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(pt) Boletim da AGP (Parte II)

From Maria Cunha <maria.cunha@iname.com>
Date Wed, 23 Feb 2000 06:41:39 -0500


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      A - I N F O S  N E W S  S E R V I C E
            http://www.ainfos.ca/
 ________________________________________________

Parte II (Indice)
NOTÍCIAS BREVES
A-Infos: um serviço de notícias multilíngue por, para e sobre
anarquistas e outros revolucionários equivalentes anti-autoritários
Os duendes Vs. Área de Comércio Livre das Américas (ACLA) em Toronto,
Canada
Continua a devastação em Cacarica, Colômbia
Cyberatividades durante o N30
No fundo de Narmada (Kasten)
História da resistência contra a barragem de Itoíz, Navarro, País Basco,
a norte do estado Espanhol
Notícias de Malta: Movimento Graffitti

ANÚNCIOS / APELOS
Comunicado do povo U’wa – Colômbia
Escritório da NBA saqueado
Semana Internacional de Acção sobre os OGMs (Organismos Geneticamente
Modificados) em Abril 2000
Contestando o Encontro Anual do FMI/Banco Mundial em Praga, República
Tcheca, Setembro de 2000
O Fórum Mundial Económico reúne-se em Davos, nos Alpes Suíços
Sobre uma paragem global dos edifícios da bolsa pelos cidadãos
Conferência Nacional sobre Desobediência Civil, 22-23 Jan.
2000,Washington, DC

A ACÇÃO GLOBAL DOS POVOS
Orientações
Princípios organizacionais da Ação Global dos Povos (AGP)
Esquerda / Direita. Texto por Alain

1º DE MAIO DE 2000 - Dia de Acção Global, Resistência e Carnaval contra
o Capitalismo (vide http://www.ainfos.ca/pt/ainfos00174.html )
LISTAS DE CORREIO ELECTRÓNICO para 1º de Maio de 2000

========================= fim do Índice =====================

NOTÍCIAS BREVES

A-Infos: um serviço de notícias multilíngue por, para e sobre
anarquistas e outros revolucionários equivalentes anti-autoritários
Na luta por uma sociedade livre sem classes, distribuímos notícias e
artigos em diversas línguas, cobrindo uma grande área. Esta inclui tanto
o trabalho, o ambiente e as lutas anti-imperialistas como a luta
anti-racista, sexista e homofóbica. As listas de notícias do A-Infos são
democraticamente geridas por um colectivo de organização internacional.
Especialmente encorajamos mulheres, pessoas que não falam inglês e
aqueles que vivem fora da Europa e da América a participar. O A-Infos
não é um projecto comercial. Todo o tempo e serviços que tornam
possíveis o A-Infos são devido a voluntários de vários países. Podes
enviar um artigo para o A-Infos para o endereço electrónico
a-infos@tao.ca. Não te esqueças de pôr o código para a tua língua, no
assunto, por exemplo (pt) para português. Preferimos notícias escritas
por anarquistas ou outras pessoas directamente envolvidas na luta contra
as várias interrelacionadas formas de domínio, exploração e supressão.
Distribuiremos os periódicos conforme as directivas que se encontram no
nosso website: http://www.ainfos.ca. (Em português vide http://www.ainfos.ca/pt/contribuir.html). Para subscrever mande
um e-mail para lists@tao.ca com a seguinte mensagem: SUBSCRIBE A-INFOS-PT


