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(pt) Contra os vampiros do G8 !

From a-infos-pt@ainfos.ca
Date Sun, 4 May 2003 11:23:04 +0200 (CEST)


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A - I N F O S S e r v i ç o de N o t í c i a s
http://www.ainfos.ca/
http://ainfos.ca/index24.html
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Informações contra o G8
No G8 em 2003-05-04
Contra os vampiros do G8 !
O G8 terá lugar nos dias 1, 2 e 3 Junho de 2003 a Evian. O G8 reune os
governos dos 8 países mais ricos e industrializados do mundo, que impõem
uma ordem mundial ao benefício duma minoria podre de rica e em prejuízo
duma imensa maioria de homens e mulheres oprimidos e reduzidos à servidão.
Nós pensamos que deve existir entre os seres humanos outro tipo de
relações que as de mercantilismo, de dominação, de alienação ou de
exploração. A poluição, o desperdício dos recursos naturais, as enormes
desigualdades das riquezas são cada vez mais catastróficas. A globalização
manifesta-se em uma deterioração das condições de vida, do trabalho, e por
um reforço do controle social.. O patronato, com o apoio dos estados, toma
a ofensiva : destruição dos serviços públicos, regressão do direito do
trabalho, precaridade, flexibilidade, despedimentos, quebra de conquistas
sociais (instituições de previdência, reformas...).
O sistema capitalista não pode ser reformado, porque fatalmente conduz a
esses efeitos. Romper com o capitalismo é a nosso ver a única vía possível
para impedir uma catástrofe humana e ecológica.
O capitalismo é a guerra
A guerra é um estado permanente da sociedade, quase todos os domínios da
vida social são submetidos à lógica da militarização. Os lobbys
militar-industriais servem-se como pretexto do terrorismo para
intensificar a guerra mundial contra os pobres, os explorados/as e
qualquer forma de resistência contra a ordem capitalista. São, sem a menor
dúvida, um dos principais motores deste sistema. Se pretendemos parar a
máquina de guerra é necessário nomear, maniatar e atacar os seus
responsáveis assim que as suas lógicas e estruturas. Ao serviço dos
estados e dos capitalistas, o exército reprime as lutas sociais e impõe
uma ordem mundial que leva à opressão dos povos (Argentina, Argélia,
China, Chéchénia, Iraque...).
A militarização e o mercantilismo a que pretendem reduzir a sociedade e os
indivíduos instiga a relações entre as pessoas marcadas pelas
desigualdades, a entravar as liberdades fundamentais e à opressão
patriarcal. As lógicas capitalistas provocam, em particular, uma
globalização em termos de regressão na situação das mulheres no mundo,
como a taxa elevada em situação de precariedade , o comércio do corpo ou a
perda de autonomia.
O facto de poder circular no mundo actual está reservado para aquelas e
aqueles que possedem os meios necessários. Está claro que para os pobres
do Sul, as fortalezas do Norte (Europa ou USA) estão cheias de obstáculos
a atravessar e enormes são os sacrifícios humanos : mortos, racismo,
discriminação etc… aqueles e aquelas que conseguem atravessar as
fronteiras que dividem os explorados/as e que são a expressão dos
nacionalismos, tornam-se em mão-de-obra super explorada ao grande
benefício do patronato e das mafias (em particular para as pessoas que se
prostituem ). Mas nos países do Norte, a circulação também está reservada
para aquelas e aqueles que podem pagar.
Autogestão, acção e democracia directa contra os Estados e o Capital
Fazer ouvir a nossa voz parece-nos tanto mais necessário que, ao contrário
de muitos, nós levantamos o problema não apenas dos efeitos mas também das
causas da globalização : o capitalismo, tanto como o estatismo e o
parlamentarismo que encerra as populações debaixo de uma tutoria
impedindo-os de agir por eles próprios, submetendo-os através do
assalariato, da polícia e da magistratura, assim como o facto de favorecer
todas as formas de alienação, religiosas, sexistas, racistas e
homofobias...
A níveis desconhecidos nestes últimos anos, desenvolvem-se experiências de
auto -organização e de acção-directa, e a recusa cada vez mais lúcida e
consciente da delegação de poderes e do caminho estatal e institucional na
mudança social. Nós pensamos que estes movimentos podem convergir em
direcção de estes três elementos fundamentais :
Rejeitar a delegação de poderes e particularmente das soluções estatais na
mudança socialA auto-organização e a autonomia do movimento social sob bases
antiautoritáriasA acção-directa revolucionária e a desobediência social
Com efeito, a luta de classes não desapareceu ! Só a luta colectiva, nos
nossos lugares de trabalho e de vida, pode permitir a construcção duma
força de oposição consequente face aos assaltos capitalistas.
Convergência das lutas antiautoritárias e anticapitalistas

CLAAAC G8 !

As organizações signatárias se comprometem a utilizar todos os meios ao
seu alcance para participar na campanha anti-G8, nos colectivos e
iniciativas locais e regionais, na aldeia alternativa, anticapitalista e
anti-guerra (VAAAG) e também a participar ao cortejo negro e vermelho nas
manifestações de massa, à iniciativa "feu au lac" e a uma iniciativa pela
abertura das fronteiras, o conjunto nos limites e nas orientações do texto
acima.
Contato CLAAAcG8

www.claaacg8.org a plate-forma do sitio esta traduzida em portugues.
claaacg8claaacg8.org

Informações do VAAG, (village anti-capitaliste et anti-guerre)
A gente esta pensendo a construir uma aldeia perto da cumbre, uma aldeia
com dois especificidades:
anticapitalista e anti-guerra.

A gente pensa esse espaço como um lugar autonomo de ações e reflexões, um
lugar em ruptura com o systema mercador e o capitalismo, um lugar onde
seram valorizadas as praticas coletivas baseadas sobre a autogestão e a
democratia directa.
Essa aldeia será um laboratorio de ideas onde serão organisados, debates,
forum, cujo o forum das lutas sociais, manifestações ligadas à
contra-cultura: concerts, theatro, projecções,...Essa aldeia sera o
receptaculo das ideas que a gente defenda localmente e quotidianamente,
como a libertade de circulação e de instalação, e propora a alternativa de
uma sociedade degage de todas formas de autoritarismo, capitalismo,
racismo, fascismo, sexismo.
Então, a rede G8 illegal chama a crear um lugar de convergencia das redes
internacionais, abierto às todas as forcas do movimiento altermondialiste
que sejam individual, culturais, associativas, politicas, syndical.
A organisação da aldeia como lugar de grupamento das experiencas, de
elaboração de ações de resistencia e de desobediencia , de debates, de
forums, de atividades culturais e festas serão organizadas em polos de
afinidades segundo as sensibilidades politicas, as preoccupações
tematicas, a diversidade dos modos de ação, as praticas alimentarias,...
Então, a gente chama todas as pessoas, associações, organisações a
participar a essa aldeia e crear um espaço de vida afim de opposarse à
logica de ddominação do G8 e afirmar pelas nossas praticas, nossos
debates, e nossas lutas que podemos derrubar o ordem establecido.
Contato Vaag (village anti-capitaliste et anti-guerre)
www.vaag.org
vaag_parisno-log.org



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