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(pt) FdCA, Itália: greves de primavera (it, en)

From Worker <a-infos-pt@ainfos.ca>
Date Fri, 2 Apr 2004 20:47:01 +0200 (CEST)


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Não acontece com frequência que tenhamos uma greve geral a cada semana!
Pois 1º tivemos a greve das escolas convocada por CIB Unicobas a por
Cobas, confederações de base, contra as reformas que vêm sendo
introduzidas pelo ministro da educação, Moratti. Infelizamente, não houve
verdadeira coordenação para esta greve. Depois, no passado dia 7, tivemos
a greve dos caminhos de ferro ao apelo do sindicato SULT contra o
despedimento de vários trabalhadores, no seguimento do seu aparecimento em
"Report", um programa de actualidades de TV.A isto seguiu-se a 12 uma greve convocada apenas por 2 confederações de
base, a CUB e a anarco-sindicalista USI-AIT, contra as políticas
económicas do governo e as tácticas de parcerias das confederações
clássicas. Logo a seguir, houve a 26 uma greve pelas grandes
confederações, CGIL, CISL e UIL contra as mudanças nas pensões de reforma
e em defesa das tácticas de parceria (!). Infelizmente, a enorme boa
vontade de milhares de trabalhadores em apoiarem estas greves para
protestar contra o governo não se reflectem na situação no interior dos
sindicatos, o que impede a realização das expectativas da classe, algo que
foi amplamente demonstrado pelas lutas dos trabalhadores de transportes
citadinos.
O sindicalismo de base parece ter passado de um estado de desorientação
(já detectável no Outono passado) a um estado ainda mais preocupante de
desintegração, pelo menos no que diz respeito à coordenação. Pontos fortes
isolados, não relacionados entre si, apenas em determinadas categorias e
em determinadas zonas, já não chegam para corporizar uma alternativa ao
nível nacional. As grandes confederações tentam criar as condições para um
novo acordo de parceria, talvez com a ajuda da confederação patronal
Confindustria, recentemente renovada. Até os contratos que já foram
assinados (trabalhadores dos transportes, do comércio, do turismo, da
indústria química) não dão espaço para dúvidas no que toca às escolhas deCGIL, CISL e UIL, e o congresso vindouro da FIOM (a federação dos
metalúrgicos que faz parte da CGIL) poderia pôr um termo a esse caso pouco
usual dentro da CGIL.Resta-nos a nós, anarquistas, lutar pela auto-organização e autonomia da
classe.
(il romito)

>De «Alternativa Libertaria», Março de 2004
o boletim mensal da Federazione dei Comunisti Anarchici

http//www.fdca.it/fdcaen




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