Os duendes Vs. Área de Comércio Livre das Américas (ACLA) em Toronto,
Canada
Activistas que se opõem à area de comércio livre das américas falaram na
baixa da Toronto, na semana de 1 de Novembro. Lançaram o maior dos
feitiços para estragar a conferência.
“Não temos escolha. A ACLA não é sobre comércio para as pessoas das
Américas, mas antes uma constituição de direitos para a elite
corporativa. A agenda foi preparada há muito, e enquanto grupos como o
Hemisferic Social Alliance (Aliança Social Hemisférica?) estão a tentar
introduzir uma agenda social, eles só estão a ajudar os nossos ministros
do comércio a humanizar a cara do domínio das multinacionais. Convocamos
os duendes das pessoas na noite das bruxas para acabar com estas
negociações corporativas”.
A noite de segunda-feira viu uma gala para o Forum Americano de Negócios
(Americas Business Forum - ABF) -os reais negociadores da ACLA. Alguns
duendes conseguiram entrar, passar o hall, aromas grotescos de ovos
podres e fezes emanavam da multidão. Do exterior podiam-se ver áreas que
ficavam desertas em segundos.
Entretanto, um número maior de duendes foi para as ruas que ficavam do
lado de fora da gala e mascararam-se como estudantes de negócios de
direita e fãs de administradores de multinacionais. No topo das suas
roupas formais, os duendes penduraram bandeiras e faixas: “1000
capitalistas não podem estar enganados” “Vivam os ricos!! ACLA Já”
“Acabe-se com as Regulamentações Ambientais Já! Mais Lucro!” “O
previlégio é Divino”, etc.
Depois na quarta-feira, dia 3 de Novembro, os duendes apareceram em
massa e transformaram-se numa manifestação gigantesca. Era o último dia
do ABF e os duendes chegaram mesmo antes do Chretien (primeiro ministro)
e os ministros do comércio encontraram-se com CEO’s (qualquer coisa como
director ou presidente de conselho de administração). Com percursão e
cornos a indicar o caminho, os duendes atravessaram a ponte mais
ocidental a caminho da Torre mais a sul, onde só se ouvia o som dos
bombos e das conversas dos duendes. Durante cerca de 45 minutos, os
duendes interagiram com a polícia, rindo e caindo, gritando e
rodopiando. No fim, Chretien atrasou-se 45 minutos, até que eles
saissem. Nesta altura, os duendes, no seu retorno às cavernas, correram
em direcção à fila de automóveis onde estava Chretien, debaixo da ponte,
e expulsaram-no com placards e bombos.
Na quinta feira, 4 de Novembro, alguns duendes “ACERCA” malvados
escalaram a torre do sul enquanto bastante gente arranjava uma
distracção do lado norte. Quando alcançaram o topo, desenrolaram uma
bandeira com 600 pés quadrados (mais uma vez não sei fazer a conversão)
em solidariedade com o povo de Chiapas, que resiste à ACLA e à NAFTA
(North American Free Trade Association).
Entretanto, a mensagem tinha-se espalhado pelo mundo e outros duendes
apareceram em solidariedade contra a ACLA e o Global Free Logging
Agreement. Os duendes pregaram partidas às corporações em Tóquio,
Guatemala, através dos EUA e noutras partes do mundo. Com isto em mente,
os duendes comprometeram-se a espalhar a palavra a outros duendes um
pouco por todo o mundo e continuar a ser a areia na máquina do
capitalismo.
Contacto: brian.sharpe@utoronto.ca, OPIRG-Toronto, 563 Spadina, Rm 101,
Toronto, ON, M5S 2K1, Canada
http://www.nativeforest.org/campaigns/acerca


Continua a devastação em Cacarica, Colômbia
Após 34 meses de desalojamentos forçados, no meio de grande tensão
devido às ameaças que seguiram a nossa oposição à deflorestação e à
nossa decisão de fazer valer os direitos humanos internacionais, iremos
finalmente receber o título formal de comunidade negra, a 15 de
Dezembro. Dividimos 103.004 ha por 23 comunidades que vivem em Cuenca
del Cacarica, uma terra de grande biodiversidade, com segredos que tanto
as comunidades negras quanto nós nunca conseguimos desvendar, mas
queremos defendê-la, porque entendemos o seu valor nas nossas vidas e na
da humanidade. É um sucesso, muita alegria, mas... ainda sentimos dor,
tristeza e desilusão. Na área da Exploración Pré Retorno, testemunhamos,
conjuntamente com autoridades nacionais e observadores internacionais, a
continuada deflorestação levada a cabo pelas grandes máquinas da
companhia Madarien. Deitaram abaixo, mesmo debaixo dos nossos olhos,
árvores de espécie rara. Existem árvores a flutuar no rio Atrato,
atravessam o Golfo de Uraba e daí talvez sigam para outros países. A
deflorestação continua como antes, talvez até pior. A companhia Maderas
del Darien já se instalou noutras florestas de Cacarica. Isso significa
que a devastação é mais intensa mesmo nas fronteiras. Continuaremos a
reclamar pela vida da Natureza e pela nossa. É o odor fedorento do
dinheiro que compra a consciência e a omissão do estado que não tem
feito nada para prevenir esta desgraça ecológica. O poder de uma
companhia privada é protegido pelas suas capacidades de mentir e
corromper e de evitar responsabilidades em demonstrar boa vontade. Os
dias de alegria estão ameaçados. Alguns dos nossos coordenadores
viajaram para tentarem sobreviver durante vários anos. Eles regressarão
e verão a nossa terra em Cacarica, em paz e com dignidade. Os
desalojantes não terminam com a sua intenção de nos maltratar. O título
de reconhecimento é um passo em frente, é muito importante. Embora estes
sejam tempos difíceis os que vivemos, é algo de encorajador. Agradecemos
a vossa solidariedade e apoio. Este título é também vosso. Esta terra é
para todos os humanos. É terra de autodeterminação, terra de vida, terra
de dignidade. Pedimos o vosso apoio para continuar a luta pelo fim da
deflorestação e do levantamento de pistas contra os causadores dos
desalojamentos, para que a justiça brilhe nesta destruição ambiental e
para que as nossas vidas possam ser respeitadas. Urge também que se
tomem todas as medidas para respeitar a nossa decisão de não nos
envolvermos em objectivos militares e para que sejam evitados mais
assassinatos e mais raptos. Comunidades de Regresso a Cacarica, Auto
Determinação, Vida e Dignidade! Justicia y Paz justypaz@andinet.com ,
Libia Grueso PCN libia@colnet.com.co

Cyberatividades durante o N30
*) O site oficial da OMC na internet (www.wto.org) ficou fora do ar às
22:00h do dia 30/11/99 e voltou algum tempo depois.

