador da Anti-Cimeira Wa29" sente-se
forçado a exprimir a sua indignação em resultado da política das
autoridades dirigida contra os opositores do Fórum Económico Europeu.
O serviço de polícia e de segurança (Agência Interna de Segurança- AIS)tem
criado uma atmosfera de psicose e de histeria m torno de nós, fazendo
crescer a espiral do medo. De facto, cada vez mais libertários
participantes na organização dos protestos estão a sofrer da polícia
repressão e uma escalada de violência. A apenas algumas semanas antes do
Fórum uma autêntica "caça ao activista" foi desencadeada em Varsóvia, tal
como noutras cidades por todo o país. As intimindações e perseguições,
insistentes chamadas para propor reuniões, convocações a estações de
polícia, interrogatórios, insistentes perquisições domiciliáriasinvestigações nos locais de trabalho e de convívio, prenderem pessoas por
transportarem posters e panfletos - isto são meios de actuação usuais da
polícia de da AIS. Por fim - intercepções, colocação sob escuta de
telefones e violação do correio electrónico. Além disso, policiais em
trajes civis visitam casas ocupadas e centros de cultura independente.Eles também inviabilizão concertos, encontros de debate e informação
intimidando os proprietários de cinemas, clubes e edifícios, para os quais
os encontros estavam programados.
Pelo nosso empenhamento na preparação da manifestação, tal como do Fórum
Económico Alternativo, estamos a opor-nos a "via única" neo-liberal, pela
qual segue o mundo globalizado. procuramos alternativas.No entanto, as autoridades, que não possuem um conhecimento coerente sobre
a "Contra-Cimeira", estão tentando atingir os seus organizadores de todas
as maneiras. destituidos de capacidade de diálogo e de argumentação
razoável, eles recorrem áquilo que apenas sabem - a força e a violência.
Não nos deixaremos intimidar! Conscientes do facto de que acções
semelhantes da polícia e dos serviços de segurança ocorrem em todos os
protestos internacionais, iremos manter-nos firmes conntra a repressão!Especialmente agora, quando as repressões atingiram um nível grotesco e
escandaloso quando o Quartel Geral da Polícia se permitiu emitir pareceres
sobre a legalização da manifestação.
A participação numma manifestação pacífica - um dos meios de exprimir
opiniões - é um direito inalienável do cidadão num estado democrático de
direito. Receando ilegalidades e terror por parte da polícia e serviços de
segurança, apelamos para ajuda na realização deste direito de cidadania à
Fundação dos Direitos Humanos de Helsínquia, que nos prometeu de ir
colocar observadores independentes e fornecer apoio legal em caso de
repressão política e de violações da lei por parte da polícia. Hoje nós
submetemos os primeiros relatórios sobre pessoas reprimidas pela polícia e
AIS à Fundação. A polícia foi informada, no encontro de ontém com a o
chefe da polícia Siewierski, que as suas acções relativas aos
anti-globalistas estão a ser monitorizadas.
De acordo com declarações prévias, o Meio vai concentrar todos os esforços
em que a manifestação seja pacífica. Pretendemos atrair a ela, não apenas
os do movimento alterglobalista como também os habitantes de Varsóvia. Não
há necessidade de "enclausurar" a cidade.Nós apenas reivindicamos liberdade de expressão das nossas convicções! Em
simultaneo queremos deixar claro que - enquanto anarquistas - no caso de
agressão injustificada da polícia não ficaremos passivos e aplicaremos a
tactica de defesa activa.
Finalmente dirigimo-nos ao Chefe da Polícia Siewierski exigindo-lhe que
peça desculpa à gerência da Cinema Praha Cinema pela injustificada visita
dos agentes da polícia (detalhes em apêndice) e que declare que a polícia
não tem nada que ver com intimidações contra altermundialistas e sobre
aconselhamentos para não cooperarem com estes - isto porque tal seria
contrário ao texto constitucional sobre liberdade de expressão de
opiniões. Além disso, pedir à gerência para mudar a sua decisão e para
permitir de novo que se realizem as apresentações de filmes previamente
programadas.



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