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(pt) FORA LULA, O IMPERIALISMO E A CONFORMIDADE DA MISÉRIA.

From Fabio@ainfos.ca, Luz@ainfos.ca, cobforgs@yahoo.com.br
Date Mon, 22 Sep 2003 23:54:41 +0200 (CEST)


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Ao longo da história o “imperialismo” se apresenta como a forma de
dominação do absolutismo do Estado sobre as nações.
Os egípcios impunham através da força sua cultura aos povos vizinhos, os
romanos lançaram-se na campanha de conquistas não medindo esforços em sua
vontade de poder, produzindo devastação e violência numa escala ascendente
com o passar do tempo.

Hoje o modelo imperialista, através do complexo
militar-industrial dos EUA e seus aliados, imposto pela guerra, em nome da
“democracia do Capital”, ampliam o seu poder financeiro no Banco Mundial
que sustenta através do FMI as políticas capitalistas que visam suprimir
todo valor humano e natural.

No Brasil, o governo Lula as custas do seu populismo e demagogia barata,
traidor da confiança e ingenuidade do povo, revela sua verdadeira face.

Quem falava de igualdade social agora é apenas mais uma marionete do
Capital internacional. Discursava em favor de todos os trabalhadores, mas
em realidade reconhecemos que “Lula, seu partido e aliados”, estavam apenas
movidos pelos seus próprios interesses, abandonando assim o povo que
acreditava neles a mercê das esmolas do ”FOME ZERO”.

Em cascata a intenção das reformas proposta levará: 1) Da Previdência ao
aumento da carga de trabalho para a aposentadoria e a privatização da
previdência engordando o sistema financeiro internacional; 2) Da Tributária
ao aumento dos impostos e do custo de vida; 3) Da Trabalhista e Sindical,
com a “flexibilização da legislação” significa abrir mão das conquistas
sociais históricas dos trabalhadores como: O fim do registro em carteira do
vínculo empregatício, o 13º salário, a jornada de trabalho, férias,
adicional de periculosidade, adicional noturno, licença maternidade, fim
dos adicionais das horas extras, repouso remunerado (sábado, domingo e
feriados), Vale Transporte, Vale Alimentação, Plano de Saúde, qüinqüênios e
anuênios, participação nos lucros, salário desemprego, redução da jornada
para estudantes, direitos da mulher, direitos dos menores, recuperação das
perdas anuais, estas e outras são as conseqüências diretas destas medidas.
Não satisfeitos querem a também a Reforma
Sindical para desarmar mais ainda a estrutura sindical, possibilitando o
surgimento de “sindicatos por empresa”, contrariando a necessidade da
construção de sindicatos únicos por ramos de produção e não pulverizados em
categorias profissionais, com base na sua “inspiração” no modelo Fascista
da doutrina trabalhista do governo Getúlio Vargas. Interferindo diretamente
na luta pela emancipação dos trabalhadores da sua condição de “escravos”
assalariados.

Lula e seu governo querem como prêmio a ampliação do mandato presidencial
para isso vão negociar até com Bush que tem pretensões a ser um imperador
do mundo. Para se sustentarem no Poder, nesta Semana da Pátria propuseram
uma Jornada Cívica Nacional que ao puxar o saco dos militares (ficaram fora
da Reforma da Previdência) lembra aquelas manifestação nazi-fascistas do
passado quando junto com a Igreja levaram o mundo aos horrores da Segunda
Guerra Mundial.

A cultura do militarismo, não significa necessariamente a defesa da nação
no combate às desigualdades sociais e pela na construção da supremacia do
povo sobre o capitalismo. O militarismo possui uma estrutura que atua na
defesa do Estado e dos interesses dos grandes grupos econômicos
internacionais reafirmando suas bases nos modelos de dependência externa:
na tecnologia, na educação, na organização da economia e até mesmo no
sistema de valores. Escondidos num discurso de obediência cega na
hierarquia e na disciplina justificam assim o terror de Estado, suas
guerras, opressões, violências e todas as misérias, que tem por objetivo
final manterem-se enquanto executores que se beneficiam da troca de
favores da dominação de classes dos grandes capitalistas que controlam a
execução das políticas hegemônicas do Capitalismo e do Estado através das
instituições, dos partidos, dos sindicatos “pelegos” e seus aliados no
movimento social. PELA VIDA! CONTRA A MILITARIZAÇÃO DO QUOTIDIANO.

MOVIMENTO DE OPOSIÇÃO A ESTRUTURA SINDICAL

PELO SINDICALISMO REVOLUCIONÁRIO!
NA RECONSTRUÇÃO DA CONFEDERAÇÃO OPERÁRIA BRASILEIRA
NÚCLEO SINDIVÁRIOS DE POA – FORGS/COB – ACAT/AIT - FED.ANARKISTA RS




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