*) O site do Reclaim The Streets da Inglaterra e o Electro Hippies
'Virtual Sit In' estiveram temporariamente fora do ar no N30. Uma
mensagem no site do RTS dizia: " Desculpe, este site caiu por volta de
30 de novembro. Técnicos desligaram o servidor enquanto eles
investigavam um enorme aumento de tráfego. Suspeitas imediatas de um
ataque de Saturamento de Serviço de forças pró-OMC ou de atividade da
polícia para contrariar os planos de protesto...mas não! Ele caiu quando
haviam 100.000 acessando o site do electrohippies querendo saber mais
sobre o seu "protesto virtual" (virtual sit in) - um protesto de
Saturamento de Serviço contra a OMC. Portanto pode ser dito que
virtualmente aquela quantidade enorme de pessoas se juntaram à ação de
terça-feira". O site dos Electro Hippies é

*) Durante a noite no N30, uma alimentação de áudio ao vivo transmitiu
uma freqüência escaneada dos rádios do Departamento de Polícia de
Seattle através da Internet, permitindo que os ouvintes escutassem os
últimos desenvolvimentos em Seattle e as “tropas” se movendo, e o início
do toque de recolher.

Notícias do Bangladesh
No Bangladesh, mais de 5 milhões de empregadas domésticas estão a
trabalhar em condições inumanas. São quem recebe menos. E, além disso,
não são reconhecidas e são, portanto, privadas dos seus direitos.
No dia 10 de Dezembro, a Associação de Empregadas Domésticas levou a
cabo um protesto contra o desrespeito pelos direitos humanos, no Dia
Mundial dos Direitos Humanos. O protesto incluiu uma procissão
silenciosa de trabalhadores com bandeiras e máscaras negras. Um orador
disse: “No Bangladesh, todos os dias as empregadas domésticas têm que
enfrentar repressão e opressão. Entre Junho e Dezembro, houve 39
violações, 27 assassinatos, 6 queimaduras, 17 raptos, 6 suicídios por
causa de tortura, 51 empurradas para a prostituição, mais de 300
contrabandeadas, 4000 ficaram sem emprego, 15000 sem casa. Mas não há
acções contra isto.” Outro orador acrescentou que “as empregadas
domésticas têm rendimentos baixos, são negligenciadas, estão sem
esperança e desorganizadas. Como tal, o governo e a sociedade ignora-as
e não toma medidas adequadas”. A Ass. de Empregadas Domésticas anunciou
a aproximação de uma campanha e de acções. A Associação de Empregadas
Domésticas procura apoio e solidariedade a um nível nacional e
internacional.
Contacto: Amirul Haque Amin, General Secretary, National Garments
Workers Federation;
Mrs. Hasna Banu, membro do secretariado, tel.: +88 019 340 268; fax: +88
02 9562562; e-mail: unity@bdmail.net


No fundo de Narmada (Kasten)
As comunidades de fazendeiros e Adivasis (povo indígena) que vivem nas
barragens do rio Narmada, organizados com o movimento popular NBA
(Narmada Bachao Andolan, Save Narmada Bewegung), estão lutando há 12
anos contra a construção de uma represa conhecida como projeto Sardar
Sarovar (SSP). Depois de um pico de bem sucedida resistência no início
dos anos 90, que conduziu à retirada do Banco Mundial em 1993 e a uma
interrupção da construção em 1995, neste ano de 1999 a NBA está
intensificando a luta novamente. A razão é uma decisão do Supremo
Tribunal que permite a futura construção da represa. A represa está
agora com aproximadamente 88m de altura e algumas aldeias já
foram inundadas três vezes em Agosto e Setembro deste ano. A NBA
também é membro da Aliança Nacional de Movimentos Populares (NAPM), que
foi o Convocador para a AGP no ano passado.
Contato: Narmada Bachao Andolan; B-13, Shivam Flats, Ellora Park,
Baroda-390007
Tel 0265-382232
Contatos de Mumbai: Pervin - 2184779;
Mahendra - 5574895, 4159259

