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(pt) JORNAL A BATALHA Nº 203: Singularidades, n° 22, Novo 2003

From jornalabatalha@hotmail.com
Date Sat, 3 Apr 2004 22:25:32 +0200 (CEST)


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A - I N F O S S e r v i ç o de N o t í c i a s
Notícias sobre e de interesse para anarquistas
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O último número desta revista que tem por tema Con vivência(s) inclui,
além do editorial dirigido aos imigrantes e de copiosa produção poética,
uma série diversificada de artigos que vai de A relação corpo & moda
(Patrícia Severi) ou Conviver significa (Fernanda Campos) a Perigosas
(con)vivências (Manuela Parreira da Silva), sobre os fogos florestais dos
últimos estios, a Perspectivas para o movimento anarquista no século XXI
(Roberto Freire) – se é que se pode denominar movimento anarquista a
existência de várias correntes de opinião, grupos dispersos e indivíduos
que se detestam mutuamente (e nem sempre cordialmente) – ou Pela acção
directa dos trabalhadores (sem menção do autor, que todavia facilmente se
adivinha). Passando por uma longa entrevista de Jorge Colaço a Irene
Quintal e pelo artigo de João Freire O que há a reter do 18 de Janeiro de
1934? Com a morte, setenta anos depois, do último sobrevivente
anarco-sindicalista daquele episódio funesto que noticiamos noutro local,
é já possível dizer sem escândalo que foi um erro lamentável. Quando o
dissemos, individualmente e a título quase confidencial, a dois ou três
velhos militantes, obtivemos uma reacção indignada. É compreensivelmente
difícil reconhecer um erro que se pagou tão caro e que de algum modo
privaria de sentido tão abnegado sacrifício. Mas é óbvio que após a
depuração dos últimos elementos democráticos existentes nas forças
armadas, em consequência do 7 de Fevereiro (1927), da revolta da Madeira
(1931) e da intentona de Sarmento Beires (1931), e com a debilitação dos
partidos e dos sindicatos (pela repressão ditatorial e pelas cisões
comunista e socialista na CGT) qualquer tentativa insurreccional estava
votada ao fracasso. Em vez de se preparar para sobreviver na
clandestinidade a CGT optou pelo suicídio heróico. Foi romântico, foi
trágico, foi ineficaz e foi, sobretudo, desastroso para o futuro do
movimento sindical libertário.L.G.S.




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