História da resistência contra a barragem de Itoíz, Navarro, País Basco,
a norte do Estado Espanhol
A barragem de Itoíz, compreendida entre dois vales, forma um micro clima
especial e um ecossistema único, mas parece que os políticos não
concordam com isto, mas, pelo contrário, pensam que sob o nome mágico do
"desenvolvimento e progresso" tudo é permitido. Em 1985, a construção da
barragem foi decidida. Decisão que foi baseada em mentiras sem sentido e
aniquilação. Os argumentos levantados eram a necessidade de produção de
electricidade e, claro, a falta de água. Seria verdade? Curiosamente 3
políticos que foram escolhidos para principais promotores do projecto
monstruoso estão agora sob duras penas de prisão condenados por suborno,
roubo à comunidade e comissões ilegais. O comité de organização, que foi
criado em resposta e para defender as aldeias que ficaram soterradas
pela barragem, provou repetidamente a falsidade dos argumentos dados a
favor da construção. E, em 1993, o trabalho de construção começou.
Primeiro, tentamos uma luta em termos judiciais. A mobilização popular
começou e ganhou força. A luta nos tribunais foi um sucesso. Mas embora
o projecto tenha sido declarado ilegal e condenado, o trabalho de
construção continuou. Há quatro anos atrás, este assunto foi levado ao
Tribunal Europeu o que nos deu a esperança de que a construção seria
embargada. Em vez disso, deu licença para o trabalho continuar e este
facto trouxe-nos um grande desapontamento, um pesado laivo na moral.
Este era um dos dois principais pontos na luta. Neste momento,
SOLIDARI@S CON ITOIZ foi criado por duas razões: sentimos que a luta
estava prestes a ser perdida e tivemos que procurar outras formas de
lutar, tomando em conta contra quem estávamos: o estado, o dinheiro,
digamos, o poder económico. O grupo assumiu desde o início, três
princípios: o da acção directa, o de que deveria ser público e o da
resistência passiva. Embora tenha havido alguma resistência com sucesso,
o governo, rindo-se de todos, aumentou o trabalho para 24 horas diárias.
Foi necessário cortar os cabos. A 6 de Fevereiro de 1996, ao escurecer,
8 solidari@s, conjuntamente com 5 jornalistas, entraram na zona de
construção. Seis deles, usando navalhas circulares, cortaram os seis
cabos do sistema usado no transporte do cimento para a barragem. Os seis
cabos de 800m de comprido e 15 cm de diâmetro eram o coração do
projecto. O trabalho ficou parado aproximadamente 9 meses. Logo após a
acção, as 8 pessoas foram levadas à polícia imediatamente. Depois de nos
rendermos, fomos submetidos à tortura durante mais de uma hora com
murros, pontapés e abusos. Depois de 2 meses de prisão fomos libertos
para sermos ouvidos em tribunal. Há um ano atrás fomos condenados a 5
anos cada e depois de novo apelo em tribunal a resolução do alto
tribunal está para chegar. Desde então o trabalho eventualmente
continuou, levando a mais acção. Continuaremos a luta seja qual seja o
que advenha. A única lei que conhecemos como verdadeira é a da Mãe
Natureza.
Solidari@s com Itoitz, Unai Behrendt Baztan, Nagusia Kalea 38 – 5B 31001
Iruna, Euskal Herria, estado Español; email: solidarios@ythis.zzn.com
http://www.eusnet.org/partaide/solidarios/home.htm e
http://www.s-o-s-itoiz.org.uk


Notícias de Malta: Movimento Graffitti
O Movimento Graffitti é um movimento social maltês que é ativo contra
qualquer forma de opressão e exploração de pessoas, do meio ambiente
e/ou de animais; Com uma visão de socialismo; liberdade e democracia
radical. O Movimento Graffitti está ativamente envolvido nas lutas
correntes contra o ataque capitalista à qualidade de vida das pessoas e
do meio ambiente. Ele apoia lutas dos trabalhadores e dá apoio crucial a
sindicatos. O Movimento Graffitti também apoia lutas de gênero pela
libertação da mulher e de orientações sexuais oprimidas, e também apoia
lutas revolucionárias empenhadas na libertação, contra o
neo-colonialismo e o imperialismo. O Movimento Graffitti leva a cabo
campanhas contra corporações multinacionais como Mc Donald's, que trazem
quantidades enormes de dejetos, de exploração de trabalhadores, crianças
e animais, e um estilo de vida insalubre. O movimento tem estado
bastante ativo em campanhas ambientalistas como a campanha contra o
projeto de redesenvolvimento de Hilton (Portomaso), a qual levou a
várias ações diretas não violentas e uma greve de fome. O Movimento
Graffitti e outros movimentos como o Friends of Earth (Malta) estão
freqüentemente estimulando comunidades locais e ambientalistas a se
manifestarem contra o desenvolvimento insustentável como o que está em
curso no golfo.
O comitê nacional do Movimento Graffitti e o comitê da seção
universitária são eleitos a cada ano. O movimento também inclui vários
sub-comitês que se especializam em temas de campanhas particulares. Um
sub-comitê em particular, chamado S.G.A.R. (o sub-comitê para arte
revolucionária) é ativamente envolvido na organização de atividades
artísticas revolucionárias, entre elas teatro e música.
Algumas poucas palavras sobre Malta. Malta possui uma população de cerca
de 350.000 pessoas e conseguiu a independência da Grã Bretanha em 1964,
sendo que os últimos navios militares deixaram a ilha em 1979. Malta é
agora um estado independente e neutro. O sistema político de Malta é
dominado por dois partidos políticos, o partido Trabalhista de Malta e o
Partido Nacionalista (DemoCristãos), que está atualmente no poder. O
outro partido político, Alternativa Demokratika (Partido verde) é
apoiado por cerca de 2% do eleitorado maltês mas é severamente
penalizado pelo sistema eleitoral de Malta, que favorece o domínio dos
dois principais partidos. A Igreja Católica é muito influente nas ilhas
maltesas. A economia de Malta é basicamente dependente da manufatura e
do turismo. O meio ambiente de Malta está em perigo, especialmente por
causa no número crescente de carros, do desenvolvimento de mega projetos
turísticos insustentáveis, e do insustentável problema de lixo. Malta
está vivendo várias mudanças como a privatização de empresas públicas,
assim como a implementação das regulações da União Européia. (Malta
requisitou a união à EU, porém o Partido Trabalhista se opôs à essa
união).
Contato: Moviment Graffitti. PO Box 24 Sliema, Malta, Europe
movgraff@hotmail.com , http://www.geocities.com/movimentgraffitti


ANÚNCIOS / APELOS

Comunicado do povo U’wa – Colômbia
Aproximadamente 200 membros da tribo indígena U'wa do nortedeste da
Colômbia reuniram-se ontem, dia 16 de novembro, em uma instalação
permanente numa parte de nossas terras ancestrais. Esta área, que foi
colonizada por fazendeiros, é o local onde a companhia multinacional
Occidental Petroleum (Oxy) quer perfurar o poço de petróleo "Gibraltar
1", uma ação que ameaça a vida e nossa antiga cultura. Nós urgentemente
pedimos que você nos apoie com sua presença física em nosso território.
Pedimos ainda que as pessoas em todo mundo que valorizam a Terra e os
povos indígenas, se manifestem contra a companhia multinacional
petrolífera Oxy através de protestos, cartas e outras ações de
solidariedade. Assinado, Roberto Perez, Presidente do Conselho Tribal
Autoridades
Tradicionais de U’wa . Contato: RAN, www.ran.org, Patrick Reinsborough
<rags@ran.org> ou tel +1 415-398-4404. (inglês) Libia Grueso
<libia@colnet.com.co> (espanhol)


Escritório da NBA saqueado
No dia 9 de Dezembro, à noite, seis pessoas armadas com facas e armas de
fogo invadiram e saquearam o escritório da Narmada Bachao Andolan
Baroda, destruindo arquivos e assaltando um ativista. Os intrusos
ameaçaram dizendo que não hesitariam em matar se a NBA não deixar o
estado de Gujarat imediatamente. Nós solicitamos a você que se manifeste
contra os ataques aos escritórios da NBA e o apoio tácito do governo do
estado de Gujarat a essas ações.
Contato: ver artigo sobre Narmada (notícias breves)


Semana Internacional de Acção sobre os OGMs (Organismos Geneticamente
Modificados) em Abril 2000
De 1 a 8 de Abril, terá lugar uma Semana de Acção Internacional sob o
nome: A Resistência é Fértil! A ideia nasceu e foi trabalhada em
Bryansk, na Rússia, onde cerca de 40 activistas de Engenharia Genética
se juntaram para discutir estratégias. A ideia foi acolhida pelo Biotech
Action Network (BAN), e muitos outros grupos na Europa estão a planear
acções. Foi organizado um site com informação básica .
Para mais informação contactar: Nina Holland, A SEED Europe, Postbus
92066, 1090 AB Amsterdam, The Netherlands; telefone: +31-20-668-2236,
fax: +31-20-468-2275, email: nina@aseed.antenna.nl .


Contestando o Encontro Anual do FMI/Banco Mundial em Praga, República
Tcheca, Setembro de 2000
Entre os dias 26 e 28, ocorrerá o encontro em Praga de milhares de
banqueiros, especuladores e ministros de todo o mundo para a reunião
anual do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. A escolha do
encontro anual no espaço geopolítico de Europa Oriental não é só devido
aos esforços governamentais Tchecos para se tornar o país anfitrião do
evento, mas também por ser o modo do Fundo e do Banco de mostrarem o seu
bem “sucedido” Plano Oriental. É realmente importante reabrir as
“estatísticas econômicas” desta parte da Europa e pôr na mesa as provas
das instáveis economias do oriente e do sul e das destrutivas políticas
do Fundo e do Banco aplicadas às pessoas e ao meio ambiente. A situação
econômica e política em países sob a ‘assistência’ do FMI/BM é de
deterioração. Não há nenhuma evidência de prosperidade ou democratização
de governos. Ao invés, o que cresce é o desemprego, doenças, escassez e
opressão militar. A motivação para se opor a este evento vem da
necessidade de levantar a discussão sobre pobreza aumentada pelo FMI/BM
aberta e criticamente. A proposta do evento não é ser o ponto inicial e
final, mas apenas o encontro de várias plataformas da CEE. Não é que nós
estejamos contestando de uma forma nacionalista a presença desse
encontro aqui na Europa Oriental, contestamos a natureza deste encontro,
e o futuro sufocado esculpido nele. Além disso, é necessário para os
movimentos populares mirar as Instituições Financeiras Internacionais
por via de uma campanha de longo prazo internacional e local.
O encontro FMI/BM de Praga é uma primeira possibilidade e que não deve
ser perdida para se começar! Nós sempre vamos para os contra eventos
internacionais que acontecem na Europa Ocidental e agora nós teremos um
acontecendo em casa e nós temos que reagir. Nós temos que reagir todos
juntos! Literalmente nós podemos nos encontrar agora, nós podemos fazer
as festas de rua e as manifestações, e talvez nossas possibilidades
estão a ponto de expirar dentro de algumas novas negociações de comércio
no futuro as quais causarão uma quebra no que é supostamente para ser um
novo estado neoliberal democrático.
Se você acha que você e seu grupo gostariam de fazer parte neste projeto
de longo prazo, não hesite em enviar emails, relatórios, notícias e
publicações relativos aos assuntos de Corporações Transnacionais, Banco
Mundial, FMI, OMC, BERD e outras instituições do tipo. Pessoas como nós
nunca costumaram organizar eventos internacionais que sejam realmente
compreensíveis porque a situação política na CEE não dá qualquer chance
para democratizar as ruas, as pessoas foram enviadas a prisão (e ainda
são) por qualquer pedaço de papel anti-estado. O que pode ser até mesmo
mais importante é o fato de trabalhar em conjunto. Esta lista de
discussão é o começo de uma campanha importante, uma plataforma radical
descentralizada para movimentos orientais que se tornarão atores em
mundo lutando com força contra o poder corporativo.
Contato (cf N30 Praga) zemepredevsim@ecn.cz ou bucan de vanja
<vanjabrik@hotmail.com>


O Fórum Mundial Económico reúne-se em Davos, nos Alpes Suiços
De 27 de Janeiro ao 1 de Fevereiro de 2000, o Fórum Mundial Económico
2000 (World Economic Forum, WEF), autoproclamado "líder global"
encontrar-se-á em Davos, nos Alpes Suíços. O WEF é nas suas próprias
palavras "a mais importante organização integrando líderes comerciais,
governamentais, académicos e mediáticos como membros". A sua missão é
"agir como o construtor de uma ponte ao mais alto nível entre a
comunidade dos negócios e governos", criando "uma atmosfera de clube que
sublinha os fundamentais assuntos em economia, sociedade e política, na
agenda global". Quando foi fundado em 1971, o WEF não era mais que um
seminário entre gestores entre outros, mas agora é um dos mais
importantes "think tanks" (fórum, lugar de discussão) da economia
mundial. Sediado em Genebra, o WEF organiza uma grande parte dos
encontros regionais e internacionais. A coordenação suiça anti-OMC
decidiu desmascarar o mito do pacífico fantasma de Davos. Como em anos
anteriores, não procuraremos diálogo com a coordenação do WEF e também
não o faremos no futuro. Contestamos a legitimidade de tais instituições
internacionais como o WEF e outras elites políticas e de negócios que
são responsáveis pela fome de milhões. Vamos a Davos para resistir às
políticas de comércio que aumentam a desigualdade entre o Norte e o Sul,
ricos e pobres e especialmente pioram a situação das mulheres em todo o
mundo. A acção terá lugar a 20.1.2000, em Davos. Para mais informação
sobre o WEF: http://www.weforum.org .
Contacto e distribuição do boletim: Nord-Sud-Koordination, Postfach
7611, 3001 Bern, Swiss; email: nosuko@pobox.ch ,
http://www.reitschule.ch
Já há informação disponível para quem quiser saber o que se passou:
www.cyberjedi.org.uk/davos.htk
jedi@cyberjedi.org.uk
www.ainfos.ca/ainfos03174.html
desaparecido@gmx.de


Sobre uma paragem global dos edifícios da bolsa pelos cidadãos
A Canevas e a Opération salAMI são parte de um novo movimento no
Quebeque (Canadá) que tem organizado campanhas de alto impacto contra a
globalização, incluindo desobediência civil massiva. Em 1997, fechámos
durante um dia o grande edifício do governo no Quebeque. Em 1998,
organizámos em Montreal uma das três maiores e mais bem sucedidas
mobilizações contra o AMI (Acordo Multilateral de Investimento)
bloqueando através de desobediência civil uma grande conferência sobre
globalização a que assistiu o Secretário Geral da OCDE. Conduzimos agora
um processo de planos estratégicos e a tentar organizar um bloqueio da
Bolsa de Montreal. A nossa esperança é contribuir para a emergência de
um movimento global de resistência que possa fechar as portas aos
edifícios da bolsa simultaneamente em vários países. Estamos a estudar a
possibilidade de trazer a Montreal (no ano 2000) uma grande conferência
internacional sobre desobediência civil e treinamento para acção directa
não violenta. Sabemos que em qualquer lugar no mundo, diversos grupos já
desenvolveram práticas que é tempo de partilharmos.
Contacto: Canevas, Opération CANEVAS (Collective for Autonomous
non-violent Actions), PO Box 55301, Station Fairmont, Montreal
(Quebeque) Canada H2T 2M8, salami@colba.net , telefone: +1-514-273-1560,
fax: +1-514-273-1562


Conferência Nacional sobre Desobediência Civil, 22-23 Jan.
2000,Washington, DC
A desobediência civil é uma técnica antiga e efetiva de protesto e
resistência que tem ajudado muitos grupos a alcançar uma liberdade
duradoura. Hoje, formas de desobediência civil estão sendo usadas por
muitos grupos diferentes para uma variedade de lutas de libertação ao
redor do mundo. Se tornou pontual, importante, e necessário aprender da
luta de cada um e ao mesmo tempo se lembrar das lições daqueles que
lutaram antes de nós. A Conferência Nacional sobre Desobediência Civil
visa coordenar um diálogo entre diferentes grupos ativistas, e propiciar
para cada ativista uma variedade de instrumentos para levar para casa,
compartilhar, e efetivamente utilizar.
Conferência Nacional sobre Desobediência Civil * 4600 Asbury Place -
Washington, DC 20016 * tel 202-244-4415 ou 202-258-5983 email:
nccd2000@hotmail.com, www.infoshop.org/nccd /


A ACÇÃO GLOBAL DOS POVOS
As orientações da aliança são:
1. Uma rejeição muito explícita da OMC e outros acordos de liberalização
comercial (como APEC, a UE, NAFTA, etc.) por serem promotores ativos de
uma globalização destrutiva social e ambientalmente;
2. Nós rejeitamos todas as formas e sistemas de dominação e
discriminação incluindo, mas não somente, patriarcado, racismo e
fundamentalismo religioso de todos os credos. Nós abraçamos a completa
dignidade de todos os seres humanos;
3. Uma atitude de confronto, uma vez que não achamos que tentar
influenciar e participar possa ter um grande impacto em tais
preconceituosas e não-democráticas organizações, nas quais o capital
transnacional é o único verdadeiro orientador das políticas;
4. Uma chamada para a desobediência civil não violenta e a construção de
alternativas locais pelas comunidades locais, como resposta para a ação
de governos e corporações;
5. Uma filosofia organizacional baseada na descentralização e autonomia.

Princípios organizacionais da Ação Global dos Povos (AGP)
1. A AGP é um instrumento de coordenação, não de organização. Os seus
principais objetivos são;
(i) Inspirar o maior número possível de pessoas, movimentos e
organizações a agir contra a dominação das corporações através da
desobediência civil não violenta e de ações construtivas orientadas
pelos povos.
(ii) Oferecer um instrumento para coordenação e apoio mútuo a nível
global para aqueles que resistem às regras das corporações e ao
paradigma do desenvolvimento capitalista.
(iii) Dar maior projeção internacional às lutas contra a liberalização
econômica e o capitalismo global.

2. A filosofia organizacional da AGP é baseada na descentralização e
autonomia. devido a isso, as estruturas centrais são mínimas.

3. A AGP não possui membros.

4. A AGP não tem e não terá uma personalidade jurídica. Não será
legalizada nem registrada em nenhum país. Nenhuma organização ou pessoa
representa a AGP, nem a AGP representa qualquer organização ou pessoa.

5. Haverá conferências da AGP aproximadamente a cada dois anos. Estas
conferências acontecerão aproximadamente três meses antes das
Conferências Ministeriais da OMC. As funções destas conferências serão:

(i) Atualizar o manifesto (se necessário);
(ii) Avançar no processo de coordenação a nível global da resistência
contra o “livre” comércio;
(iii) Coordenar ações descentralizadas paralelas às Conferências
Ministerias da OMC subsequentes.

6. As conferências da AGP serão convocadas por um Comitê de Convocadores
formado por movimentos e organizações representativos. A composição
deste comitê deve mostrar um equilíbrio geográfico e um equilíbrio com
respeito às áreas de trabalho das organizações e movimentos que a
formam. Os organizadores locais serão parte do comitê.
Este comitê preencherá as seguintes funções:
(i) Determinar o programa da conferência;
(ii) Decidir quais organizações podem enviar delegados para a
conferência;
(iii) Decidir sobre o uso de recursos, especialmente decidir quais
organizações receberão ajuda para pagar despesas de viajem para
participar da conferência;
(iv) Acessorar os organizadores locais em questões técnicas e
organizacionais;
(v) Interpretar o manifesto se for necessário, decidindo quais
publicações podem ser impressas sob o nome da AGP, e decidir sobre o
conteúdo das ferramentas de informação/comunicação da AGP (ver item 7).
O comitê não pode falar em nome da AGP.
Em cada conferência da AGP o Comitê de Convocadores da próxima
conferência será eleito. O Comitê de Convocadores deve trocar em 100%
seus membros em cada conferência. O antigo Comitê de Convocadores
escolherá um pequeno grupo que atuará como acessores do novo comitê.
Este grupo de acessores não terá poder de decisão.

7. A AGP deverá ter várias ferramentas de informação/comunicação,
incluindo um boletim regular, uma página na internet e outras
publicações, as quais serão feitas voluntariamente por organizações e
indivíduos que apoiem os fins da AGP. Sua elaboração será feita de forma
rotativa e descentralizada.
Antes desses materiais informativos aparecerem sob o nome da AGP, seus
conteúdos terão que ser revisados pelo Comitê de Convocadores (incluindo
a modificação da página da internet). O comitê pode fazer com que a
publicação desses materiais esteja condicionada à modificação ou remoção
de parte de seu conteúdo, se estes estiverem em conflito com o manifesto
da AGP.

8. A AGP não terá quaisquer recursos. Os fundos necessários para pagar
as conferências e as ferramentas de informação terão que ser obtidos de
forma descentralizada. Todos os fundos obtidos para a conferência serão
administrados pelo Comitê de Convocadores. As publicações terão que ser
auto-financiáveis. O boletim será distribuído por uma rede de
organizações que também será responsável pela coleta do pagamento de
subscrições.
Qualquer valor a mais produzido pelas subscrições será usado para enviar
o boletim para organizações que não podem pagar a subscrição.

9. A AGP possui um secretariado rotativo, que muda todo ano. Cada comitê
de Convocadores decidirá onde os secretários estarão durante seus dois
anos de vigência.

10. As conferências da AGP não incluirão a discussão destes princípios
organizacionais no programa. Se houver uma solicitação concreta, um
grupo de discussão sobre questões organizacionais será formado. Este
grupo de discussão se reunirá paralelamente ao programa da conferência,
para elaborar propostas concretas de modificação as quais devem ser
votadas em plenário.

11. A AGP espera inspirar a criação de diferentes plataformas (tanto
regionais quanto baseadas em áreas de trabalho) contra o “livre”
comércio e as diferentes instituições que o promove. Não haverá, em
qualquer caso, uma relação de pertença entre estas plataformas e a AGP.
As plataformas serão, portanto, completamente autônomas.


Esquerda / Direita. Texto por Alain
No último ano, cada vez mais grupos que trabalham contra a globalização
e o comércio “livre” têm-se apercebido que há grupos de direita e
extrema direita que acham atraentes (atractivos) os discursos
anti-globalização. Em vários contextos, tem havido discussões sobre como
evitar a apropriação dos discursos de esquerda pela direita e como
demonstrar as diferenças que existem entre projectos emancipativos e
projectos autoritários / opressivos por baixo das semelhanças
superficiais. Na segunda conferência da AGP, em Bangalore, o problema
foi abordado de forma muito séria. Num esforço de clarificar as
diferenças para os grupos de direita, foi introduzido uma quinta
orientação da AGP (inserida como nr. 2), com os seguintes dizeres: “Nós
rejeitamos todas as formas e sistemas de dominação e discriminação
incluindo, mas não somente, patriarcado, racismo e fundamentalismo
religioso de todos os credos. Nós abraçamos a completa dignidade de
todos os seres humanos.”
Foi também clarificado que a AGP não luta exclusivamente contra o
comércio ”livre”, mas contra o sistema capitalista. Dada a falta de
tempo na conferência, a mudança de nome da AGP (Acção Global dos Povos
contra o comércio “livre” e a OMC), que parecia uma consequência lógica
da decisão anterior, não foi levada a cabo e terá que esperar até à
próxima conferência da AGP. Uma proposta que foi discutida foi a “Acção
Global dos Povos pela solidariedade e a resistência”. Outras propostas
são benvindas.
Se estás interessado em seguir mais de perto o debate sobre os discursos
de esquerda / direita, visita o site: www.savanne.ch/right-left.html, ou
escreve para savanne@savanne.ch
Comentários sobre este assunto são benvindos para o site web da AGP e
para o boletim: pga@agp.org


LISTAS DE CORREIO ELECTRÓNICO para 1º de Maio de 2000, Dia de Ação Global contra o Capitalismo.(texto em
http://www.ainfos.ca/pt/ainfos00174.html)


INGLESA (listas internacionais)
* LISTA NÃO MODERADA: mayday2k@onelist.com , para subscrever envia um
mail em branco para mayday2k-subscribe@onelist.com ou visita
www.onelist.com/subscribe/mayday2k
* LISTA MODERADA: mayday2k-mod@onelist.com. Só por organização. Para
subscrever envia um mail em branco para
mayday2k-mod-subscribe@onelist.com ou visita
www.onelist.com/subscribe/mayday2k-mod.

PORTUGUESA (lista internacional)
n30-pt@listserv.fct.unl.pt, para subscrever envia uma mensagem em branco
para
n30-pt-subscribe@listserv.fct.unl.pt

Há também varias listas de correio electrónico por regiões mais
específicas. Por favor, monta uma lista na tua língua, no teu país ou
cidade, se sentires necessidade!

LISTA DE NOTÍCIAS (CORREIO ELECTRÓNICO):
Informação geral acerca de este Dia Global de Acções contra o
Capitalismo. Só 2 - 4 mensagems por semana. Para subscrever envia uma mensagem em branco para
globalaction-news-subscribe@onelist.com

REFERÊNCIAS:
1º de Maio de 2000
Ver www.lobster1.dircon.co.uk/, http://m1.protest.net,
www.infoshop.org/mayday2000.html, http://wtocaravan.org/mayday2k/
ou http://www.dlc.fi/~ravelre/m1/index.html.

J18
Ver www.infoshop.org/june18.html
 ou www.j18.org

N30
Ver http://go.to/n30
ou www.seattlewto.org/n30

Acção Global dos Povos (AGP)
Ver www.go.to/agp
 ou www.agp.org/agp/index.html
 ou
contactar pga@agp.org


Praga, República Checa, 27-28 de Setembro de 2000
Ver www.bankwatch.org ou www.mmf2000.webjump.com

Por favor, envia esta mensagem para grupos, comunidades e grupos que
possam estar interessados!
Traduz se for necessário.

Façamos deste dia o maior espectáculo de solidariedade e resistência até
então!



Existe uma lista de contactos e recursos para o dia 1 de Maio. Contacta
Thomas Johansson (tcjohans@yahoo.com), ou escreve para o Colectivo pela
Abolição do Capitalismo, Apartado 4720 / 4012 Porto Codex / Portugal.



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      News about and of interest to anarchists
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